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Menos senhores, menos.

por Lizardo, em 12.11.18

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Menos senhores, menos.

Menos Samuel Almeida, menos Roquette. Menos Calafate, Pina, e muito menos Dias Ferreira. Menos antigos dirigentes, quase dirigentes e os que nunca foram sequer funcionários. Menos!

Menos a todos os que continuam a debater Sporting sem falar do jogo, sem falar uma única vez nos atletas, nas modalidades, na formação e nos resultados, no desempenho, no futuro, no presente e nos erros do passado.

Chega, o Sporting não pode continuar a dar palco a quem fala de novelas e não fala de desporto, do jogo que se joga, da prova que se conquista, da vitória ou da derrota que se celebra ou ensina a vencer da próxima vez.

Basta de gente, que nem abutres, surgem quando há sangue, que só alimentam novelas, que só oferecem as suas opiniões, vazias, sem substância, sem bases e sem qualquer validade, mas sempre, sempre com objetivos bem definidos e agendas bem redigidas para diminuir pessoas ou o Clube.

O destituído está preso. Entrou a Justiça em campo. Aguardemos agora. O que é facto é a certeza que o Sporting tem uma oportunidade de ouro de fazer uma limpeza em toda a escala. Uma limpeza de pessoas, de processos, de vícios e de rotinas acumuladas que não valorizam o seu desenvolvimento e crescimento em todos os departamentos e disciplinas que fazem esta grande Instituição.

 

É tempo de devolver o Sporting a quem é do Sporting. Temos um Jornal, um Site, um Canal de Televisão, estamos nas redes sociais, temos Lojas, mas não temos uma estratégia de comunicação sustentada e que seja eficaz. E o que queremos afinal?

Queremos que as novas gerações tenham orgulho neste Clube. Que o Sporting continue a ser um eterno grande Clube, que se compreenda a razão de tamanha grandeza.

Mais que ridicularizar um homem ridículo e um conjunto de leais detidos de inteligência, é necessário sim valorizar os golos de Bas Dost, o milagre de Miguel Maia, os grandes feitos do nosso Andebol e Hóquei em Patins, o orgulho de ter um Homem com “H” grande a treinar o nosso Futsal. É imperativo revelar quem está na sombra do sucesso, quem ajuda, do roupeiro ao massagista, do financeiro ao jurista. Os Sócios e adeptos nos últimos anos perderam a consciência e a real noção do que é um Clube. Com a criação das Sociedades Desportivas muito ou tudo mudou. Menos a paixão e a dedicação.

Basta de cinzentismos, de contas e relatórios que ninguém percebe, chega de lutas internas pelo poder e pelo croquete, pelo bilhete e pela feira de vaidades.

O Sporting deve comunicar a uma só voz, e essa voz é a voz de todos os que todos os dias fazem o Sporting acontecer.

 

Sempre, em toda a minha vida ouvi a expressão: “servir o Sporting ou servir-se do Sporting?”. Esta é a oportunidade de acabar com quem se anda a servir, dos gabinetes à bancada, das redações a outras entidades externas.

Bruno está preso. Falta libertar a leal ignorância de muitos Sócios.

É tempo de pedagogia e informação. Sócios que conhecem, Sócios que sabem, são Sócios que reconhecem!

Em frente Sporting, estamos em todas as frentes. Menos sangue nas beiças e mais sangue na guelra! 

 









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publicado às 14:28

A hora Varandas, Frederico!

por Lizardo, em 25.10.18

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Hoje temos um jogo muito importante para o Sporting. Não só pela permanência na Liga Europa, pela notoriedade leonina no mundo do futebol, os pontos que Portugal necessita no seu ranking, e claro, para colocar serenidade num Clube que, historicamente, vive num autêntico furacão há várias décadas.

Peseiro, o menos culpado de tudo o que acontece, não tenho dúvidas será o primeiro a cair. A história repete-se de forma cíclica, com as devidas nuances, mas está cada vez mais fragilizado. E se ainda existia alguma esperança na sua permanência, depois da triste e vergonhosa entrevista de Sousa Cintra, Peseiro está, assumidamente morto, falta fazer as devidas cerimonias fúnebres.

Mas se tudo isto é triste, o fado que nos leva às lágrimas são os episódios regulares que envergonham Sócios, Adeptos e claro, o Clube no panorama nacional e internacional.

Se os pouco inteligentes, e assumidamente estúpidos apoiantes do deposto Presidente Bruno de Carvalho continuam a sua saga persecutória contra tudo e contra todos, celebrando maus resultados e num contínuo disseminar de notícias falsas, pós-verdades e tentativas, estupidas, como eles, de manipular a opinião, não posso também parabenizar o que têm sido estes primeiros tempos da gestão de Frederico Varandas.

