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Este fim-de-semana mais dois títulos importantes. Andebol e Futebol Feminino, e no futebol, o empate contra o Benfica coloca-nos em vantagem e a depender só de Nós para garantir o lugar da Champions League. Lugar que tem e deve ser nosso por total mérito.

Mas hoje o que me leva a escrever é realmente sobre esta mudança de paradigma nas modalidades ditas amadoras, e a eterna questão, porque se ganha e sempre se ganhou tanto nestas disciplinas, e sempre se ganhou tão pouco no futebol profissional?

Numa primeira apreciação a quente, a palavra “amadora”, explica muito sobre esse tema. Vivemos numa realidade desportiva cada vez mais focada no fenómeno futebol. Há falta de competitividade interna, não há publico, e como não há espetáculo, há pouco investimento de terceiros nas modalidades, ou seja, do Vólei ao Andebol, e até mesmo no Futsal e no Hóquei, não há um retorno financeiro forte e substancial que possa alimentar estas modalidades ao ponto de sermos competitivos e ganhar os principais títulos europeus.

Mas há aqui outro ponto, o amadorismo, ou seja, a carolice, o trabalhar com o coração, com a vontade, o viver uma paixão diária em cada secção. Aqui os melhores têm por hábito sair vencedores, pois são os que melhor trabalham, os que estão melhor organizados e não existe ainda o hábito de existirem intervenções externas de grupos empresariais e o peso sempre oculto de marcas que patrocinam Clubes e Competições.

O Futebol vive exatamente no prisma oposto. O Profissionalismo obriga não só a ter, também os melhores, mas obriga a uma constante evolução. O futebol evolui todos os dias, seja no plano de jogo, no departamento médico e físico, e claro, no plano financeiro. Há todo um sem fim de indivíduos e empresas associados a este fenómeno. E é aqui que reside o problema. É preciso ser não só melhor, mas ser acima de tudo o mais forte. E a força não se conquista sozinha, é o resultado e a aliança de esforços com todos os mais variados agentes e profissionais.

O Sporting sempre foi um exemplo, e todos queremos continuar que assim seja, na realidade das modalidades amadoras. O nosso ADN é esse. Competir e Vencer.

No Futebol vivemos hà décadas uma realidade oposta. Competimos mas não temos o hábito dos campeões, que é vencer consecutivamente. E não é por falta de investimento. Este ano é disso exemplo. Algo que ajudou e foi o fator chave nas conquistas do Vólei e do Andebol e todos esperamos que seja também no Futsal.

O Futebol está industrializado. Está repleto de CEO´s, de Marcas, de interesses, de investimentos bancários, dividas e juros, ações e outros mecanismos financeiros. De empresários que gerem o jogador como um número, onde o humanismo está cada vez mais recolhido e encostado na bancada.

O Sporting não pode continuar a viver e a gerir o seu Futebol como gere as modalidades amadoras.

O Sporting, neste caso a sua SAD, que gere o desporto rei não pode ser gerida pelas mesmas equipas que gerem o andebol ou vólei. São universos distintos. Dimensões opostas. Responsabilidades sem comparação e acima de tudo, a exigência de poderes é muito maior.

O que assistimos é a isso mesmo, pouco poder. Não contamos para nada, da Liga à FPF, da UEFA à FIFA, somos somente um Clube que ladra muito mas não morde.

O Sporting precisa renovar a sua gestão da SAD. Como está, e como se adivinha o futuro, com este fracasso a toda a escala da nossa formação, origem de muitos milhões em vendas nas últimas décadas, que agora secou, o futuro não é de todo brilhante.

Preparem-se, pois será a SAD o grande motor para uma mudança fundamental e urgente.

Em resumo, o amor e a paixão fazem mais que o muito saber sem vontade de o aplicar. Mas depois, feitas as contas, os segundos lugares, sejam com Bruno Carvalho e Jesus, ou com Soares Franco e Paulo Bento, serão sempre os primeiros dos últimos.

