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Peseiro Anti-Herói

por Lizardo, em 25.09.18

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O futebol português necessita urgente mudar a forma de envolvimento com os seus adeptos. Vivemos cada vez mais um clima de guerrilha e desconfiança permanente, os portugueses têm cada vez menos relacionamento com o jogo jogado. Se o valor dos bilhetes é cada vez mais proibitivo, a somar a um conjunto de regras completamente terceiro mundistas, com o surgir de Canais pagos, como a Sporttv ou a Eleven Sports, em canal aberto sobra para os adeptos o que de mais feio e sujo o futebol português tem para oferecer. Debates vazios, sem substância, onde o jogo jogado fica para terceiro plano e o foco é a mentira, a devassa, a injuria e uma falsa batalha contra a corrupção e a verdade desportiva. Os quatro Canais que temos são um autentico maná de manipulação de opinião. E todos os três grandes têm muita culpa neste clima.

Mas a razão deste texto prende-se pela primeira derrota do Sporting de José Peseiro em Braga. Fiquei triste com a derrota mas altamente dececionado com certas atitudes de alguns Sportinguistas.

Peseiro é o elo mais fraco. E também é o menos culpado da derrota. Não podemos esquecer que nos últimos três anos tivemos um dos mais bem pagos treinadores da europa, com planteis de milhões e hoje continuamos a competir na Liga Europa e a assistir aos rivais a celebrar os títulos nacionais.

Peseiro deve ser acarinhado. É o eterno anti-heroi do Sporting. Chegou a uma final europeia. Deveria ser celebrada essa meta. Critica-se, é mais fácil, ficou conhecido como o treinador que a perdeu, com uma equipa que o tempo tratou de revelar não ser assim tão competitiva e tão rica como se vendia na época.

Peseiro foi o treinador, talvez e depois de Mirko Jozic e de alguns grandes momentos de Boloni, o Mister que melhor futebol apresentou aos Sócios e Adeptos do Sporting. Não sejamos ingratos, pois se há mérito que Peseiro merece é que as suas equipas valorizam o jogo e não o que se joga nos corredores.

Peseiro era apontado de ser “louco”, de não defender, de não ter contenção, entre outros chavões. Teve a coragem de aceitar o cargo depois de tantos o terem rejeitado, tomou as rédeas a um enorme problema, com jogadores a chegarem a conta-gotas, outros novos, várias saídas de jogadores chave, como William, Rui Patrício e Gelson, começámos a época com várias lesões de jogadores muito importantes como Bas Dost.

Peseiro perante tudo isto vai contra os seus princípios de jogo. Aposta numa estratégia mais compacta, menos tentadora e de olhos constantes na baliza, soube ler a qualidade e a falta dela que existe no plantel. Hoje, ao contrário de ontem, é apontado porque não arrisca, porque tem demasiada contenção e que aposta demasiado num sistema defensivo.

Peseiro é, facto, o anti-herói do futebol nacional. Por todos, pelo menos os que estudam o jogo, valorizado, por todos os que o consomem, criticado.

Mas não podemos esquecer este estado bicéfalo, ora se chorou sangue quando foi anunciado e poucos dias, quando um candidato apresenta um Ranieri, a grande maioria o apoiou. A bipolaridade sempre na luta e sempre presente neste nosso Sporting.

Em conclusão, Peseiro merece um grande aplauso. Não só pela coragem. Pelo mérito de estar a unir um grupo destroçado e completamente desequilibrado. E acima de tudo, pela forma como tem defendido o Sporting, com elevação, saber estar e muito profissionalismo.

Que esta derrota sirva para unir o que cada dia está mais coeso. Que é o Sporting, sobre os outros, os que surgiram do submundo do lodo para lançar as primeiras pedras, em relação a esses, desprezo e o escárnio que merecem. Não são dignos de resposta.

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publicado às 13:45

Acabou. Começou.

por Lizardo, em 11.09.18

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Podemos dizer que acabou. Acabou de vez no passado dia 8 de setembro.
Acabou um passado que durou cinco anos e que muito nos ensinou e explicou sobre as fraquezas do Clube, a falta de carácter de muitos Sócios e a facilidade e simplicidade com que manipula e manobra a opinião de Sócios e Adeptos.

Não devemos agora exigir o que sempre foi uma das principais criticas da anterior gestão. Não se exigem purgas ou um sanear meramente ideológico e de enfraquecimento de opositores. Exige-se sim que o Sporting, para se unir novamente, saiba reorganizar-se e excluir os seus ativos tóxicos, onde se incluem vários funcionários do Clube, bem como, avançar para a inevitável expulsão de todos os que se vergaram à vergonha de acompanhar o Presidente destituído nos últimos e penosos meses antes de escolhermos o nosso novo Presidente.