Sim, herdou a mais difícil situação da nossa história centenária. Nunca, nem em 2012 o Sporting estava tão mal financeiramente, tão mal desportivamente e tão mal no plano da notoriedade no que toca a reunir apoios e patrocínios, e claro, a nossa joia da coroa, que está pelas horas da morte, e não não é piada a Luís Boa Morte, a formação está a anos luz dos rivais nacionais e internacionais e muitos anos levará a recuperar os níveis que habituou o mundo do futebol.

Frederico Varandas relativizou o problema financeiro. Se Ricciardi o empolou em demasia, também é facto, mas a realidade é que o empréstimo continua a ser difícil de garantir. O plantel de futebol é assumidamente deficitário e dos mais fracos das últimas décadas.

E se tudo isto é um pesadelo, muito mais haveria para debater. Posto isto, como se tem apresentado este novo Sporting? Que tom, que atitude, que posicionamento assumiu com a entrada da nova direção? Silêncio. É positivo, mas é positivo quando se vence nos campos, é positivo quando não há, diariamente, ruído em redor do Clube, dos treinadores, jogadores e adeptos.

Frederico Varandas tem que ter uma estratégia e eu acredito que a tem. Que irá surgir para, de uma só vez, resolver vários assuntos. Assuntos esses que são um corte radical com o passado recente, para acabar com a especulação de corrupção, fraude, abusos, violência. E tem que ser rápido. O Sporting não aguenta este clima constante de guerrilha interna. De desconfiança, de mentiras que ganham expressão e quase se tornam verdades.

Este ambiente, este permitir este estado origina a que novos Brunos surjam no horizonte. Frederico Varandas tem que se fazer ouvir, e mais que gritar, esclarecer e agir o mais rápido possível.

Se continuar assim, deixo aqui a aposta, que muito em breve estaremos novamente em eleições, com mais um conjunto de promessas sem sentido, vários jogadores pernetas pagos a peso de ouro e garantias de pacificação.

O Sporting tem que olhar para Si, lógico. Mas o Sporting continua, e é um erro com décadas, fechado sobre Si mesmo, sem perceber as realidade que acontecem, que evoluem e que socialmente obrigam o Clube a mover-se e a agir de outras maneiras.

Se vomitamos e repudiamos o populismo que vivemos nos últimos cinco vergonhosos anos, regurgitamos este silêncio de paz podre que continua a corroer as bases e os alicerces do Sporting, os seus Sócios e o seu bom nome.

Frederico Varandas, é tempo de revelar nomes, contas. É tempo de apresentar mudanças, estratégias. Um soldado não se esconde nem vence sozinho uma batalha.

Cada dia que passa é um dia a menos na vida do Sporting.

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publicado às 13:27

Acabou. Começou.

por Lizardo, em 11.09.18

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Podemos dizer que acabou. Acabou de vez no passado dia 8 de setembro.
Acabou um passado que durou cinco anos e que muito nos ensinou e explicou sobre as fraquezas do Clube, a falta de carácter de muitos Sócios e a facilidade e simplicidade com que manipula e manobra a opinião de Sócios e Adeptos.

Não devemos agora exigir o que sempre foi uma das principais criticas da anterior gestão. Não se exigem purgas ou um sanear meramente ideológico e de enfraquecimento de opositores. Exige-se sim que o Sporting, para se unir novamente, saiba reorganizar-se e excluir os seus ativos tóxicos, onde se incluem vários funcionários do Clube, bem como, avançar para a inevitável expulsão de todos os que se vergaram à vergonha de acompanhar o Presidente destituído nos últimos e penosos meses antes de escolhermos o nosso novo Presidente.

Frederico Varandas tem essa missão e acredito que a levará a bom porto. Não pode vacilar, não pode viver só da emoção ou só da razão. Tem que compreender que são os bons que nos levam ao melhor e o Sporting está repleto de gente sem capacidade e altamente negativa no que se compreende serem os seus processos diários, gestão e ambições futuras.

Posto isto, não haverá paz enquanto não se acabar esta guerra. E a guerra acaba com a rendição de todos os que foram coniventes com o anterior regime, seja por cegueira ou por interesses pessoais.

Frederico Varandas é hoje o meu Presidente. Ele e a sua equipa os Homens e Mulheres a quem exijo esforço e dedicação diária para modernizar o Sporting. Compreender o nosso espetro social e, acima de tudo, inovar, voltar a colocar o Sporting não só como Clube vencedor e portador de bons princípios e valores, mas também como Clube pioneiro e referência mundial.

O Sporting tem essa capacidade de per Si. Não deve cair no erro do populismo, não deve confundir o desporto com a política, os Partidos e as suas juventudes partidárias, deve lutar contra o granjear fama e poder através dos órgão de comunicação social, sejam para os titulares de pastas como para os seus familiares. Em resumo, a feira de vaidades que há muito é apanágio do nosso Sporting tem que finalizar.

Temos também o esforço de avançar para uma maior profissionalização de processos, mais rendimento, mais estudo, mais ciências humanas e desenvolvimento de atletas/homens/mulheres que são bandeiras dos bons valores, princípios e uma bandeira do lema leonino.