 

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publicado às 12:11

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Perdemos cinco pontos até agora. Não é um fatalismo mas é preocupante a forma como os perdemos.

A derrota em Vila do Conde foi aterradora pelo péssimo desempenho da equipa e o empate em Guimarães, depois de estar a vencer por três bolas a zero, era uma aposta de risco em que poucos apostaram a faltar menos de vinte minutos para o término da partida.

Bruno de Carvalho, na última Assembleia Geral, apressou-se a chamar a Si as responsabilidades destes últimos resultados. O seu discurso, longe, muito longe dos discursos carismáticos e populistas que o identificam, foi feito sem alma e sem ritmo. Uma leitura em direto para pouco mais de uma centena de Associados onde ficou claro que Bruno de Carvalho começa a perder a autonomia que o caraterizou nos primeiros tempos de presidência, estando agora mais controlado e com menos margem de manobra.

Como é sua imagem, e nos poucos momentos que retirou os olhos da leitura, aproveitou o contexto para apelidar de “ratos” os que o criticam. “Cobardes” os que têm opinião, e claro, deixou claro que não ia dar “descanso” a quem se intrometesse no seu caminho.

Todo o discurso foi pleno de incoerências e de lugares comuns, apesar de não ser novidade na sua forma de atuar, e aqui me repito, deixou no ar a ideia que foi empurrado para a linha da frente com um conjunto de conceitos “pescadinha rabo na boca”, que antes de o ouvirmos já saberíamos o que esperar. A apologia dos “ses”, se tivéssemos ganho, se tivéssemos marcado, se tivéssemos sozinhos no mundo eramos certamente os maiores do universo.

Bruno de Carvalho está a perder a sua principal virtude, goste-se ou discorde-se dela, que era a capacidade de surpreender. A surpresa nem sempre era positiva, mas tinha o condão de destapar e tocar em assuntos que eram do interesse dos Associados e Adeptos mais desinformados e mais jovens.

Esta mudança pode indicar também o clima de medo e até fantasmagórico que se vive em Alvalade com o aproximar da data das eleições. A bola não entra, corremos o risco de cair para a Liga Europa, e no campeonato já perdemos cinco pontos e não temos deslumbrado como na época passada.

A exigência desta época é muito maior. Estão muitos milhões em cima do relvado que não podem encontrar desculpas na arbitragem ou continuar a apontar a já falida e batida desculpa que o Sporting perdeu peso por culpa dos antigos dirigentes.

Antigos dirigentes esses que já foram ouvidos e deixaram claro como a água que foram alvos inocentes de uma guerra que o Presidente atual se serviu para chegar ao poder. É agora tempo de começar a devolver a dignidade a todos os visados, e isso vai custar muito caro a Bruno de Carvalho.

Em relação aos Associados processados, três zero! Três derrotas sem precedentes, sendo o Presidente alvo de chacota até dos responsáveis máximos das audiências, onde os processos eram uma autêntica comédia. Três derrotas, três despesas para o Sporting.

 

O caso Doyen continua na ordem do dia, onde o discurso da dupla almofada não mais foi que areia para os olhos. Perdemos, estamos em fase de recurso, as esperanças são muito poucas, até pela forma como o Presidente se referiu ao processo na sua homília do passado domingo.

Posto tudo isto, temos as modalidades a dar cartas, o que é importante, resta saber com que preço e com que fatura no futuro. Os orçamentos do Andebol e Hóquei evoluíram para perto do orçamento do Futsal. O Atletismo está em total remodelação, mais uma. Aguardemos por títulos, e por uma autogestão que só as vitórias podem oferecer.

Na relação com a banca, surgem notícias da necessidade de avançar com vários milhões até ao final da época, fala-se em adiantamentos da NOS ou de outros contratos já celebrados. Se assim for, o modus operandi, tão criticado que foi no passado, continua a ser sistema instalado, usado e abusado pela atual direção.

