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O filha da puta do fracasso

por Lizardo, em 02.04.18

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Et voila, tudo se revelou tal e qual como sempre preconizamos. O fracasso é o nome do meio de Bruno de Carvalho, e por mais voltas que nos dê, ou tente dar, não consegue esconder a realidade, pois fracasso é a palavra que melhor define a sua vida profissional antes de chegar ao Sporting, e cinco anos depois, de fracasso em fracasso até à machadada final, que todos esperamos, esteja para muito breve, para bem do nosso grande Sporting.

 

Mas comecemos pelo telhado, ao estilo do fracassado mestre de obras Azevedo, quando surgiu o Sporting estava completamente à deriva, os Associados loucos com a falta de respeito que tinham para o Sporting, não praticávamos bom futebol, a instabilidade estava instalada, financeiramente estávamos um caos.

 

Este estado de fome e necessidade de circo como um drogado necessita da sua dose, abriram as portas a um ilustre desconhecido, um especialista em fracassos.

 

Como é óbvio o fracassado não fracassou sozinho. Sampaio, Barroso, Ricciardi, entre outros ilustres do fracasso, congeminaram e viram em Bruno o perfeito rastilho para destruir o pouco do Sporting dos Fundadores que ainda perdurava.

 

Com o tempo, nem educação, nem exemplos e referências, nem títulos, nem nada! Um fracasso em toda a linha, onde a comunicação nos tenta passar que estamos muito melhor financeiramente, (rir em voz alta) e melhor no campo desportivo em todas as modalidades.

 

Felizmente não basta dizer, e o tempo em que “se deu na televisão deve ser verdade”, não se aplica na sua total força nas redes sociais. Uma mentira dita e repetida várias vezes não se torna verdade. Eles tentam, mas o fracasso tem muita força e revela-se sempre.

 

Passaram anos, muitos casos, muitas derrotas, muitos posts no Facebook, mais processos em tribunal, devassas de vidas de Sócios e Adeptos, ameaças física, bem, tanto circo que só faltou mesmo o golo entrar na baliza. O que infelizmente, não acontece e é cada vez mais difícil.

 

Jorge Jesus chegou como um grande salvador. Apresentado com pompa e circunstância, um pouco ao exemplo da receção a Markovic no aeroporto. Se o jogador andou a gozar com a cara de todos nós, ao exemplo de quase 70! (Setenta) outros nomes, Jorge Jesus conseguiu coisas boas, muito boas e outras muito más. A formação acabou, puff, olhando para os nossos escalões, este ano corremos o risco de ganhar zero, e a nossa equipa B, a tal que forneceu vários jogadores à primeira equipa, à primeira liga, à europa do futebol e à seleção nacional, vai acabar. Gestão de excelência.

 

“Mas fala lá das modalidades!”. Sem dúvida, uma melhoria evidente. Um Pavilhão digno e mais que merecido, o nosso ADN está ali também naquela obra. Obrigado Bruno, acabaste o que muitos já tinham começado. Faltou-te essa ponta de carácter e dignidade para agradeceres aos que permitiram que fosses tu a inaugurar tão importante obra. De qualquer forma, o meu aplauso. Está feito, e gabamo-nos que está pago. Já as modalidades batemo-nos que nem loucos na Europa, ou não, o Hóquei é cada vez mais um desporto de províncias ibéricas, o futsal, onde gastámos milhões, tem sofrido dissabores com o rival da segunda circular, e muito me agrada ver o Andebol, com uma equipa de milhões muita vez a sofrer com equipas de tostões. Aqui a culpa é também do nosso paradigma desportivo, queremos é bola no pé. O resto é para um nicho.

 

Em resumo, cinco épocas, quatro campeonatos para o Benfica, um que não sabemos quem o vencerá, nós não seremos, e há várias semanas que colocamos a fasquia ao nível de um Braga.

 

Realmente a política de exigência é um doce neste universo de Azevedos, Sampaios e Barrosos.

 

Vale tudo! Ou Vale só o Azevedo?