Em suma, voltamos hoje a este espaço, que será atualizado com mais periodicidade, na esperança de escrevermos mais sobre as vitórias nos campos, pavilhões, pistas e piscinas, que polémicas que nos diminuem, atos pessoais que nos envergonham ou ações de gestão pouco transparentes.

Não se invente a roda, não se crie uma nova doença. Frederico Varandas tem esta grande missão, ser a voz positiva e criadora de esperança a um universo de milhões de Sportinguistas. Saiba Ele e a sua equipa gerir as vitórias para capitalizar a mudança e as derrotas para instituir o respeito perdido.

A todos, Saudações Leoninas. Agora sim, o Sporting está de volta!

 

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publicado às 15:23

Tenham coragem

por Lizardo, em 02.08.18

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Tinha pensado escrever só no dia 9 de agosto, depois de entregues as candidaturas e fazer uma avaliação pessoal a cada uma delas. Mas dadas as circunstâncias e o constante desenvolver de novidades, achei por bem deixar aqui as minhas inquietações.

Ao dia de hoje, 2 de agosto, o Sporting tem mais que uma mão cheia de candidaturas. Quantidade mas pouca qualidade.

Todos falamos entre pares, Sócios e Adeptos, e até rivais, e há uma unanimidade nas opiniões, as candidaturas não oferecem a força e a vitalidade que o Sporting necessita para enfrentar os desafios futuros, e acima de tudo, para resolver o pesadelo e curar as feridas que estes últimos cinco anos deixaram expostas e que muito prejudicaram, prejudicam e irão continuar a fustigar o nosso Clube.

Não vou fazer para já uma avaliação individual a cada lista, mas vou deixar algumas linhas sobre o que realmente se destaca nas que me parecem ser as três grandes candidaturas,

Frederico Varandas teve a coragem de aparecer num momento decisivo. Depois da mais negra página escrita sobre tão bela história centenária leonina, Varandas abdica de tudo, dá a cara, enfrenta os ainda tubarões no poder e afirma-se como candidato. Teve o meu apoio e a minha solidariedade, como penso que a ganhou de muitos Sócios. Dia após dia foi ganhando apoiantes, uns mais fortes outros somente para numero populista. A sua lista é uma receita plena de ingredientes que não têm por hábito viver juntos. Um autêntico saco de gatos ao exemplo do que foram as listas apresentadas por Godinho Lopes nas suas últimas candidaturas. Varandas, vem perdendo fulgor e apoiantes, e com o surgir da candidatura de José Maria Ricciardi, Varandas tem que trabalhar muito mais para continuar a alimentar a esperança de ser o próximo Presidente do Sporting Clube de Portugal.

José Maria Ricciardi é a surpresa. Depois de ameaçar e de estar presente nos últimos anos de gestão, eis que assume a dianteira do pelotão. Está decidido a vestir a amarela e ser ele o timoneiro. Na minha opinião ter na sua equipa José Eduardo é um massivo tiro no pé. O Futebol evoluiu, José Eduardo é um demagogo que durante anos tem vindo a trabalhar a sua imagem, com graves incongruências e até lesando o Sporting como foi o triste episódio Marco Silva e a sua defesa cega e até incompreensível a Bruno de Carvalho. Os restantes nomes apresentados nesta candidatura só me merecem respeito, gente com mérito e provas dadas na sociedade civil e no universo profissional. E sim, o Sporting precisa de uma gestão capaz e de gente com poder, mas falta gente que tenha o essencial conhecimento da realidade desportiva, e sinceramente, esta lista ainda não apresentou essas pessoas. Que bem era que tudo fosse um mar de rosas, que todos se bem relacionassem e que o know-how financeiro de Ricciardi se relacionasse com o grande Know-how desportivo de Benedito, Pedro Miguel Moura e Ricardo Andorinho.

Benedito apresenta-se com uma lista de gente do Desporto, com muito passado no Sporting.  Benedito dispensa apresentações pelo seu passado no Clube, Pedro Miguel Moura é dos atletas mais vencedores de sempre do Sporting e com um trabalho extraordinário na Federação de Ténis de Mesa e Ricardo Andorinho é também ele um ícone do Sporting, um Homem com sapiência me gestão desportiva. Mas falta a finança, é o ponto fraco desta candidatura. As opiniões sobre esta candidatura na generalidade apontam esta fraqueza. Gente boa, gente séria, gente que respira Sporting mas gente que não se lhes conhece a capacidade de gerir um Clube e uma SAD com milhares de funcionários e desafios financeiros diários, onde cada vez é mais complicado chegar a patamares mais altos sem os devidos “empurrões” e conhecimentos. Como já o referi acima, esta sim, seria a melhor solução para o Sporting, alguém com as qualidades para lidar e gerir a finança como José Maria Ricciardi aliado à capacidade emocional e gestão desportiva destes três grandes símbolos do nosso Sporting.