A este Sporting, nesta fase pede-se silêncio e outro nível de relacionamento com os Seus e os rivais. Sabemos que com Bruno de Carvalho isso é uma tarefa complicada, um pedido praticamente negado à partida. Mas o Sporting vai perdendo, vai caindo, os rivais vão vencendo, vão conquistando, e nós, bem nós continuamos com o Karma tão leonino de perder e cair na praia.

 

Na Academia a Equipa B começa a vencer. Foi necessário chamar um conjunto de jogadores adquiridos para começar a amealhar pontos. Situação bem diferente de um passado recente, onde a base da equipa era na sua quase totalidade oriunda dos escalões de formação. Escalões esses que evidenciam poucas esperanças a curto prazo, onde a qualidade não chega aos níveis dos anos passados.

E para terminar, a comunicação, sempre a comunicação, que é o interlocutor de todos estes erros e devaneios. Apontar o outro, desviar atenções, apostar no insulto não são formas nem estratégias que se compadeçam com a ética e a moral sempre defendidas pela Instituição Sporting. A Nuno Saraiva, experiente profissional pede-se mais elevação, mais trabalho junto das redações e nos meios do Clube e menos lixo redigido nas redes sociais. A roda foi criada faz muitos anos, veja-se os exemplos dos Clubes que nos rodeiam para percebermos que estamos nitidamente no caminho inverso e até fora de época no que ao tom e caminho de comunicação se deveria seguir.

Uma palavra de apreço ao Capitão Adrien Silva, que vai ficar mais de um mês parado. A sua falta vai-se se sentir, o pulmão deste Sporting, o grande esteio do meio-campo. Que volte totalmente recuperado e a tempo de devolver ao Sporting a sua qualidade e raça de jogo. É de jogadores como Adrien que a História do Sporting se fez. E nunca, jamais, foi escrita pelos impropérios e erros de direções e outros peixes comensais que navegam nas suas costas.

 

 

 

 

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publicado às 11:34

O Culto do Líder

por Lizardo, em 23.06.16

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O culto da personalidade ou culto do líder tem uma longa história na política, na religião e nas mais diversas disciplinas sociais.

 

A necessidade quase inata do Homem ter uma referência transforma este fenómeno em algo fácil, e numa estratégia usada e abusada pelo populismo.

 

Esta superação de um Homem a um nível superior, mas que habita e convive com os comuns mortais. Tudo lhe é permitido, tudo lhe é aceite, age sempre em conformidade e por necessidade e sabe sempre estar e resolver. Um semideus que se relaciona e vive granjeando um poder que garantiu pela mentira e nunca pelo mérito.

 

O Sporting vive atualmente este fenómeno. Presididos por um culto, uma falácia de verdade e de promessas, que na prática se revelam um real nada. Numa comparação com o passado recente, seja o investimento, sejam os títulos, seja o retorno mediático de vitórias, estamos no mesmo diapasão ou em piores classificações. Para combater este exercício faz-se a comparação a uma única época, esquecendo que meses antes desse ano miserável do sétimo lugar tínhamos chegado com muito mérito e qualidade a uma meia-final europeia. Tínhamos vencido um título europeu no Andebol e contávamos com títulos em várias modalidades e transpirávamos muita saúde nos nossos escalões de formação. O presente não revela nada disto. Muito pelo contrário.


E quando assim é, é necessário avançar com estratégias populistas de cultos de personalidade.

 

Esta semana mais um julgamento chegou ao fim, envolvendo um associado e o Presidente do Sporting. O final era o inevitável, evitando perder mediante uma sentença o Presidente propôs um acordo, que muito gostaria fosse tornado publico. E este resultado faz adivinhar que os três processos colocados a Sócios vão ter um desfecho igual ao que foi colocado ao Jornalista Pedro Marques. Perde o Presidente, perde o Sporting. E a questão que se coloca é a mesma: Quem paga estes devaneios?