Frederico Varandas tem essa missão e acredito que a levará a bom porto. Não pode vacilar, não pode viver só da emoção ou só da razão. Tem que compreender que são os bons que nos levam ao melhor e o Sporting está repleto de gente sem capacidade e altamente negativa no que se compreende serem os seus processos diários, gestão e ambições futuras.

Posto isto, não haverá paz enquanto não se acabar esta guerra. E a guerra acaba com a rendição de todos os que foram coniventes com o anterior regime, seja por cegueira ou por interesses pessoais.

Frederico Varandas é hoje o meu Presidente. Ele e a sua equipa os Homens e Mulheres a quem exijo esforço e dedicação diária para modernizar o Sporting. Compreender o nosso espetro social e, acima de tudo, inovar, voltar a colocar o Sporting não só como Clube vencedor e portador de bons princípios e valores, mas também como Clube pioneiro e referência mundial.

O Sporting tem essa capacidade de per Si. Não deve cair no erro do populismo, não deve confundir o desporto com a política, os Partidos e as suas juventudes partidárias, deve lutar contra o granjear fama e poder através dos órgão de comunicação social, sejam para os titulares de pastas como para os seus familiares. Em resumo, a feira de vaidades que há muito é apanágio do nosso Sporting tem que finalizar.

Temos também o esforço de avançar para uma maior profissionalização de processos, mais rendimento, mais estudo, mais ciências humanas e desenvolvimento de atletas/homens/mulheres que são bandeiras dos bons valores, princípios e uma bandeira do lema leonino.

Em suma, voltamos hoje a este espaço, que será atualizado com mais periodicidade, na esperança de escrevermos mais sobre as vitórias nos campos, pavilhões, pistas e piscinas, que polémicas que nos diminuem, atos pessoais que nos envergonham ou ações de gestão pouco transparentes.

Não se invente a roda, não se crie uma nova doença. Frederico Varandas tem esta grande missão, ser a voz positiva e criadora de esperança a um universo de milhões de Sportinguistas. Saiba Ele e a sua equipa gerir as vitórias para capitalizar a mudança e as derrotas para instituir o respeito perdido.

A todos, Saudações Leoninas. Agora sim, o Sporting está de volta!

 

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publicado às 15:23

Tenham coragem

por Lizardo, em 02.08.18

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Tinha pensado escrever só no dia 9 de agosto, depois de entregues as candidaturas e fazer uma avaliação pessoal a cada uma delas. Mas dadas as circunstâncias e o constante desenvolver de novidades, achei por bem deixar aqui as minhas inquietações.

Ao dia de hoje, 2 de agosto, o Sporting tem mais que uma mão cheia de candidaturas. Quantidade mas pouca qualidade.

Todos falamos entre pares, Sócios e Adeptos, e até rivais, e há uma unanimidade nas opiniões, as candidaturas não oferecem a força e a vitalidade que o Sporting necessita para enfrentar os desafios futuros, e acima de tudo, para resolver o pesadelo e curar as feridas que estes últimos cinco anos deixaram expostas e que muito prejudicaram, prejudicam e irão continuar a fustigar o nosso Clube.

Não vou fazer para já uma avaliação individual a cada lista, mas vou deixar algumas linhas sobre o que realmente se destaca nas que me parecem ser as três grandes candidaturas,

Frederico Varandas teve a coragem de aparecer num momento decisivo. Depois da mais negra página escrita sobre tão bela história centenária leonina, Varandas abdica de tudo, dá a cara, enfrenta os ainda tubarões no poder e afirma-se como candidato. Teve o meu apoio e a minha solidariedade, como penso que a ganhou de muitos Sócios. Dia após dia foi ganhando apoiantes, uns mais fortes outros somente para numero populista. A sua lista é uma receita plena de ingredientes que não têm por hábito viver juntos. Um autêntico saco de gatos ao exemplo do que foram as listas apresentadas por Godinho Lopes nas suas últimas candidaturas. Varandas, vem perdendo fulgor e apoiantes, e com o surgir da candidatura de José Maria Ricciardi, Varandas tem que trabalhar muito mais para continuar a alimentar a esperança de ser o próximo Presidente do Sporting Clube de Portugal.