Posto isto, não consigo ao dia de hoje fazer um prognóstico. Se Varandas teve e ainda goza da vantagem do pioneiro, é também verdade que todos os dias perde apoios. Até dia 8 de setembro tem que trabalhar muito mais e melhor para passar uma mensagem que não esteja plena de lugares comuns e sem alcance mediático. Ricciardi continuará com a sua máquina de propaganda, muito bem montada, a alimentar a opinião. Veja-se que comentadores têm estado nas televisões, os que estão neste momento e vamos aguardar pelos que vão chegar. É assim que, de forma inteligente, se manipula muita decisão. Em todos os Canais temos gente que critica a bem criticar as candidaturas, que as aponta como fracas, que diz por outras palavras e em contextos diferentes exatamente o conteúdo da comunicação de José Maria Ricciardi: O Sporting não está para aventureiros. É preciso gente com experiência e com capacidade de gestão. Não basta querer é necessário saber. Deixo para as últimas linhas a candidatura de Benedito, que tão mal tem tratado da sua comunicação. Excesso de foco na imagem do Candidato que já pouco ou nenhum assunto tem para oferecer, falta dar força a Pedro Miguel e Ricardo Andorinho, todos sairão a ganhar com esta estratégia. E claro, falta alguma agressividade positiva, um discurso mais claro e menos encenado, perder o medo e agarrar com unhas e dentes esta oportunidade que têm, pois é possível vencer estas eleições.

Em suma, não posso negar que a candidatura de Frederico Varandas me desiludiu, uma injustiça, pois não é Varandas o ponto fraco mais sim quem o acompanha. Ricciardi está para vencer e tudo irá fazer para vencer, e sabemos que o poder ganha poder. Benedito tem que acordar para a vida, estas eleições não podem ser geridas “by the book”, o tempo é nulo, as eleições são “amanhã”, e o tempo que se perde em ações menores são votos que não se conquistam.

O Sporting merece melhor. Tenham coragem.

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publicado às 11:24

Quem vota seus males espanta

por Lizardo, em 02.07.18

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Votar é mais que um direito, um dever, é a maior arma que os Sócios têm. É a voz secreta que decide e tem criado e também destruído o Sporting nestes últimos 112 anos.

É evidente que nem sempre optámos pelas melhores soluções. É esta a magia da escolha, mas por mais enganos e arrependimentos que todos tenhamos, uma coisa é certa, a grande maioria dos Associados votou sempre em consciência e com a certeza que escolhiam o melhor para o Clube.

Os últimos anos foram um autêntico pesadelo. Aguardemos pelos próximos tempos e o que se augura é a revelação de uma SAD caótica e falida, onde muitas verbas foram já adiantadas hipotecando o futuro próximo da nossa saúde e boa gestão desportiva.

Os tempos não são de facto de grandes expectativas de sucessos imediatos. Mas não é também impossível que depois destas enormes tempestades chegue a bonança e a celebração maior, ser campeão no futebol.

Para isso vamos todos no próximo dia oito de setembro escolher entre vários candidatos o futuro imediato no nosso Sporting.

Até ao momento e seguindo a comunicação social, teremos várias candidaturas:

Frederico Varandas já se apresentou.
João Benedito disse que iria apresentar.
Fernando Tavares Pereira é candidato.
Paulo Lopo diz que avança.
Dias Ferreira ameaça com nova candidatura.
Pedro Madeira Rodrigues irá voltar à carga.
Os jornais falam em Figo e Tomás Froes

Feitas as contas, temos seis candidaturas que tudo têm feito nos últimos tempos para ganhar terreno e se afirmar, e depois temos a hipotética hipótese de Figo e Froes que mais parece uma vontade de alguns Associados e não uma vontade dos citados candidatos a candidatos.

Posto isto, e sendo o Sporting um Clube que se considera democrático, não me preocupa o número de candidaturas. Preocupa-me sim o problema de se criar um ruído de tal forma sujo que desvie as atenções do essencial. Os projetos!

O Sporting chegou a um ponto fulcral. Mais que escolher uma personalidade, é necessário escolher uma equipa. Um projeto que seja diferenciador, que não viva nos clichés habituais onde “aposta na formação”, “compra de jogadores só para lugares essenciais”, “continuar eclético”, “manter a maioria da SAD”. Meus caros, isso é conversa simples e para isso não era necessário votar. É preciso é romper com a normalidade. Exige-se visão.

Frederico Varandas foi o primeiro a avançar. Na minha opinião mal. Muito mal. A sua equipa não aqueceu nem arrefeceu os Associados. E o que não empolgou, facto, foi o erro de apresentar já uma Comissão de Honra onde podemos encontrar nomes como Eduardo Barroso, Sampaio ou Paulo Abreu, e a seu tempo, José Maria Ricciardi. Os Sócios que votaram massivamente na passada AG de dia 23 de Junho votaram também no afastamento destas personalidades. O seu tempo passou. Não ajudaram. Falharam.