 

Só um líder que vive de cultos pode avançar para processar os seus desta forma.
Só um líder que vive na ilusão e procura escapes da realidade se rebaixa a este tipo de episódios.

A capa do Jornal Sporting de hoje representa toda a confusão atual. Confusão entre a imagem do Presidente e a Instituição Sporting. Azevedo de Carvalho não é nem nunca será o Sporting, e muito mal estaria a Instituição se necessitasse de um Semideus.

 

Caminhamos a passos largos para eleições, e estes primeiros momentos de propaganda vazia e sem conteúdo, permitem adivinhar muito do que se está a preparar para cavalgar a candidatura de Azevedo de Carvalho, utilizando os meios de comunicação do Clube. Uma vergonha, pois claro, mais uma.

 

Ao contrário de muitos não tenho muita esperança num futuro próximo. As espirais da história, o seu poder cíclico oferecem-nos dados que não nos podem deixar descansados. Esta forma de estar e atuar não é novidade. E se pesquisarmos, exemplos não faltam e os desfechos dos mesmos não nos podem deixar ficar na passividade.

Passividade essa que me faz muita confusão. Todo um conjunto de ilustres, antigos dirigentes do passado e da atual direção fazem votos de silêncio, apesar de muitos, saberem as suas opiniões sobre o presente. Este silêncio tem sido bem utilizado pelo Semideus. E se assim continuar, no dia que todos desatarem a falar, será tarde demais, e quando todos falam em simultâneo, não se fazem ouvir, e passamos de discurso a ruído num ápice.

Em suma, o barco continua à deriva, todos assistimos à homilia diária, ao culto do “sucesso” e do “mérito”, todos constatamos o oposto, e todos continuamos à espera de outro culto, o do Sebastianismo!

Saudações Leoninas

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publicado às 10:54

Pólvora Seca...Que abre feridas!

por Lizardo, em 09.05.16

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Falta uma jornada e estamos hoje a dois pontos do líder, quando já estivemos a oito.

Falta uma jornada e o tom de comunicação é agora mais brando e até patético na insistência de se jogar mais uma final. A matemática permite essa esperança, mas o senso comum e a realidade não nos permite ter essa tal esperança.

Falta uma jornada e começam os boatos:

Jorge Jesus no Futebol Clube do Porto. Um membro dos Super Dragões já foi visto várias vezes a almoçar e perto da casa de JJ. Que há aproximação e proposta, isso parece inegável.

Fala-se de Layun, Oliver e Zivcovic. Jogadores que podem reforçar o Sporting, ou colmatar saídas, como João Mário, Slimani, Ewerton e Jefferson.

Fala-se que que vamos ter um novo diretor desportivo. Octávio Machado vai abandonar o futebol por motivos de saúde.

O Circo mediático ainda agora está a começar, e vamos para ano de eleições.

O Pavilhão está com várias semanas de atraso. Conseguirá o Presidente inaugurar a obra acabada ou vai agir, como agem os políticos, e vai inaugurar uma obra a carecer de muitos acabamentos? Tudo em prol da campanha eleitoral.

As modalidades estão a ferro e fogo. No hóquei em patins há ameaças, expurgas, processos, fala-se que quatro atletas estão sob o fogo cruzado do desnorte e da falta de competência que usa e abusa desta secção.

O Andebol fez uma época de envergonhar. Maus jogos, péssimos resultados.

No Atletismo passaram-se episódios de bradar aos céus. De Carlos Lopes nem um sussurro, uma aparição. Os vizinhos da Segunda-Circular, que receberam muitos atletas nossos, comemoraram vitórias e vão levar mais atletas aos Jogos Olímpicos que nós.

Em Alcochete os semblantes têm que ser pesados. Perdemos o título em praticamente todos os escalões, na sua maioria para o Benfica. Faltam as decisões dos Juniores e Juvenis.