José Maria Ricciardi é a surpresa. Depois de ameaçar e de estar presente nos últimos anos de gestão, eis que assume a dianteira do pelotão. Está decidido a vestir a amarela e ser ele o timoneiro. Na minha opinião ter na sua equipa José Eduardo é um massivo tiro no pé. O Futebol evoluiu, José Eduardo é um demagogo que durante anos tem vindo a trabalhar a sua imagem, com graves incongruências e até lesando o Sporting como foi o triste episódio Marco Silva e a sua defesa cega e até incompreensível a Bruno de Carvalho. Os restantes nomes apresentados nesta candidatura só me merecem respeito, gente com mérito e provas dadas na sociedade civil e no universo profissional. E sim, o Sporting precisa de uma gestão capaz e de gente com poder, mas falta gente que tenha o essencial conhecimento da realidade desportiva, e sinceramente, esta lista ainda não apresentou essas pessoas. Que bem era que tudo fosse um mar de rosas, que todos se bem relacionassem e que o know-how financeiro de Ricciardi se relacionasse com o grande Know-how desportivo de Benedito, Pedro Miguel Moura e Ricardo Andorinho.

Benedito apresenta-se com uma lista de gente do Desporto, com muito passado no Sporting.  Benedito dispensa apresentações pelo seu passado no Clube, Pedro Miguel Moura é dos atletas mais vencedores de sempre do Sporting e com um trabalho extraordinário na Federação de Ténis de Mesa e Ricardo Andorinho é também ele um ícone do Sporting, um Homem com sapiência me gestão desportiva. Mas falta a finança, é o ponto fraco desta candidatura. As opiniões sobre esta candidatura na generalidade apontam esta fraqueza. Gente boa, gente séria, gente que respira Sporting mas gente que não se lhes conhece a capacidade de gerir um Clube e uma SAD com milhares de funcionários e desafios financeiros diários, onde cada vez é mais complicado chegar a patamares mais altos sem os devidos “empurrões” e conhecimentos. Como já o referi acima, esta sim, seria a melhor solução para o Sporting, alguém com as qualidades para lidar e gerir a finança como José Maria Ricciardi aliado à capacidade emocional e gestão desportiva destes três grandes símbolos do nosso Sporting.

Posto isto, não consigo ao dia de hoje fazer um prognóstico. Se Varandas teve e ainda goza da vantagem do pioneiro, é também verdade que todos os dias perde apoios. Até dia 8 de setembro tem que trabalhar muito mais e melhor para passar uma mensagem que não esteja plena de lugares comuns e sem alcance mediático. Ricciardi continuará com a sua máquina de propaganda, muito bem montada, a alimentar a opinião. Veja-se que comentadores têm estado nas televisões, os que estão neste momento e vamos aguardar pelos que vão chegar. É assim que, de forma inteligente, se manipula muita decisão. Em todos os Canais temos gente que critica a bem criticar as candidaturas, que as aponta como fracas, que diz por outras palavras e em contextos diferentes exatamente o conteúdo da comunicação de José Maria Ricciardi: O Sporting não está para aventureiros. É preciso gente com experiência e com capacidade de gestão. Não basta querer é necessário saber. Deixo para as últimas linhas a candidatura de Benedito, que tão mal tem tratado da sua comunicação. Excesso de foco na imagem do Candidato que já pouco ou nenhum assunto tem para oferecer, falta dar força a Pedro Miguel e Ricardo Andorinho, todos sairão a ganhar com esta estratégia. E claro, falta alguma agressividade positiva, um discurso mais claro e menos encenado, perder o medo e agarrar com unhas e dentes esta oportunidade que têm, pois é possível vencer estas eleições.

Em suma, não posso negar que a candidatura de Frederico Varandas me desiludiu, uma injustiça, pois não é Varandas o ponto fraco mais sim quem o acompanha. Ricciardi está para vencer e tudo irá fazer para vencer, e sabemos que o poder ganha poder. Benedito tem que acordar para a vida, estas eleições não podem ser geridas “by the book”, o tempo é nulo, as eleições são “amanhã”, e o tempo que se perde em ações menores são votos que não se conquistam.

O Sporting merece melhor. Tenham coragem.

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publicado às 11:24

Quem vota seus males espanta

por Lizardo, em 02.07.18

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Votar é mais que um direito, um dever, é a maior arma que os Sócios têm. É a voz secreta que decide e tem criado e também destruído o Sporting nestes últimos 112 anos.

É evidente que nem sempre optámos pelas melhores soluções. É esta a magia da escolha, mas por mais enganos e arrependimentos que todos tenhamos, uma coisa é certa, a grande maioria dos Associados votou sempre em consciência e com a certeza que escolhiam o melhor para o Clube.

Os últimos anos foram um autêntico pesadelo. Aguardemos pelos próximos tempos e o que se augura é a revelação de uma SAD caótica e falida, onde muitas verbas foram já adiantadas hipotecando o futuro próximo da nossa saúde e boa gestão desportiva.

Os tempos não são de facto de grandes expectativas de sucessos imediatos. Mas não é também impossível que depois destas enormes tempestades chegue a bonança e a celebração maior, ser campeão no futebol.