De Frederico Varandas exige-se rápido um projeto para que consiga recuperar algum do eleitorado que perdeu nestes dias.

Como é lógico, os que ainda estão com o suspenso Presidente não irão votar Varandas. E aqui entra na equação Benedito.

Benedito terá muito do eleitorado do destituído Presidente. Uma lista de campeões com grandes vitórias nas modalidades, terá com toda a certeza também um campeão na gestão do futebol. Que se apresentem e que revelem o seu projeto. Na minha opinião são a candidatura que, HOJE, mais hipóteses tem de vencer as eleições depois dos erros de Frederico Varandas.

Dias Ferreira ameaça a candidatura, e parece-me lógico que entra para jogar. Da mesma forma que o fez da última vez, penalizando Godinho Lopes. Agora penalizará todas as restantes candidaturas favorecendo a de Frederico Varandas. Mais do mesmo.

Pedro Madeira Rodrigues, goste-se ou não, teve a coragem de praticamente sozinho ter dado o peito às balas na fase de maior hipnotismo da gestão passada. A derrota não era só evidente como era claro como a água que iria sujar a sua imagem pessoal. Pedro Madeira foi a jogo, foi humilhado nas urnas, humilhado na rua, humilhado nas redes sociais. Agora, se procura um bom resultado tem que perceber que o Sporting precisa de união, que não vive de aventureirismos e que, acima de tudo, tem que trabalhar a sua imagem pessoal. Mostrar ao eleitorado leonino o que é como pessoa, os seus méritos profissionais, os seus apoios. E claro, evitar cair na enorme asneira de trazer algumas das pessoas que o acompanharam na sua ultima jornada, como ficou bem claro, a grupeta de Severino e outros Associados que declaradamente gostam muito do Clube mas que não acrescentam nem valorizam o que se pretende do Clube para o Futuro.

De Fernando Pereira e Paulo Lopo pouco sei. E acho que os Associados também não vão querer saber muito mais do que sabem agora. Nitidamente candidaturas para ganhar expressão mediática. O pensar no Eu em detrimento do Nós e do que realmente interessa que é o Sporting Clube e a sua SAD.

Por último a hipótese Figo e Froes. Se avançarem serão sérios candidatos. É verdade que Figo tem muitos anticorpos, mas não deixa de ser verdade que também tem muitos que o veneram e lhe reconhecem educação e capacidade de gestão. Em relação a Tomás Froes, é um exemplo de uma geração vencedora, com empresas de topo e com sucessos nos mais diversos espaços por onde passou. Mas, e há sempre um mas, não chegam os nomes, se avançarem, se conseguirem apresentar um projeto diferenciador, terão todas as hipóteses.


Em conclusão, estas eleições têm que:

Unir os associados. Deixar claro que o passado recente foi o maior erro da História do Sporting, e claro, saber discutir o Clube. Apresentar ideias, partilhar, ouvir. O tempo é curto, dia 8 é amanhã, e é agora, agora que o Clube precisa de ajuda, agora que o Sporting está de rastos que os verdadeiros se apresentam e dizem presente.

Quem continua eternamente na sombra, quem procura o momento ideal, ficará nesse estado ad aeternum, pois esse momento não existe nem coloca o Sporting em primeiro lugar.

O meu apelo é simples, respeito, tolerância, compreensão e elevação. Eis o Sporting em eleição!

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publicado às 11:21

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E pronto, estamos nos episódios finais de um drama sempre aqui anunciado, com a penosa agravante do prognóstico se ter revelado menor em dimensão da real tragédia que vivemos realmente há vários meses.

 

Bruno de Carvalho é de facto um charlatão. Afinal de contas, como bem nos canta as iniciais do seu nome, BdC, lemos facilmente “Banha da Cobra”. 

 

E tem sido isso que tem feito desde 2011 e de forma efectiva desde 2013. Bruno é “camelo”, um “merdas”, “parasita”, “vigarista”, “criminoso” entre outros adjetivos que se vão ouvindo e lendo, alto e bem redigidos pelas televisões, jornais, manifestações e redes sociais.

 

Como é óbvio, e típico do bom charlatão, BdC, apresenta-se calmo, confiante, igual ao BdC que sempre conhecemos, invencível, dono da verdade, capaz de percorrer o mundo pelo Clube, o tal que trabalha 24 horas. 

 

A realidade todos a conhecemos, vitórias nem no campo nem nos tribunais, e o trabalhar 24 horas obriga a um consumo de muita cafeína ou umas coca colas como bebeu o saudoso Sanches do Boavista.

 

Posto isto, o drama, o ódio e a frustração estão instalados entre Sócios e Adeptos.

 

Bruno, BdC, mexeu com as emoções de todos. E agora, que nem namorada que nos chifra, cria aquele ódio que pode levar às maiores loucuras. 

 

Sempre se matou por amor, sempre se matará por ódio. 