 

 

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publicado às 11:01

Forever de Carvalho

por Lizardo, em 03.03.18

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Forever!

Tem sido isto os últimos anos do nosso Sporting. Um projeto “forever”, uma dinastia “forever”, treinadores “forever”, e claro está, o desgosto de “forever a perder”.

 

Factos, cinco anos de Bruno de Carvalho, quatro campeonatos para o Benfica e este ano já estamos a olhar com mais medo para o Braga que plenos de esperança e de força para, pelo menos, conseguirmos o lugar que nos dará acesso à Champions League.

 

Esta época foi um circo sem precedentes, nada que nos choque, afinal o Palhaço superior continua a gerir uma Instituição centenária com menos rigor e menos know-how que qualquer merceeiro com a quarta classe tirada entre regadios e pastorícias.

 

Bruno falhou! Outra vez. “Forever” a prometer e exigir, a desviar atenções com guerras que à priori todos sabiam que nos iriam rebentar nas mãos.

A mais mediática e mais ignorante, a que nos levou a uma aliança com o Futebol Clube do Porto. Como é óbvio e sabido, nestas alianças só um pode ganhar, e ao exemplo da Seleção da Alemanha, quem ganha é sempre o Porto, com o doce sabor de nos terem ridicularizado, olhos nos olhos, na sua própria casa.

 

Espero não voltar a ser gozado, pois o Benfica que ainda corre para campeão, ainda nos vem visitar a Alvalade, e não gostava de desligar as luzes e ligar a rega, ou quem sabe, o Bruno atiçar-lhe os seus cães do Facebook ou da Young Network.

 

Sem muito mais assunto, pois estamos a viver um loop, uns acordados outros cegos e a adorar ser ignorantes, o facto é real, milhões gastos como nunca, muito pior que os gastos com Pongolle e outros similares, títulos menos que nessas épocas, menos esperanças claras e evidentes na nossa formação, um plantel com pouco futuro dada a idade de alguns ativos, emprestados e os que estão loucos por abandonar o barco do “Palhaço”.

 

Vivemos ainda a ilusão das modalidades. Vólei, Andebol, Hóquei e Futsal. Os momentos decisivos estão a chegar. Não quero acreditar que também aqui, com tantos milhões investidos, vamos ficar a comemorar o “normal”, que é um título. Exige-se o pleno!

 

PS: Vamos começar a assistir ao lento fuzilamento de Jorge Jesus por parte do aparelho palhaçal da comunicação do Sporting. De Saraiva aos palhacitos das redes sociais e claro aos iluminados pirilampos da YoungNetwork.

 

PS2: Bruno anda calmo, em silêncio. Sem Sportingados para apontar, sem antigos dirigentes para culpar, sem comunicação para guerrear, ... a próxima guerra será contra os animais de estimação nos restaurantes. Enfim, o ridículo de cinco anos de Sporting de Carvalho.

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publicado às 14:28

Ponham os olhos no palhaço

por Lizardo, em 29.01.18

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Poucas horas depois de vencer, goste-se ou não, com mérito uma competição, o ambiente entre Sportinguistas está novamente a ferro e fogo. Este é o clima preferido pelo presidente, é neste ambiente circense e de conflito que se sente como peixe na água. Neste caso, o peixe palhaço no lodaçal que é o futebol português.

A gravidade deste clima já ultrapassou todos os limites. Por norma, as redes sociais e os blogues, eram espaços por excelência para se utilizar uma linguagem ligeiramente mais agressiva. Longe do frente a frente, só com o teclado pelo meio, todos são uns experts ou heróis para ter opinião e ameaçar. O nível é de esgoto.

Mas este nível começa a sair deste meio digital. Os meios impressos são uma vergonha, pejados de cartilheiros dos três grandes clubes, o que explica a pouca venda em banca, e as televisões com os seus programas desportivos conseguiram destruir os poucos valores associados ao desporto.

Ontem, Rui Santos referiu-se a Bruno Carvalho como um Palhaço. Termo que começa a ser utilizado várias vezes pelas mais diversas pessoas, nos mais diversos espaços, das mais diversas idades e das mais diversas áreas e disciplinas.