Para isso vamos todos no próximo dia oito de setembro escolher entre vários candidatos o futuro imediato no nosso Sporting.

Até ao momento e seguindo a comunicação social, teremos várias candidaturas:

Frederico Varandas já se apresentou.
João Benedito disse que iria apresentar.
Fernando Tavares Pereira é candidato.
Paulo Lopo diz que avança.
Dias Ferreira ameaça com nova candidatura.
Pedro Madeira Rodrigues irá voltar à carga.
Os jornais falam em Figo e Tomás Froes

Feitas as contas, temos seis candidaturas que tudo têm feito nos últimos tempos para ganhar terreno e se afirmar, e depois temos a hipotética hipótese de Figo e Froes que mais parece uma vontade de alguns Associados e não uma vontade dos citados candidatos a candidatos.

Posto isto, e sendo o Sporting um Clube que se considera democrático, não me preocupa o número de candidaturas. Preocupa-me sim o problema de se criar um ruído de tal forma sujo que desvie as atenções do essencial. Os projetos!

O Sporting chegou a um ponto fulcral. Mais que escolher uma personalidade, é necessário escolher uma equipa. Um projeto que seja diferenciador, que não viva nos clichés habituais onde “aposta na formação”, “compra de jogadores só para lugares essenciais”, “continuar eclético”, “manter a maioria da SAD”. Meus caros, isso é conversa simples e para isso não era necessário votar. É preciso é romper com a normalidade. Exige-se visão.

Frederico Varandas foi o primeiro a avançar. Na minha opinião mal. Muito mal. A sua equipa não aqueceu nem arrefeceu os Associados. E o que não empolgou, facto, foi o erro de apresentar já uma Comissão de Honra onde podemos encontrar nomes como Eduardo Barroso, Sampaio ou Paulo Abreu, e a seu tempo, José Maria Ricciardi. Os Sócios que votaram massivamente na passada AG de dia 23 de Junho votaram também no afastamento destas personalidades. O seu tempo passou. Não ajudaram. Falharam.

De Frederico Varandas exige-se rápido um projeto para que consiga recuperar algum do eleitorado que perdeu nestes dias.

Como é lógico, os que ainda estão com o suspenso Presidente não irão votar Varandas. E aqui entra na equação Benedito.

Benedito terá muito do eleitorado do destituído Presidente. Uma lista de campeões com grandes vitórias nas modalidades, terá com toda a certeza também um campeão na gestão do futebol. Que se apresentem e que revelem o seu projeto. Na minha opinião são a candidatura que, HOJE, mais hipóteses tem de vencer as eleições depois dos erros de Frederico Varandas.

Dias Ferreira ameaça a candidatura, e parece-me lógico que entra para jogar. Da mesma forma que o fez da última vez, penalizando Godinho Lopes. Agora penalizará todas as restantes candidaturas favorecendo a de Frederico Varandas. Mais do mesmo.

Pedro Madeira Rodrigues, goste-se ou não, teve a coragem de praticamente sozinho ter dado o peito às balas na fase de maior hipnotismo da gestão passada. A derrota não era só evidente como era claro como a água que iria sujar a sua imagem pessoal. Pedro Madeira foi a jogo, foi humilhado nas urnas, humilhado na rua, humilhado nas redes sociais. Agora, se procura um bom resultado tem que perceber que o Sporting precisa de união, que não vive de aventureirismos e que, acima de tudo, tem que trabalhar a sua imagem pessoal. Mostrar ao eleitorado leonino o que é como pessoa, os seus méritos profissionais, os seus apoios. E claro, evitar cair na enorme asneira de trazer algumas das pessoas que o acompanharam na sua ultima jornada, como ficou bem claro, a grupeta de Severino e outros Associados que declaradamente gostam muito do Clube mas que não acrescentam nem valorizam o que se pretende do Clube para o Futuro.

De Fernando Pereira e Paulo Lopo pouco sei. E acho que os Associados também não vão querer saber muito mais do que sabem agora. Nitidamente candidaturas para ganhar expressão mediática. O pensar no Eu em detrimento do Nós e do que realmente interessa que é o Sporting Clube e a sua SAD.

Por último a hipótese Figo e Froes. Se avançarem serão sérios candidatos. É verdade que Figo tem muitos anticorpos, mas não deixa de ser verdade que também tem muitos que o veneram e lhe reconhecem educação e capacidade de gestão. Em relação a Tomás Froes, é um exemplo de uma geração vencedora, com empresas de topo e com sucessos nos mais diversos espaços por onde passou. Mas, e há sempre um mas, não chegam os nomes, se avançarem, se conseguirem apresentar um projeto diferenciador, terão todas as hipóteses.