Se esta época já foi um autêntico circo, o que não nos espanta tendo em conta a quantidade de “animadores” desta arte na nossa Direção, a que se avizinha promete ser um Show sem precedentes na nossa história.

 

Esta época ficará na história como uma das piores de sempre na globalidade de todas as modalidades. E ficará na história como uma das épocas de maior investimento e esforço financeiro.

É tempo dos Sócios começarem a abrir os olhos, todos os processos judiciais, guerras contra moinhos de vento e outras “tonterias” de um tonto que um dia sonhou ser Presidente e que nem sabe atar os sapatos. Este Sporting caminha para um abismo único no nosso panorama. E o preço a pagar será muito dispendioso, podendo custar vários anos de seca de títulos.

O pior que podia acontecer ao Sporting depois de um Sousa Cintra, era falhar um projeto Roquette, o pior que podia acontecer ao Sporting depois de tudo isto falhar era um Bruno de Carvalho.

Que apareçam rápido projetos e candidatos. O Sporting é demasiado grande para estar nas mãos destas personagens.

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publicado às 12:55

Construir o Futuro

por Lizardo, em 04.04.16

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Começa a ser cansativo escrever e falar sobre o Sporting. Em primeiro lugar porque cada vez mais se confunde uma Instituição centenária com um parolo com três anos de presidência.

Começa a ser frustrante -  sistematicamente andar a criticar e a apontar sempre os mesmos comportamentos. É demasiado grave o que está a acontecer no nosso Sporting. Apoderado por um louco rodeado de ridículos peixes comensais.

Começa a ser sistemático o comportamento errático do Sporting. Ora são os posts vergonhosos em sintonia com a vergonha de comentadores nos jornais e tv´s, como são as atitudes vergonhosas como no passado domingo em Almada quando recusámos receber as medalhas na final da taça de Andebol.

Mas o que é isto minha gente? É assim que se está a “Construir o Futuro”?

Mas que futuro é este que anda a ser sovado pelo Rio Ave na Academia. Que futuro é este que vê uma Equipa B nas ruas da amargura. Que futuro é este no Andebol, Hóquei,  no Basket e até no Futsal, onde estamos a caminhar, ao que tudo indica, por desprezar novamente a nossa formação?

Mas estamos a construir o futuro do Clube e da SAD ou o futuro de Azevedo de Carvalho?

O Sporting hoje joga uma cartada decisiva sobre o seu verdadeiro futuro no Restelo. Não ser campeão esta época é uma das maiores derrotas desportivas dos últimos 20 anos.

É inegável, que depois de um investimento megalómano, depois de despedir um treinador com agenda e assinar com um dos mais caros misters da europa, e com a ajuda de Nelson Almeida, Mosquitos, Holdimos, Ricciardi e Costa Aguiar, o Sporting não consiga vencer a liga, e corre ainda riscos de acabar na terceira posição, numa época onde o Benfica começou muito mal e o Porto não se consegue endireitar.

Posto isto, e para não sermos sucessivamente repetitivos sobre os mesmos temas, é tempo de ir à luta, luta essa aberta e inaugurada por Azevedo de Carvalho quando anunciou a sua obrigatória recandidatura.

Basta!


O tempo de Azevedo de Carvalho está a chegar ao fim. Poucos homens tem de confiança e alguns desses, abraçam-no de manhã e pela noite, em jantares, debitam e muito contra ele, mesmo que depois vomitem elogios na comunicação social a Azevedo de Carvalho.

Cuidado com as costas, os homens de avental, os rapazes das claques, os sócios anónimos, os croquetes, os que querem um Sporting novo, os que querem o Sporting dos interesses, ou que querem um Sporting livre, os que querem um Sporting diferente do atual já se movimentam, já se ouvem nomes, já se conhecem caminhos e algumas estratégias. Caberá aos Sócios escolher o que querem, e quem sabe mais breve do que se julga.