 

Quem o amou loucamente ao ponto de ameaçar e até perseguir quem contestava Bruno, agora chora, agora grita, é a raiva que se instalou, é a frustração de ter acreditado numa criatura que brincou com todos, que nem o parceiro ou parceira que nos engana no namoro, desde o primeiro dia. 

 

Meus amigos, que chorem, que gritem, que lavem a alma, mas que lavem profundamente e sem deixar resíduos dos coliformes fecais que ainda estão instalados no Clube e que nos levam às lágrimas todos os dias dadas as sucessivas vergonhas e faltas de respeito.

 

Como escreveu Vassili Rozanov, um grande escritor e filósofo russo “Das grandes traições iniciam-se grandes renovações”, e é o que todos esperamos o mais rapidamente possível.

 

Este romance entre Sócios e Bruno está a chegar ao fim. Já não há amor, há ódio, raiva, a evidente mentira revelou-se e o Clube, o nosso Sporting sofre e fica mais pobre a cada minuto que passa.

 

Sportinguistas uni-vos, não em torno de candidatos a candidatos, não em torno de messias ou outros charlatões que certamente irão surgir.

 

Sportinguistas uni-vos em torno do que realmente interessa agora, limpar o Sporting desta gente, para sempre, e preparar o presente e o futuro que realmente todos merecemos. 

 

O Sporting é nosso! Sem dúvida. É preciso é ter coragem e dar a cara! 

 

 

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publicado às 09:17

Acordar para a realidade

por Lizardo, em 05.06.18

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E agora Sporting?

Depois de uma concentração com quase mil Associados a exigir a demissão de Bruno Carvalho e de todos os que continuam agarrados ao poder.

Depois da detenção de André Geraldes, que estranhamente, não se ouve nem se escreve uma “linha” sobre o tema nem sobre o assunto. Em especial por parte de quem sempre se arvorou por ser um paladino da transparência e da verdade.

Depois de tantas ilegalidades e tantas tentavas de evitar a inevitável queda dos instalados.

Depois do ataque aos jogadores na Academia.

Depois de vários impropérios, que têm anos, por parte do Presidente a Sócios, Adeptos, Atletas e Rivais.


Depois de um Processo colocado pela Holdimo.

Depois de uma Providência Cautelar.

Depois de um requerimento para destituição assinada por um grupo de Sócios.

Depois de uma Elsa Tiago Judas.

Depois de constantes faltas de respeito por parte de funcionários do Clube e Comentadores do canal televisivo do Sporting a Sócios, Adeptos e Atletas.

Depois de ameaças, injurias, difamações a todos os que se não se identificam com este Sporting e esta direção.

Depois de vergonhas escritas e faladas por parte dos responsáveis pela comunicação do Sporting, sejam diretores, assessores ou empresas criativas como a Young Network.

Depois de cartas de rescisão de jogadores que chegaram e o fantasma real de novas que se apressam a chegar.

Depois de tanto ilustre que afirmou apoio a este Presidente na Comissão de Honra agora o destratar e exigir a sua demissão.

Depois do Presidente da Republica, Magistrados, Políticos, Advogados, Criativos, Reformados, Eletricistas, Atores, Músicos, Banqueiros, (…) exigirem diariamente a demissão desta direção.

Depois de tantos episódios negros que nos envergonham e que continuam a adiar o sucesso do Sporting, que mais é necessário acontecer para que Bruno Carvalho entenda que não é parte da solução mas sim todo o problema?

Depois será sempre tardio. O Sporting perde e morre diariamente.

Ontem foram mil que finalmente perceberam que o Sporting cresce e ganha vitalidade com a critica.

 

Agora é tempo de continuar esta batalha. O Sporting não merece esta gente barricada no poder e com toda a certeza, como medo da justiça e da pobreza social que os espera.

Que a gestão de poderes seja compreendida, gerida e focada para o essencial. O Sporting e o seu futuro.

Esta semana tem tudo para ser histórica, pelos bons e infelizmente, pelos piores motivos.

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publicado às 11:05

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Este fim-de-semana mais dois títulos importantes. Andebol e Futebol Feminino, e no futebol, o empate contra o Benfica coloca-nos em vantagem e a depender só de Nós para garantir o lugar da Champions League. Lugar que tem e deve ser nosso por total mérito.

Mas hoje o que me leva a escrever é realmente sobre esta mudança de paradigma nas modalidades ditas amadoras, e a eterna questão, porque se ganha e sempre se ganhou tanto nestas disciplinas, e sempre se ganhou tão pouco no futebol profissional?

Numa primeira apreciação a quente, a palavra “amadora”, explica muito sobre esse tema. Vivemos numa realidade desportiva cada vez mais focada no fenómeno futebol. Há falta de competitividade interna, não há publico, e como não há espetáculo, há pouco investimento de terceiros nas modalidades, ou seja, do Vólei ao Andebol, e até mesmo no Futsal e no Hóquei, não há um retorno financeiro forte e substancial que possa alimentar estas modalidades ao ponto de sermos competitivos e ganhar os principais títulos europeus.