Em conclusão, estas eleições têm que:

Unir os associados. Deixar claro que o passado recente foi o maior erro da História do Sporting, e claro, saber discutir o Clube. Apresentar ideias, partilhar, ouvir. O tempo é curto, dia 8 é amanhã, e é agora, agora que o Clube precisa de ajuda, agora que o Sporting está de rastos que os verdadeiros se apresentam e dizem presente.

Quem continua eternamente na sombra, quem procura o momento ideal, ficará nesse estado ad aeternum, pois esse momento não existe nem coloca o Sporting em primeiro lugar.

O meu apelo é simples, respeito, tolerância, compreensão e elevação. Eis o Sporting em eleição!

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publicado às 11:21

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E pronto, estamos nos episódios finais de um drama sempre aqui anunciado, com a penosa agravante do prognóstico se ter revelado menor em dimensão da real tragédia que vivemos realmente há vários meses.

 

Bruno de Carvalho é de facto um charlatão. Afinal de contas, como bem nos canta as iniciais do seu nome, BdC, lemos facilmente “Banha da Cobra”. 

 

E tem sido isso que tem feito desde 2011 e de forma efectiva desde 2013. Bruno é “camelo”, um “merdas”, “parasita”, “vigarista”, “criminoso” entre outros adjetivos que se vão ouvindo e lendo, alto e bem redigidos pelas televisões, jornais, manifestações e redes sociais.

 

Como é óbvio, e típico do bom charlatão, BdC, apresenta-se calmo, confiante, igual ao BdC que sempre conhecemos, invencível, dono da verdade, capaz de percorrer o mundo pelo Clube, o tal que trabalha 24 horas. 

 

A realidade todos a conhecemos, vitórias nem no campo nem nos tribunais, e o trabalhar 24 horas obriga a um consumo de muita cafeína ou umas coca colas como bebeu o saudoso Sanches do Boavista.

 

Posto isto, o drama, o ódio e a frustração estão instalados entre Sócios e Adeptos.

 

Bruno, BdC, mexeu com as emoções de todos. E agora, que nem namorada que nos chifra, cria aquele ódio que pode levar às maiores loucuras. 

 

Sempre se matou por amor, sempre se matará por ódio. 

 

Quem o amou loucamente ao ponto de ameaçar e até perseguir quem contestava Bruno, agora chora, agora grita, é a raiva que se instalou, é a frustração de ter acreditado numa criatura que brincou com todos, que nem o parceiro ou parceira que nos engana no namoro, desde o primeiro dia. 

 

Meus amigos, que chorem, que gritem, que lavem a alma, mas que lavem profundamente e sem deixar resíduos dos coliformes fecais que ainda estão instalados no Clube e que nos levam às lágrimas todos os dias dadas as sucessivas vergonhas e faltas de respeito.

 

Como escreveu Vassili Rozanov, um grande escritor e filósofo russo “Das grandes traições iniciam-se grandes renovações”, e é o que todos esperamos o mais rapidamente possível.

 

Este romance entre Sócios e Bruno está a chegar ao fim. Já não há amor, há ódio, raiva, a evidente mentira revelou-se e o Clube, o nosso Sporting sofre e fica mais pobre a cada minuto que passa.

 

Sportinguistas uni-vos, não em torno de candidatos a candidatos, não em torno de messias ou outros charlatões que certamente irão surgir.

 

Sportinguistas uni-vos em torno do que realmente interessa agora, limpar o Sporting desta gente, para sempre, e preparar o presente e o futuro que realmente todos merecemos. 

 

O Sporting é nosso! Sem dúvida. É preciso é ter coragem e dar a cara! 

 

 

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publicado às 09:17

Acordar para a realidade

por Lizardo, em 05.06.18

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E agora Sporting?

Depois de uma concentração com quase mil Associados a exigir a demissão de Bruno Carvalho e de todos os que continuam agarrados ao poder.

Depois da detenção de André Geraldes, que estranhamente, não se ouve nem se escreve uma “linha” sobre o tema nem sobre o assunto. Em especial por parte de quem sempre se arvorou por ser um paladino da transparência e da verdade.

Depois de tantas ilegalidades e tantas tentavas de evitar a inevitável queda dos instalados.

Depois do ataque aos jogadores na Academia.

Depois de vários impropérios, que têm anos, por parte do Presidente a Sócios, Adeptos, Atletas e Rivais.


Depois de um Processo colocado pela Holdimo.

Depois de uma Providência Cautelar.

Depois de um requerimento para destituição assinada por um grupo de Sócios.

Depois de uma Elsa Tiago Judas.

Depois de constantes faltas de respeito por parte de funcionários do Clube e Comentadores do canal televisivo do Sporting a Sócios, Adeptos e Atletas.

Depois de ameaças, injurias, difamações a todos os que se não se identificam com este Sporting e esta direção.