Bruno Azevedo de Carvalho, o teu sonho é um eclipse cada vez mais negro.

Farto, desolado, amargurado com este meu Sporting.

 

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publicado às 17:26

Três, a conta que "Deus" fez!

por Lizardo, em 23.03.16

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Faz hoje três anos que Bruno de Carvalho é Presidente do Sporting.

Em três anos temos uma Taça de Portugal, uma Supertaça e uma Taça Cers no Museu.

Em três anos tivemos quatro treinadores, contando com Jesualdo Ferreira que acabou a malfadada época de 2013.

Em três anos são às dezenas os processos, da Doyen aos Sócios, às centenas os comentários sem medir as consequências, são às centenas as promessas que não se cumpriram ou que revelaram ser um vazio total.

As auditorias, tão propaladas que foram durante a campanha eleitoral revelaram um vazio total de crime. Estes processos que entraram agora em tribunal, dizem os entendidos, não são mais que um folclore mediático que vão resultar num real nada.

O Pavilhão está em obra. Vai ser uma realidade, e tanto que precisamos de um Pavilhão. A bem ou a mal, a verdade é que se conseguiu avançar com um projeto fundamental para o Clube e para continuar a vincar e a defender a nossa identidade eclética.

Nas modalidades estamos a anos luz dos rivais. Mais fracos no atletismo, continuamos a léguas no Andebol e no Hóquei, o Basket tenta sobreviver, salva-se e muito bem a Natação, Ténis de Mesa e o Futsal. Veremos quantos atletas vamos colocar nos Jogos Olímpicos e que desempenho vão atingir.

No plano financeiro conseguimos estabilizar. Os financiadores continuam a ser os mesmos do passado criticado, a Holdimo de Álvaro Sobrinho e claro os amigos de José Maria Ricciardi, a Banca e outras Instituições Financeiras.

No Futebol tivemos na época de Marco Silva um ano de envergonhar. Não por culpa da equipa ou do técnico, mas sim por culpa do Presidente, que lançou a toalha ao chão demasiado cedo. Fica a ideia que este ano, continuando Marco Silva, depois do início atribulado do Benfica e o caos que está instalado no Dragão, poderia ser um ano onde o título poderia estar mais que resolvido.

No plano das contratações, tanto foi criticado as gestões passadas, pouco ou nada mudou. Comprar contentores de jogadores, nulo aproveitamento desportivo e financeiro de mais de 80% dessas mesmas compras.

Na gestão emocional e racional com os Sócios, a maior falha de todas. Crescemos em número de associados, o que é importante, mas baixamos na venda de lugares anuais. Por outro lado, temos finalmente um Estádio a bater os 40.000 adeptos. Positivo este ponto. Mas é por demais evidente que a gestão do "ou estás comigo ou contra mim" está a dividir os Associados e Adeptos como nunca aconteceu na nossa história.

As claques juntas na Bancada Sul também foi um movimento importante. O Clima no Estádio é diferenciador e único no panorama nacional, e até Europeu. Poucos Clubes se podem gabar do ambiente vivido em Alvalade.

No que toca ao património, aqui reside um Problema, a Academia está como foi finalizada, com faltas evidentes de manutenção, bem como o Estádio, que finalmente vai ver o Multidesportivo avançar para uma manutenção fundamental.

O Relvado do Estádio continua miserável. O problema está identificado. A solução é dispendiosa, mas um Clube com a dimensão do nosso Sporting não pode oferecer um palco desastroso como o atual, onde o futebol perde espetáculo e até se podem perder campeonatos, pois o golo falhado por Ruiz contra o Benfica, muito se pode culpar o Relvado.