Mas há aqui outro ponto, o amadorismo, ou seja, a carolice, o trabalhar com o coração, com a vontade, o viver uma paixão diária em cada secção. Aqui os melhores têm por hábito sair vencedores, pois são os que melhor trabalham, os que estão melhor organizados e não existe ainda o hábito de existirem intervenções externas de grupos empresariais e o peso sempre oculto de marcas que patrocinam Clubes e Competições.

O Futebol vive exatamente no prisma oposto. O Profissionalismo obriga não só a ter, também os melhores, mas obriga a uma constante evolução. O futebol evolui todos os dias, seja no plano de jogo, no departamento médico e físico, e claro, no plano financeiro. Há todo um sem fim de indivíduos e empresas associados a este fenómeno. E é aqui que reside o problema. É preciso ser não só melhor, mas ser acima de tudo o mais forte. E a força não se conquista sozinha, é o resultado e a aliança de esforços com todos os mais variados agentes e profissionais.

O Sporting sempre foi um exemplo, e todos queremos continuar que assim seja, na realidade das modalidades amadoras. O nosso ADN é esse. Competir e Vencer.

No Futebol vivemos hà décadas uma realidade oposta. Competimos mas não temos o hábito dos campeões, que é vencer consecutivamente. E não é por falta de investimento. Este ano é disso exemplo. Algo que ajudou e foi o fator chave nas conquistas do Vólei e do Andebol e todos esperamos que seja também no Futsal.

O Futebol está industrializado. Está repleto de CEO´s, de Marcas, de interesses, de investimentos bancários, dividas e juros, ações e outros mecanismos financeiros. De empresários que gerem o jogador como um número, onde o humanismo está cada vez mais recolhido e encostado na bancada.

O Sporting não pode continuar a viver e a gerir o seu Futebol como gere as modalidades amadoras.

O Sporting, neste caso a sua SAD, que gere o desporto rei não pode ser gerida pelas mesmas equipas que gerem o andebol ou vólei. São universos distintos. Dimensões opostas. Responsabilidades sem comparação e acima de tudo, a exigência de poderes é muito maior.

O que assistimos é a isso mesmo, pouco poder. Não contamos para nada, da Liga à FPF, da UEFA à FIFA, somos somente um Clube que ladra muito mas não morde.

O Sporting precisa renovar a sua gestão da SAD. Como está, e como se adivinha o futuro, com este fracasso a toda a escala da nossa formação, origem de muitos milhões em vendas nas últimas décadas, que agora secou, o futuro não é de todo brilhante.

Preparem-se, pois será a SAD o grande motor para uma mudança fundamental e urgente.

Em resumo, o amor e a paixão fazem mais que o muito saber sem vontade de o aplicar. Mas depois, feitas as contas, os segundos lugares, sejam com Bruno Carvalho e Jesus, ou com Soares Franco e Paulo Bento, serão sempre os primeiros dos últimos.

 

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publicado às 12:11

O filha da puta do fracasso

por Lizardo, em 02.04.18

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Et voila, tudo se revelou tal e qual como sempre preconizamos. O fracasso é o nome do meio de Bruno de Carvalho, e por mais voltas que nos dê, ou tente dar, não consegue esconder a realidade, pois fracasso é a palavra que melhor define a sua vida profissional antes de chegar ao Sporting, e cinco anos depois, de fracasso em fracasso até à machadada final, que todos esperamos, esteja para muito breve, para bem do nosso grande Sporting.

 

Mas comecemos pelo telhado, ao estilo do fracassado mestre de obras Azevedo, quando surgiu o Sporting estava completamente à deriva, os Associados loucos com a falta de respeito que tinham para o Sporting, não praticávamos bom futebol, a instabilidade estava instalada, financeiramente estávamos um caos.

 

Este estado de fome e necessidade de circo como um drogado necessita da sua dose, abriram as portas a um ilustre desconhecido, um especialista em fracassos.

 

Como é óbvio o fracassado não fracassou sozinho. Sampaio, Barroso, Ricciardi, entre outros ilustres do fracasso, congeminaram e viram em Bruno o perfeito rastilho para destruir o pouco do Sporting dos Fundadores que ainda perdurava.

 

Com o tempo, nem educação, nem exemplos e referências, nem títulos, nem nada! Um fracasso em toda a linha, onde a comunicação nos tenta passar que estamos muito melhor financeiramente, (rir em voz alta) e melhor no campo desportivo em todas as modalidades.

 

Felizmente não basta dizer, e o tempo em que “se deu na televisão deve ser verdade”, não se aplica na sua total força nas redes sociais. Uma mentira dita e repetida várias vezes não se torna verdade. Eles tentam, mas o fracasso tem muita força e revela-se sempre.

 

Passaram anos, muitos casos, muitas derrotas, muitos posts no Facebook, mais processos em tribunal, devassas de vidas de Sócios e Adeptos, ameaças física, bem, tanto circo que só faltou mesmo o golo entrar na baliza. O que infelizmente, não acontece e é cada vez mais difícil.