Quer-me parecer que o “Palhaço”, o artista, o criativo, o Homem que anima, não gostará de ver a sua profissão associada a Bruno Carvalho.

O “Palhaço” é uma pessoa séria, educada, que compreende que a sua profissão obriga a um comportamento, a um tom a um posicionamento. O “Palhaço” sabe que os seus atos têm sempre uma consequência. O “Palhaço” sabe que tem um objetivo, que é um elemento central e fulcral no espetáculo. Como se diz na gíria, “não há circo sem palhaços”.

Ora Bruno Carvalho, passados todos estes anos, continua a não compreender o cargo que ocupa. Lá no alto, bem no alto do seu andaime, todos os dias temos o “prazer” de ouvir o seu piropo nojento.

 

Posto isto, Palhaços de todo o mundo, uni-vos. Não deixem um “trolha” conspurcar a vossa nobre e importante profissão.

 

Não tenham medo, pois por mais processos em tribunal, por mais ameaças, telefonemas, e outras caganças, ao fim do dia, um trolha, sempre será um trolha. Mal vestido, mal formado, sem futuro. E o trolha meus amigos, não se esconde, revela-se.

PS: Todo este clima tem um propósito. Aquecer a próxima Assembleia Geral de dia 3. Aguardemos pois por mais um episódio de tábua de andaime.


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publicado às 15:56

Bruno tem razão

por Lizardo, em 13.12.17

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Bruno Carvalho tem razão na luta contra os fundos e as comissões. Perde a razão quando só pratica negócios com fundos e paga principescas comissões.

Bruno Carvalho tem razão quando afirma que o Sporting é dos Sócios e não da Banca. Perde a razão quando inunda o Clube e a SAD com elementos ligados à Banca, como José Maria Ricciardi.

Bruno Carvalho tem razão quando afirma que o Benfica controla o sistema. Perde a razão quando se alia aos pioneiros e criadores do Sistema, o FCPorto e procura também ter o poder do sistema.

Bruno Carvalho tem razão quando afirma que há que expurgar e expulsar determinados Sócios do Sporting. Perde a razão quando se rodeia de apoios e de gente que usa e abusa dos mesmos comportamentos.

Bruno Carvalho tem razão quando chama “porcos imundos” a quem tenta ameaçar a sua família. Perde a razão quando está constantemente a chamar a sua família para as revistas cor de rosa e para a praça pública.

Bruno Carvalho tem razão quando apresenta relatórios e contas com valores positivos. Perde a razão quando se demonstra que o passivo aumenta e que já adiantou mais de 30 milhões dos contratos de direitos televisivos.

Bruno Carvalho tem razão quando afirma que não devemos ter medo. Perde a razão quando se acobarda e se recusa a afirmar a sua presença nas reuniões da Liga enviando um simplório dirigente com a responsabilidade dos Núcleos.

Bruno Carvalho tem razão de forma sistemática. Raramente tem dúvidas e nunca se engana.

Bruno Carvalho tem tantas virtudes que faz lembrar um mítico “classificado” das páginas do jornal.

Bruno Carvalho tem razão em tudo o que escreve, em tudo o que diz, até quando diz que “Deus não é Deus”.

Bruno Carvalho não comete pecados. Bruno Carvalho é garante da fé. Uma fé que dura há muitos anos, e que continuará a evangelizar quem pouco pensa e quem quer continuar a acreditar na aparência, no superficial, e se recusa a aprofundar e descobrir a realidade.

Processos, tribunais, e-mails, ameaças, difamações, injúrias, vergonhas. O Futebol está-se a consumir no seu interior.

Nunca o futebol português viveu tempos tão negros. E se começa a ser claro que o Benfica domina na sombra e na claridade, não deixa de ser evidente que existe uma guerra Porto vs Sporting para recuperar e controlar esse domínio.