Depois de vergonhas escritas e faladas por parte dos responsáveis pela comunicação do Sporting, sejam diretores, assessores ou empresas criativas como a Young Network.

Depois de cartas de rescisão de jogadores que chegaram e o fantasma real de novas que se apressam a chegar.

Depois de tanto ilustre que afirmou apoio a este Presidente na Comissão de Honra agora o destratar e exigir a sua demissão.

Depois do Presidente da Republica, Magistrados, Políticos, Advogados, Criativos, Reformados, Eletricistas, Atores, Músicos, Banqueiros, (…) exigirem diariamente a demissão desta direção.

Depois de tantos episódios negros que nos envergonham e que continuam a adiar o sucesso do Sporting, que mais é necessário acontecer para que Bruno Carvalho entenda que não é parte da solução mas sim todo o problema?

Depois será sempre tardio. O Sporting perde e morre diariamente.

Ontem foram mil que finalmente perceberam que o Sporting cresce e ganha vitalidade com a critica.

 

Agora é tempo de continuar esta batalha. O Sporting não merece esta gente barricada no poder e com toda a certeza, como medo da justiça e da pobreza social que os espera.

Que a gestão de poderes seja compreendida, gerida e focada para o essencial. O Sporting e o seu futuro.

Esta semana tem tudo para ser histórica, pelos bons e infelizmente, pelos piores motivos.

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publicado às 11:05

O Dono da Bola

por Lizardo, em 25.05.18

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Quando eramos mais novos, brincávamos na rua com amigos, nesses tempos, onze contra onze e só existia uma bola. O dono da bola tinha vantagem, jogava na posição que queria e muitas eram as vezes que estava livre da baliza, posição tão desprestigiada na infância, pois ali, golos só os que se sofrem. E as miúdas gostam é de quem os marca.

O dono da bola era também quem escolhia a equipa, do outro lado, por vezes, ou o mais velho lá da rua ou o melhor jogador. Mas o dono da redondinha era o primeiro a escolher.

Quando o jogo começava havia logo uma tentativa de ganhar o jogo sozinho. Afinal a bola era dele, e era ele o verdadeiro responsável pela existência de tal jogo.

Mas o futebol, seja no universo profissional ou no plano amador ou lúdico tem a eterna magia de não ser certo. Os favoritos nem sempre ganham.

E era nesse momento que o dono da bola começava o jogo mais duro. Ele podia, pois era também o árbitro do jogo.

 

Quando tudo começava a falhar e não existindo mais alternativas para camuflar o insucesso, rezava várias vezes ao São Pedro para chover ou rematava a bola para as janelas e os carros estacionados, na esperança que os vizinhos se indignassem ou chegasse a polícia, a raiva ia crescendo, a cegueira aumentando e a audição desaparecia.

Chegava a hora de agarrar a bola e ir sozinho para casa, frustrado, com tanto poder e acabar ali, sozinho, a chorar a olhar para o paposeco com tulicreme de marca branca e o leite morno que a mãe obriga religiosamente todos os dias às 16:30h.

O dono da bola é estupido.
O dono da bola é burro.
O dono da bola, que podia agregar, dividia e ficava sozinho.
O dono da bola era o “cromo da bola”.
O dono da bola será para sempre o “anormal”.

Com o tempo, muda-se a bola e passa-se para o computador, as consolas, os livros e os discos, o carro para as boleias até chegar à chefia no trabalho.

Tudo se repete, sem bola, mas eternamente estupido.

O Dono da Bola não verga. O Dono da Bola insiste no seu fracasso.
O dono da bola é a mais fina definição de burro no gíria. Com todo o respeito pelo animal, tão útil no desenvolvimento agropecuário.

E assim, em resumo, o dono da bola continua a ser um ente superior na sua própria e particular realidade. O melhor militar sem nunca ter sido soldado. O melhor jogador sem nunca ter jogado. O melhor amante sem nunca ter amado.

O dono da bola é um faz de conta, que conta muita coisa mas que no fim de contas, não conta para nada!

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publicado às 10:12

Este texto é uma perda de tempo

por Lizardo, em 23.05.18

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Quem escreve sobre o Sporting, pode numa primeira ideia considerar que há muito para dizer, mas na realidade não existe conteúdo que seja novidade.

Os tempos que estamos a viver vêm sendo vaticinados por um grupo de Sócios há vários anos. Que se note, não se adivinhou a tempestade quando começou a trovejar, ou como o saudoso João Pinto, “só depois do jogo”. Desde os primeiros tempos, as primeiras declarações, as primeiras decisões desta Direção que era evidente o desfecho de falência e de violência que estamos agora a viver.

A situação é grave. Muito grave. Bruno de Carvalho continua alegre de harpa na mão enquanto o Sporting arde a bem arder.