A formação está também a passar por uma fase negativa. Não se reconhecem grandes esperanças a curto prazo que tenham chegado durante estes três anos. Continuamos a viver da gestão do passado. Gelson e Matheus têm mais anos de Clube que Azevedo de Carvalho. A Equipa B está no fundo da tabela e sem grandes artistas que possam alcançar a primeira equipa na próxima época.

Nos Juniores e restantes escalões, há alguma qualidade, mas muitas dúvidas em relação ao futuro.

Não nos podemos esquecer que tem sido a Academia o nosso melhor “financiador”, Hugo Viana, Quaresma, Ronaldo, William, João Mário, entre tantos outros que têm permitido ao Sporting nos últimos dezasseis anos ter conquistado várias Taças de Portugal, Supertaças e dois Campeonatos.


Nesta gestao nasceu também o nosso Canal de TV. Fraco, amador e com comentadores ao nível da mediocridade e da vergonha, como é o Carlos Dolbeth. Um espaço de comunicação de alinhados para alinhados. Demasiado fraco e sem visibilidade, como o nosso Jornal que cada vez está mais pobre.

 


Em resumo, três anos com pontos positivos mas muitos pontos negativos. Numa escala de zero a dez, o 5 é a nota mais coerente.

O Presidente tem que perceber que o mundo do futebol e o fenómeno desportivo não se combatem com posts no Facebook ou com legiões de imberbes crianças a atacar quem se rebela ou quem discorda.

O poder combate-se com poder, e o Sporting continua fraco.

Esperamos todos, que ao terceiro ano o título maior do nosso desporto chegue ao nosso museu. Está ao nosso alcance, numa época de investimento megalómano que nos pode sair muito caro se nada vencermos.

Os primeiros meses da próxima época vão ditar muito do futuro de Bruno Azevedo de Carvalho. Ou vence ou vence. Pois se continuar a ganhar no Facebook, rapidamente a rede social se volta contra Si.

 

 

 

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publicado às 09:39

O Ditador e os Clandestinos

por Lizardo, em 12.03.16

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Sobre os panfletos distribuídos ontem pela região de Lisboa, só me ocorre afirmar que estou envergonhado. Acusar sem assinar, só tem um propósito, dividir.

Mas não deixa também de ser verdade, que a atual gestão, e em especial o Presidente Azevedo de Carvalho, não se relaciona bem com os seus opositores.

Trava uma luta desigual. Tem mais tempo de antena. Tem toda uma máquina de propaganda a trabalhar para Si. E o pior de tudo, é o nível onde coloca o debate, levando quem o critica para o mesmo universo, ou seja, para o lixo.

 

Noam Chomsky, pensador americano, tem vindo a dedicar parte da sua investigação nas temáticas das ditaduras e manipulação de informação para controlar as massas.

Chomsky identifica 10 estratégias, as mais populares, para as controlar:

1 – A estratégia da distração – que consiste em desviar as atenções dos problemas mais importantes e mais prementes.

 

2  - Criar problemas e oferecer soluções  - Tática muito usual, cultivando nas massas reações de aceitação às medidas apresentadas, o desespero.

 

3  -A estratégia da gradualidade – Ir de forma gradual aplicando medidas e alterações a conta-gotas. Uma construção por vezes invisível mas que se revela um monstro passado alguns anos.

 

4 – A estratégia de diferir – A homilia do sacrifício. O “doloroso necessário”, que não se aplica no imediato mas sim no futuro. É mais fácil aceitar o sacrifício futuro que o sacrifício imediato.

 

5 – Dirigir-se às massas como crianças – Utilização de argumentos, personagens, entoação ou termos fora do politicamente correto, e assumidamente infantis, muitas vezes próximas da debilidade, como se o “espetador” fosse uma criança ou atrasado mental.

 

6 – Mais emoção que reflexão – Causar um curto-circuito na análise racional por parte das massas, e acima de tudo, no sentido critico. Este discurso emocial injeta ideias, desejos, medos, temores e induz comportamentos.