Com tudo isto, não há foco no jogador, não há foco na beleza do jogo, não há espetáculo na bancada. Se cada vez somos menos nos campos e nos estádios, a continuar assim, o futebol português em cinco anos passará a ter um nível equivalente ao do Chipre.

E a culpa será dos de sempre, dos Sócios e dos Adeptos, a tal “falta de militância”.

 

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publicado às 13:06

Quem permite?

por Lizardo, em 20.11.17

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Sejamos rápidos e pragmáticos. É evidente que este Presidente foi empurrado e apoiado, e que continua a ter importantes apoios de gente com poder na sociedade.

Quem o apoia? Quem o defende? A quem interessa este caos que se está a revelar cada vez mais ruinoso no Sporting?

Se avaliarmos a última comissão de honra, das últimas eleições,  o que rapidamente percebemos é o manter de muito “ilustre” que quer continuar a ter uns bilhetes e a ser convidado para comer e beber no camarote.

Por outro lado, há por ali quem tenha outros interesses.

Ora vamos recuar às primeiras aparições de Bruno Carvalho. Os seus principais apoiantes eram Daniel Sampaio, recentemente mandatário da sua candidatura, aos olhos da população uma pessoa inteligente, um Homem sem podres na sua história de vida e irmão de um antigo e muito elogiado Presidente da República, Jorge Sampaio. Dizem que é Maçom.

O outro rosto foi Eduardo Barroso, antes de entregar tanto mediatismo a esta causa, era uma pessoa respeitada. Um médico de renome. Hoje, com toda a certeza, já percebeu que perdeu muito da sua reputação. Quer pelo lado mais saloio da defesa de Bruno Carvalho, quer pelas explosões e textos ridículos que ia tendo nas TV´s e escrevendo nos jornais.

A estes dois, com o tempo, surgem os Homens do dinheiro, Álvaro Sobrinho, José Maria Ricciardi, António Mosquito, entre outros, mas estes, os mais mediáticos e mais comentados na praça publica.


Em cinco anos aconteceu muita coisa, a Maçonaria entrou numa guerra interna, Alvaro Sobrinho teve vários problemas com a Justiça, José Maria Ricciardi viu o BES falir e António Mosquito continua a não ter muito sucesso como empresário, apesar de ter um peso muito importante na comunicação social em Portugal.

O que aqui lanço para apreciação é do conhecimento de todos os que seguem o Sporting diariamente.

Passaram cinco anos, temos mais passivo, continuamos a não comemorar títulos e é evidente que estamos a perder terreno e qualidade onde eramos reis e senhores, nos nossos jogadores da formação e em Alcochete.

A quem interessa este desacreditar e este clima que está a matar a notoriedade do Sporting mas também do futebol português?

A quem interessa manter esta personagem no comando do Sporting, um “Rapazote Deslumbrado” que não tem princípios nem compreende a grandeza e a responsabilidade do cargo que está a ocupar?

Está-se a preparar uma enorme tempestade? Será que depois deste caos irá surgir mais um salvador, mais um “Projeto Roquette”?

Os nomes que defendem e estão a defender esta personagem estão bem identificados.

Não há dúvida que se aguarda na sombra pelo momento certo, o click que vai soltar a guilhotina, o grito que vai soltar os lobos que vão comer o “Rapaz Deslumbrado”.

Da Maçonaria à Finança, das industrias Farmacêuticas à Construção Civil, da Comunicação Social às Conservas… Enfim, tudo se ligará no futuro. Ou não!

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publicado às 12:26

A matemática

por Trinco, em 14.11.17

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A vontade esvai-se, o tempo escasseia, mas há coisas que por demais flagrantes, acabo por não conseguir deixar de registar.

 

A 5 de Abril de 2016

 

A construir o futuro! Quase 110 anos de uma história feita de conquistas ajudam a explicar o porquê de o Sporting CP ser unanimemente considerado a Maior Potência Desportiva Nacional e um dos Clubes mais vitoriosos de todo o Mundo. Os números podem falar por nós: temos no nosso património cerca de 20.000 títulos arrebatados”, escreveu há um ano e meio o líder do Sporting.