Um Clube pobre financeiramente, de rastos na notoriedade e dividido na sua família. A juntar a tudo isto a sempre comum ausência de títulos associados a um despesismo sem critério e sem projeto. Eis o Sporting liderado por Bruno Azevedo de Carvalho.

Os próximos dias trarão somente mais lenha e combustível para o incêndio que lavra descontrolado com um Bombeiro, que assiste, impávido e sem coragem para o atacar, nem que seja com a estratégia mais comum nos grandes fogos, usar o fogo para combater o fogo.

 

Chegamos a um ponto sem retorno. Quem se passeou pelo Vale do Jamor no passado domingo sentiu isso mesmo. A grande maioria dos Associados não está com esta direção. Fartos, envergonhados, desolados e revoltados com tudo o que se está a viver e com o estado em que colocaram um Clube centenário e que sempre se pautou pelos mais nobres e cordiais comportamentos e ações. O Sporting de Bruno Azevedo de Carvalho é um Clube sem eira nem beira. Um Clube com síndrome de Tourette, uma instituição entregue a gente que não tem qualquer capacidade para o representar.

Não restam muitas dúvidas sobre o desfecho deste pesadelo. A principal é o quando. Quando acabará tudo isto? Pois é evidente que Bruno Carvalho e todos os que o seguram na presidência serão destituídos, expulsos de Sócios e muito provavelmente terão que responder na Justiça sobre num vasto e longo processo de várias acusações.

 

O Sporting uma vez mais resistirá, uma vez mais se irá erguer. Mas o preço a pagar será muito grande e durará com toda a certeza muitos anos.

Os grandes culpados? Nós, os Sócios. Os que apoiaram este desnorte. Os que se serviram do Clube e os que sempre e ainda hoje se rebaixam ao ridículo de defender gente que não tem defesa possível.

 

Agora voltou Inácio, chegarão contentores de novos atletas, começará a escolha de um novo treinador, de Scolari a Sá Pinto, de ilustres desconhecidos a Luis Fernandez e Wenger, tudo valerá para voltar a hipnotizar os Sócios e Adeptos. A bem da verdade, quem anda neste mundo do futebol há muitos anos, sabe e sabe da pior forma, venha quem vier o desfecho será inevitavelmente o mesmo. Os adversários a comemorar e nós em conflitos internos a identificar culpados isentando de culpas os verdadeiros criminosos.



Bruno de Carvalho não é somente o pior Presidente da nossa história. É o pior dirigente da história do desporto em Portugal.


Como é evidente, passadas estas linhas, tenho que pedir desculpa aos leitores. Não há uma única novidade. O mesmo de sempre que perdura e se alastra no tempo. Somos vitimas da estupidez e da má-formação. E enquanto existir gente que se sente bem neste clima e nestes estados, o Sporting nunca, jamais será um Clube vencedor.

O tempo urge. Bruno cairá. E nesse dia, será já tarde de mais!




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publicado às 10:05

Por favor Bruno, sai!

por Lizardo, em 16.05.18

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Por favor Bruno, sai. Sai e leva contigo os que trouxeste. Os putos das redes sociais, a Young Network, os amigos da fundação, o vendedor de cartões do Barclays, os novos empresários de jogadores que estão na fila da frente para agredir jogadores, os comentadores que não defendem o Clube e que defendem a tua pessoa.

Por favor Bruno, sai. Falhaste em toda a escala. Cinco anos de terrorismo. De perseguição a Sócios e Adeptos, de faltas de educação, de ameaças a profissionais, do Clube à Comunicação Social, de insultos a Magistrados e outros Profissionais e fornecedores.

Por favor Bruno, sai. Encara o fracasso que construíste. Encara a miséria que criaste e vais deixar para resolver. Não sairás pela porta pequena, sairás de rastos, prostrado em vergonha e sem capacidade de reação. És a vergonha de mais de três milhões de Sportinguistas e a vergonha de todo um universo de apaixonados pelos reais valores do desporto.

Por favor Bruno, sai. Mas sai rápido. Tu representas o pior que já aconteceu ao desporto em Portugal. És mal formado, incitas à violência recorrentemente, não olhas a meios para atingir os fins.

Por favor Bruno, sai. Sai e deixa a Judiciária resolver as polémicas que envolvem o Andebol, o futebol, comissões e outros exercícios relacionados com o fisco e a gestão financeira.

Por favor Bruno, sai. Sai antes que te expulsem. Pois não merecemos mais um episódio de violência. O Sporting não é isto, nem tem existido Sporting desde que tomaste posse.

Por favor Bruno, sai. Olha para a tua família. A família que tantas vezes citas para mostrar o teu lado mais humano. Sai, também eles querem a tua cura. Estás doente, cego, numa batalha contra Ti mesmo.