 

Jorge Jesus chegou como um grande salvador. Apresentado com pompa e circunstância, um pouco ao exemplo da receção a Markovic no aeroporto. Se o jogador andou a gozar com a cara de todos nós, ao exemplo de quase 70! (Setenta) outros nomes, Jorge Jesus conseguiu coisas boas, muito boas e outras muito más. A formação acabou, puff, olhando para os nossos escalões, este ano corremos o risco de ganhar zero, e a nossa equipa B, a tal que forneceu vários jogadores à primeira equipa, à primeira liga, à europa do futebol e à seleção nacional, vai acabar. Gestão de excelência.

 

“Mas fala lá das modalidades!”. Sem dúvida, uma melhoria evidente. Um Pavilhão digno e mais que merecido, o nosso ADN está ali também naquela obra. Obrigado Bruno, acabaste o que muitos já tinham começado. Faltou-te essa ponta de carácter e dignidade para agradeceres aos que permitiram que fosses tu a inaugurar tão importante obra. De qualquer forma, o meu aplauso. Está feito, e gabamo-nos que está pago. Já as modalidades batemo-nos que nem loucos na Europa, ou não, o Hóquei é cada vez mais um desporto de províncias ibéricas, o futsal, onde gastámos milhões, tem sofrido dissabores com o rival da segunda circular, e muito me agrada ver o Andebol, com uma equipa de milhões muita vez a sofrer com equipas de tostões. Aqui a culpa é também do nosso paradigma desportivo, queremos é bola no pé. O resto é para um nicho.

 

Em resumo, cinco épocas, quatro campeonatos para o Benfica, um que não sabemos quem o vencerá, nós não seremos, e há várias semanas que colocamos a fasquia ao nível de um Braga.

 

Realmente a política de exigência é um doce neste universo de Azevedos, Sampaios e Barrosos.

 

Vale tudo! Ou Vale só o Azevedo?

 

 

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publicado às 11:01

Forever de Carvalho

por Lizardo, em 03.03.18

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Forever!

Tem sido isto os últimos anos do nosso Sporting. Um projeto “forever”, uma dinastia “forever”, treinadores “forever”, e claro está, o desgosto de “forever a perder”.

 

Factos, cinco anos de Bruno de Carvalho, quatro campeonatos para o Benfica e este ano já estamos a olhar com mais medo para o Braga que plenos de esperança e de força para, pelo menos, conseguirmos o lugar que nos dará acesso à Champions League.

 

Esta época foi um circo sem precedentes, nada que nos choque, afinal o Palhaço superior continua a gerir uma Instituição centenária com menos rigor e menos know-how que qualquer merceeiro com a quarta classe tirada entre regadios e pastorícias.

 

Bruno falhou! Outra vez. “Forever” a prometer e exigir, a desviar atenções com guerras que à priori todos sabiam que nos iriam rebentar nas mãos.

A mais mediática e mais ignorante, a que nos levou a uma aliança com o Futebol Clube do Porto. Como é óbvio e sabido, nestas alianças só um pode ganhar, e ao exemplo da Seleção da Alemanha, quem ganha é sempre o Porto, com o doce sabor de nos terem ridicularizado, olhos nos olhos, na sua própria casa.

 

Espero não voltar a ser gozado, pois o Benfica que ainda corre para campeão, ainda nos vem visitar a Alvalade, e não gostava de desligar as luzes e ligar a rega, ou quem sabe, o Bruno atiçar-lhe os seus cães do Facebook ou da Young Network.

 

Sem muito mais assunto, pois estamos a viver um loop, uns acordados outros cegos e a adorar ser ignorantes, o facto é real, milhões gastos como nunca, muito pior que os gastos com Pongolle e outros similares, títulos menos que nessas épocas, menos esperanças claras e evidentes na nossa formação, um plantel com pouco futuro dada a idade de alguns ativos, emprestados e os que estão loucos por abandonar o barco do “Palhaço”.

 

Vivemos ainda a ilusão das modalidades. Vólei, Andebol, Hóquei e Futsal. Os momentos decisivos estão a chegar. Não quero acreditar que também aqui, com tantos milhões investidos, vamos ficar a comemorar o “normal”, que é um título. Exige-se o pleno!

 

PS: Vamos começar a assistir ao lento fuzilamento de Jorge Jesus por parte do aparelho palhaçal da comunicação do Sporting. De Saraiva aos palhacitos das redes sociais e claro aos iluminados pirilampos da YoungNetwork.

 

PS2: Bruno anda calmo, em silêncio. Sem Sportingados para apontar, sem antigos dirigentes para culpar, sem comunicação para guerrear, ... a próxima guerra será contra os animais de estimação nos restaurantes. Enfim, o ridículo de cinco anos de Sporting de Carvalho.

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publicado às 14:28


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Sobre o Sporting, com verdade, exigência e espírito critico. Sem reverencias nem paciência para seitas!






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