Facebook de Azevedo de Carvalho

 

A 9 de Janeiro de 2017

170 títulos enchem a vitrine de 2016

Site do Clube com a ressalva que a contabilização inclui somente os primeiros lugares colectivos e individuais em competições nacionais de seniores

 

A 12 de Novembro de 2017

Temos mais de 22 mil títulos nacionais, europeus, mundiais, olímpicos. 

Discurso de Azevedo de Carvalho durante a entrega dos emblemas aos sócios com 25 anos

 

Ou seja de 5 de Abril de 2016 a 12 de Novembro de 2017 o Clube conquistou 2.000 títulos sendo que sensivelmente a meio deste período o contador iria apenas nos 170...vá, tripliquemos este valor para albergar os títulos de formação e dos paintballs e afins, 510. Em 10 meses, o Clube conquistou um pouco menos que 1.500 títulos. E disso a comunicação do foguetório e das loas ao líder nada assinalou em fim de época (quando na realidade se contabilizam estas coisas). Pois sim...

 

Além disso, com esta contabilidade criativa depreende-se que num estalar de dedos, qual Midas, o Clube passou de uma média de 180 títulos por ano (em 110 anos) para uma média de 1.000. Brilhante! Brilhante se fosse verdade, brilhante a criatividade e audácia para afirmar isto com desfaçatez e sem desmanchar o boneco enquanto o faz.

 

Isto tudo presumindo que não contabilizam títulos de transporte, títulos do tesouro, títulos nobiliárquicos ou outros...

 

Bem sei que o público alvo cada vez mais se comporta acriticamente enfardando alegremente todas as narrativas que lhes são metidas olhos adentro, mas há limites. Mais não seja o da realidade e da sua percepção

 

O Sporting não precisa de se armar em grande. O Sporting é grande. Não há Clube em Portugal que se aproxime em títulos e muito poucos estão a par a nível Mundial. Não é preciso fabricar números como se faz com sócios e assistências!

 

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publicado às 09:28

O Clube do Gin

por Trinco, em 25.08.17

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Três membros até agora...O trio atacante JO-RL-CL

 

P.S. É Verão. Estas imagens também servem, desta vez mais em jeito de enigma, para discorrer.

 

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publicado às 13:24

O Pavilhão do Bruno

por Lizardo, em 22.06.17

Ontem foi a primeira inauguração do Pavilhão, num conjunto de três cerimónias já agendadas. A felicidade de todos os Sócios e Adeptos com a construção de tão nobre e fundamental obra é evidente. O Sporting não podia continuar a viver sem a sua casa para as modalidades. Era totalmente contranatura continuar as romarias para Loures ou Odivelas, Casal Vistoso ou Rio Maior, entre outros Pavilhões espalhados pela região.



Ontem, como bem disse Margarida Rocha, fechou-se o ciclo das grandes obras de modernização do Sporting do século XXI. Um Estádio, uma Academia e agora a casa que imortaliza o já imortal Presidente João Rocha.



O dia de ontem tinha tudo para ser histórico. Um dia desejado por tantos, um dia que deveria ser aberto a todos os Sócios e Adeptos, com um programa pensado para os que há mais de 10 anos fazem quilómetros para ver as modalidades fora de Alvalade. Mas não, uma vez mais, o foco foi o Presidente Bruno de Carvalho.



Para lá do erro da data e da hora, uma quarta-feira, em simultâneo com o jogo da Seleção Nacional e a poucas horas de um importante jogo do Futsal, revela que estratégia e visão, são termos e processos que escasseiam.


Depois o palco e o tempo oferecido a Bruno. Bruno discursou na rua, Bruno leu e releu a sua frase na Estátua do Leão vezes sem conta, Bruno entrou no Pavilhão como uma estrela de rock, Bruno foi o Presidente, Bruno foi o Anfitrião, Bruno foi a imagem de todos os atletas do passado, do presente e do futuro. Bruno foi o foco, o tempo de antena, a voz, Bruno foi o rei das selfies e dos abraços. Sempre com os mesmos, com as mesmas caras, com os mesmos que até já têm palco em programas da Sporting Tv ou que têm um “emprego” no Sporting.