Por favor Bruno, sai. Sai sem sobressaltos. Sai, desparece para sempre. E faz-nos um favor, nunca mais comentes e fales sobre o Clube. Jamais entres numa instalação do Clube.

Por favor Bruno, sai. És a vergonha de um Clube. A vergonha de um país. A vergonha do mundo do desporto.

Por favor Bruno, sai!

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publicado às 10:07

 

 

Domingo, 14 de maio de 2000. Entrava em campo o Sporting. Aquele que nos dá orgulho. Aquele que encheu um campo já a rebentar pelas costuras e venceu um Salgueiros, sempre complicado a jogar na sua casa, por quatro épicos e históricos golos.

Matou-se um jejum de 18 anos. Quase duas décadas de loucura, de promessas vãs e de gestão sem critério e sem projeto. De ano zero em ano zero, contentores de jogadores todas as épocas, dezenas de treinadores, e claro, os Sócios, sempre nós, cegos, sempre a defender o problema e a culpar os que trabalhavam no terreno. Quem viveu estes tempos recorda-se da defesa intransigente a Sousa Cintra, achavam-lhe piada, era “chico-esperto”, um pato-bravo. E no universo do futebol profissional não basta tentar, é preciso saber.

Hoje não vivemos tempos muito diferentes. Por muito que queiram continuar a culpar José Roquette e o seu projeto, que de facto falhou na sua aplicação a longo prazo por razões que até o próprio lutou para que não se implementassem, foi este Presidente que criou um projeto sério, renovou um Clube datado, sem infraestruturas à altura da dimensão e grandeza do Sporting, e foi a sua direção que criou a SAD e que nos levou a quebrar o jejum. Bem diferente do que temos hoje, onde se começou por culpar:

1 – Os Roquettistas
2 – Os Croquetes
3 – O Futebol Clube do Porto
4 – A APAF
5 – A Liga
6 – Os Jornalistas
7 – Os Sócios / Sportingados e Governo Sombra
8 – O Benfica
9 – Treinadores e Jogadores

Começam a faltar alvos, e com tantos problemas já identificados por esta direção, ainda não teve a sapiência de fazer a sua autoavaliação. Pois é evidente que é na pessoa Bruno Carvalho e nos seus escravos ignorantes e fieis seguidistas que está e reside todo o problema.

O Clima criado é insustentável. Esta equipa morreu no relvado dos Barreiros. Este domingo para a Taça de Portugal todos esperamos e desejamos uma vitória, e a acontecer, até a festa da vitória terá um sabor amargo. Sinal do ambiente nojento que se criou e se vive.

Este Presidente cria estes ambientes, escreve posts e identifica pessoas minutos antes de jogos de futebol. Com que objetivo? Será que não quer promover confusão e agressões?

Este Presidente critica jogadores antes dos jogos. Com que objetivo? Criar animosidade nas bancadas?

Este Presidente incendeia Assembleias Gerais e pede uma inquisição à comunicação Social. Os jornalistas que estavam presentes foram ofendidos e quase agredidos. Terá sido leviana a intervenção de Bruno de Carvalho?

Ontem tudo o que se passou ultrapassou os limites da vergonha. Adeptos, os do costume, alguns bem identificados com o regime atual, que se gabam nos seus perfis de serem empresários de jogadores (rir bem alto) e que partilham fotos com os atletas, ontem estavam na linha da frente à espera em Alvalade. A ser verdade que invadiram a Garagem, quem permitiu, quem é a empresa de segurança que tem responsabilidades na gestão do espaço? Como é possível acontecer e com ordens de quem?

Marta Soares, se não for um banana, se não for um bombeiro incendiário tem que tomar decisões rápido e antes da final da Taça de Portugal.

Este clima envergonha o Clube em todo o mundo, fazendo lembrar os épicos momentos de comédia do tempo de Vale e Azevedo onde qualquer equipa vinha vencer ao Estádio da Luz, e depois de dois dedos de conversa, gritavam os adeptos pelo nome do Presidente em delírio, Vale Vale Vale… Similaridades que assustam.

Basta! Rua com esta gente. O Sporting não merece estes vírus e estes cancros que estão a destruir tudo o que de bom foi edificado e implementado desde o inicio do seculo. 

Amanhã será sempre tarde demais. Para Bruno de Carvalho tudo está podre, tudo congemina contra Si, nada está em conformidade. Resta ele, uma ilha deserta linda de morrer no meio de um oceano num planeta de um só continente onde toda a gente se conhece.

 

 

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publicado às 15:22


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Sobre o Sporting, com verdade, exigência e espírito critico. Sem reverencias nem paciência para seitas!






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