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O filha da puta do fracasso

por Lizardo, em 02.04.18

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Et voila, tudo se revelou tal e qual como sempre preconizamos. O fracasso é o nome do meio de Bruno de Carvalho, e por mais voltas que nos dê, ou tente dar, não consegue esconder a realidade, pois fracasso é a palavra que melhor define a sua vida profissional antes de chegar ao Sporting, e cinco anos depois, de fracasso em fracasso até à machadada final, que todos esperamos, esteja para muito breve, para bem do nosso grande Sporting.

 

Mas comecemos pelo telhado, ao estilo do fracassado mestre de obras Azevedo, quando surgiu o Sporting estava completamente à deriva, os Associados loucos com a falta de respeito que tinham para o Sporting, não praticávamos bom futebol, a instabilidade estava instalada, financeiramente estávamos um caos.

 

Este estado de fome e necessidade de circo como um drogado necessita da sua dose, abriram as portas a um ilustre desconhecido, um especialista em fracassos.

 

Como é óbvio o fracassado não fracassou sozinho. Sampaio, Barroso, Ricciardi, entre outros ilustres do fracasso, congeminaram e viram em Bruno o perfeito rastilho para destruir o pouco do Sporting dos Fundadores que ainda perdurava.

 

Com o tempo, nem educação, nem exemplos e referências, nem títulos, nem nada! Um fracasso em toda a linha, onde a comunicação nos tenta passar que estamos muito melhor financeiramente, (rir em voz alta) e melhor no campo desportivo em todas as modalidades.

 

Felizmente não basta dizer, e o tempo em que “se deu na televisão deve ser verdade”, não se aplica na sua total força nas redes sociais. Uma mentira dita e repetida várias vezes não se torna verdade. Eles tentam, mas o fracasso tem muita força e revela-se sempre.

 

Passaram anos, muitos casos, muitas derrotas, muitos posts no Facebook, mais processos em tribunal, devassas de vidas de Sócios e Adeptos, ameaças física, bem, tanto circo que só faltou mesmo o golo entrar na baliza. O que infelizmente, não acontece e é cada vez mais difícil.

 

Jorge Jesus chegou como um grande salvador. Apresentado com pompa e circunstância, um pouco ao exemplo da receção a Markovic no aeroporto. Se o jogador andou a gozar com a cara de todos nós, ao exemplo de quase 70! (Setenta) outros nomes, Jorge Jesus conseguiu coisas boas, muito boas e outras muito más. A formação acabou, puff, olhando para os nossos escalões, este ano corremos o risco de ganhar zero, e a nossa equipa B, a tal que forneceu vários jogadores à primeira equipa, à primeira liga, à europa do futebol e à seleção nacional, vai acabar. Gestão de excelência.

 

“Mas fala lá das modalidades!”. Sem dúvida, uma melhoria evidente. Um Pavilhão digno e mais que merecido, o nosso ADN está ali também naquela obra. Obrigado Bruno, acabaste o que muitos já tinham começado. Faltou-te essa ponta de carácter e dignidade para agradeceres aos que permitiram que fosses tu a inaugurar tão importante obra. De qualquer forma, o meu aplauso. Está feito, e gabamo-nos que está pago. Já as modalidades batemo-nos que nem loucos na Europa, ou não, o Hóquei é cada vez mais um desporto de províncias ibéricas, o futsal, onde gastámos milhões, tem sofrido dissabores com o rival da segunda circular, e muito me agrada ver o Andebol, com uma equipa de milhões muita vez a sofrer com equipas de tostões. Aqui a culpa é também do nosso paradigma desportivo, queremos é bola no pé. O resto é para um nicho.

 

Em resumo, cinco épocas, quatro campeonatos para o Benfica, um que não sabemos quem o vencerá, nós não seremos, e há várias semanas que colocamos a fasquia ao nível de um Braga.

 

Realmente a política de exigência é um doce neste universo de Azevedos, Sampaios e Barrosos.

 

Vale tudo! Ou Vale só o Azevedo?

 

 

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publicado às 11:01

Râguebi

por Trinco, em 26.06.16

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Depois do Basquete o Râguebi.

 

Saúda-se, sem reticencias a sua incorporação oficial nas modalidades do Clube, mas não se pode deixar de, tal como no Basquete, lamentar a extinção da sua equipa sénior.

 

E esta extinção, tal como a outra é algo difícil de perceber e demonstra até certo ponto um clube a dois pesos e duas medidas. No caso, inclusive, dentro do quadro competitivo da modalidade. O que transparece é que o Conselho directivo apenas quer as equipas que o possam fazer aparecer como vitorioso revelando-se perfeitamente autista perante os contextos e as realidades das mesmas. E se esse é o único objectivo que norteia estas decisões (não quero acreditar) qualquer equipa que falhe a partir deste momento corre o risco de ser extinta.

 

No Caso, acaba-se com a equipa sénior masculina mantendo-se a feminina. Tal como no Basquete mantém-se a formação, afirmada como paradigma, quando o que se verifica transversalmente em mais casos que os que seriam desejados é o desperdício do trabalho e dos atletas formados. Aliás, quer no Râguebi, quer no Basquete, que sentido faz formar os atletas em divisões razoavelmente competitivas, para os ver, quando chegados a seniores, daqui a 3 ou 4 anos, a sair ou a (re)iniciarem de baixo.

 

Como se questiona, o porquê de o mesmo não ter sido feito com o Hóquei, ou com o Futebol feminino que agora começa. Ou com o Ciclismo...Aliás com o Hóquei até se procedeu de forma perfeitamente inversa, incorporando apenas e só os seniores, deixando toda a formação na responsabilidade da secção autónoma.

 

Pior, num ano em que se aumenta mais de 70% o orçamento para as modalidades não se encontram recursos suficientes para manter uma aposta muito pouco dispendiosa que permitisse manter uma equipa na divisão superior que fosse daqui a 2 ou 3 anos o receptor natural do produto da formação que agora se afirma ser "o modelo".

 

Sinceramente, estas decisões tresandam a vingança, a resultadismo propagandístico e a falta de conhecimento do desporto. São desrespeitadoras para quem durante muito tempo, a custas pessoais e com enorme resiliência, transportou com enorme dignidade e dedicação o nome do Clube por esses pavilhões e campos fora. E isto não posso aceitar como o meu Sporting.

 

Nota: Na foto, a equipa de de 2012/2013, recebida no estádio José Alvalade como Campeã Nacional da II divisão, na época de regresso da modalidade ao Clube, no que terá sido mais um dos 1ºs títulos de Azevedo de Carvalho 

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publicado às 08:52


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Sobre o Sporting, com verdade, exigência e espírito critico. Sem reverencias nem paciência para seitas!





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