 

Não posso deixar de sublinhar a mentira de Bruno sobre o nome do Pavilhão. Não, não foi o Bruno que sugeriu o nome João Rocha. Não!!. Foi aprovado e deliberado a 30 de Setembro de 2012, numa Assembleia Geral no Multiusos de Alvalade, apresentado pela Direção em funções à data. Felizmente foi rapidamente desmentido pela filha de João Rocha.

 

Mas a mentira não acabou aqui. As palavras oferecidas ao falecido Sócio Vitor Araújo são de um aproveitamento sem sentido. “Amigo”, “Muitos jogos ao seu lado”, “com o meu pai e meus irmão, juntos, vimos muitos jogos”. Quem marcou e marca presença nos Pavilhões sabe que tudo isto é treta. Pura treta. Bruno há dez anos, nem as quotas tinha em dia, quanto mais dedicar-se a assistir a jogos das modalidades. Mas vale tudo!


Bruno tem um evidente complexo de inferioridade. Precisa de palco, precisa de espaço mediático, precisa ser notícia, pois só Ele sabe a dimensão da mentira que nos conta há muitos anos. Precisa de palco pois não temos títulos, não temos saúde financeira, somos cada vez mais irrelevantes no panorama desportivo.



Estes quatro anos têm sido uma mentira constante.



Ontem os Sócios ficaram de fora, os Adeptos não foram convocados, o Pavilhão não estava cheio, foi uma festa para amigos e alinhados, longe dos tempos onde o Sporting era para todos.



O que se assistiu ontem foi um deplorável espetáculo. Salva-se a obra, obrigado a todos os que desde os primeiros momentos lutaram e reuniram com a autarquia lisboeta, a todos os que criaram as fundações e as bases necessárias da obra. Bruno tem o mérito de ter continuado e ter dado vida ao Pavilhão. Sobre isso não há dúvida, mas ficaria muito bem não esquecer que há muitos anos, várias direções já trabalharam e muito para que este sonho fosse possível. A esses nem uma palavra.


Este Sporting que não reconhece o seu passado e que só se valoriza com o seu presente, mesmo sem nada ganhar, mesmo vendo abalar os seus principais ativos, sejam eles funcionários ou atletas, não pode ter grande futuro.

 


Salva-se quem entende e vive realmente os valores do Sporting

 

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publicado às 09:03

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Ontem foi tornada publica uma gravação de uma conversa entre Bruno de Carvalho e um conjunto de jornalistas. Durante três horas o sumo que se retira é uma enorme pipa de banalidades, de ataques, de autoelogios e acima de tudo, de um nível tão raso que não compreende a grandeza do cargo e da Instituição que representa.

 

O que se ouve durante três horas de conversa de balcão, numa qualquer taverna de uma localidade à beira-mar, é assustador e sintomático do carácter (ou falta dele) da pessoa que dirige o Sporting atual.

Chama a Ele a responsabilidade das melhores contratações, nega perentoriamente as que falharam e chuta responsabilidades para outros, apelida os Sócios de “estúpidos” e a cereja no topo do bolo é o desprezo com que encara a Gala, que ele criou, e como tal, se considera dono e senhor da mesma. Nada de novo, sempre confundiu as competências do cargo que ocupa com a forma de gerir um pequeno negócio numa qualquer garagem em Telheiras. Este estilo pato-bravo levou a muitas falências, esperemos para ver o impacto que terá no futuro do nosso Sporting, o lucro aventado hoje, ao contrário do que se festeja, revela que continuamos no mesmo registo que este Presidente combateu, vivemos de lucros de vendas, na sua maioria jogadores formados internamente, projeto esse abandonado de forma clara com a entrada de Jorge Jesus, e pelos vistos, com toda a conivência do Presidente, que acha “estúpidos” todos os que pensam que se ganham títulos com os jogadores de Alcochete. Tem toda a razão, não se ganha só com estes, mas pelos vistos não temos ganho com nenhuns, e o que Alcochete nos tem oferecido nos últimos anos é encaixe financeiro, a relembrar só alguns nomes: Ronaldo, Quaresma, Viana, Nani, João Mário, Cédric, Illori, Bruma, entre tantos outros.

 

Mas como em tudo na vida existem os danos colaterais deste estilo e desta boçalidade. Assistir a “ilustres” que defendem este Presidente, só me leva a pensar que estamos perante um ato de desespero, há fome em Portugal. Pina, Dolbeth, Saraiva, entre outros, na defesa cega deste Presidente não compreendem que se estão a reduzir a um estado de falência intelectual tão grande e tão grave, que no dia que todo este fraco edifício azevediano cair, todos irão seguir o mesmo destino. E quem sabe, e assim espero, para sempre longe e afastados do Sporting. Não o servem, servem-se, e gente desta estirpe faz tanta falta como a fome.

 

Em conclusão, que pouco há a escrever sobre este tema, deixo somente para pensamento o hipotético cenário de uma hecatombe cada vez mais próxima e cada vez mais evidente. Os rivais estão a arrumar a sua casa, nós estamos em clima de guerra declarada, internamente e no panorama externo, contra tudo e contra todos. Vamos ter que vender, vamos voltar a comprar por atacado e em mercados que oferecem jogadores de qualidade duvidosa, e claro, vamos para mais um ano zero onde vamos superar novamente o nosso recorde orçamental.


Admito que muitos Sócios defendam esta direção. São praticamente os mesmos que defenderam Godinho Lopes até à exaustão. É assim, é muito fácil apoiar o poder. É preciso coragem, dignidade, frontalidade e uma espinha dorsal bem definida e hirta para criticar. O futebol é feito cada vez mais de gente sem pinga de valor. E cada vez mais feito de gente que abusa da pinga!

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publicado às 09:55

O Ministério da Verdade

por Trinco, em 16.05.17

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Qualquer semelhança com qualquer realidade é apenas e só uma qualquer infeliz coincidência e nem sequer sei porque me lembrei disto agora...

 

George Orwell na ficção distópica presente no livro 1984, retrata o quotidiano de um regime político totalitário e repressivo, mostrando uma sociedade oligárquica colectivista capaz de reprimir qualquer um que se opuser a ela.

 

Nele retrata e descreve toda uma sociedade orientada ao "Grande Irmão" estruturada em vários ministérios.

 

Um deles é o Ministério da Verdade que é um dos quatro que compõem o governo da Oceania.

 

Tal como os restantes (Ministério do Amor, da Fartura e da Paz), o seu objectivo é exactamente o oposto do que o denomina, sendo directamente responsável pela falsificação da história, fazendo da  “verdade” aquilo que o Estado quer que a mesma seja.

 

Na parede do edifício que o alberga, os 3 slogans do Partido: “Guerra é Paz”, “Liberdade é Escravidão” e “Ignorância é Força”.

 

O Ministério da Verdade é responsável pelas notícias, entretenimento, artes e educação. O seu propósito é reescrever a história e alterar os factos, de forma que eles se encaixem na doutrina do Partido.

 

Por exemplo, se o "Grande Irmão" fez uma previsão que se revele errada, os funcionários do Ministério devem reescrever a história de forma que a previsão do Grande Irmão seja precisa.

 

O seu objectivo é criar a ilusão de que o Partido é absoluto, que não muda suas directrizes (o Partido não altera as suas alianças ora com a Lestásia ora com a Eurásia), não comete erros (o Partido não expurga membros nem faz previsões erradas), porque isto implicaria fraqueza, e para manter o poder o Partido deve parecer, forte ênfase no parecer, eternamente correto, coeso e forte.

 

Esta ficção é-me verdadeiramente familiar, mas continuo sem saber porque raio me lembrei dela...

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publicado às 19:47


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Sobre o Sporting, com verdade, exigência e espírito critico. Sem reverencias nem paciência para seitas!






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