 

7 – Manter as massas na ignorância e na mediocridade – Não oferecer qualidade discursiva. Evitar envolver as massas no debate de temas realmente fraturantes.

 

8 – Estimular as massas a serem complacentes com a mediocridade – Promover a ideia que é moda ser estupido, vulgar e inculto. Que há um lugar para cada um de nós. Uns têm capacidades que outros devem aceitar e acatar.

 

9 – Reforçar a auto-culpabilidade – Fazer crer que é o individuo o principal causador da sua desgraça. Assumir nas massas a sua incapacidade de se rebelar contra o que realmente interessa, evitar a ação e o ato de questionar. E sem ação não há questão!

 

10 – Conhecer as massas/indivíduos melhor que eles mesmo se conhecem – Saber gerir estereótipos, antecipar reações. A vida é uma espiral de acontecimentos muitos próximos.


Posto isto, qualquer semelhança com a realidade verde e branca atualmente não é de todo mera coincidência.

Com ataques ao passado. Discursos de vitimização, processos a Sócios e antigos dirigentes, com guerrilhas “necessárias” contra tudo e contra todos, com comunicados bizarros, mal educados, e vazios de substância quase diariamente… Já me cansa tantas vezes repetir.

Há indicadores que o atual regime está em crise. Os financiadores a braços com problemas com a justiça, como são os casos de José Maria Ricciardi ou Álvaro Sobrinho, com problemas com a classe jornalista, que tanto poder tem em Portugal, veja-se o retorno de José Socrates e de Relvas, com tantos conflitos no universo do futebol contra empresários e outros agentes. A luta faraónica de um “mosquito” contra um elefante só canta vitória nas fabulas de La Fontaine.

Pode estar para breve o rebentar de um grande escândalo. Espero que o Sporting fique ausente de tudo isto. As insinuações e acusações escritas nos panfletos de ontem são de uma gravidade sem precedentes em Alvalade.

O silêncio do Presidente foi sensato. Responda hoje, depois da vitória do nosso Sporting no Estoril.

 

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publicado às 10:00

Expectável!

por Trinco, em 01.03.16

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Não me arvoro em especialista de contas ou leis. Mas infelizmente, por causa do Sporting fui obrigado a estar mais atento, bem mais do que quereria, as estas vertentes na gestão do Clube, pelo que não posso dizer que esteja particularmente surpreendido com os resultados semestrais anunciados ontem.

 

Desde as contas do 3º semestre de 2014 que isto era, dada a opção do Conselho de Administração da SAD no conflito com a DOyen, por mim esperado. E a ausência em provisionar a reserva do valor de uma eventual decisão desfavorável, permitiu andar a cavalgar a onda dos resultados positivos durante 5 trimestres, enaltecendo a excelência da gestão.

 

Muitas criticas li na altura, e a cada altura de cada relatório, a quem referia isso e apontava esse dado. Que íamos ganhar, que era certo, que era estratégico, etc... O que para mim conta é que as contas não reflectiam verdadeiramente a realidade. Eram, digamos, o produto de uma realidade alienada do risco que se corria. Poderá ter servido para enganar o Fair-play da UEFA, mas não gosto de basear a minha acção em dados falsos ou manipulados.

 

Neste relatório, a SAD assume resultados negativos de €18.15M. €14.24M da reserva a que se viu obrigada a fazer e €3.9M de outras "partes" (onde o duplicar de custos com o pessoal poderá explicar alguma coisa)...Sobre estas diz ainda que caso as alienações dos direitos desportivos dos jogadores Fredy Montero e Valentin Viola (que em quadro apresentado anteriormente até aparece como valor 0 nas vendas) tivessem ocorrido em Dezembro o saldo (descontado da atrás referida reserva) seria positivo. €699k positivo.

 

Pois eu digo, por maioria de razão que, caso as renovações de Adrien e William, ou a contratação de Zeegalaar e as comissões e prémios de assinatura de Bruno César, Schelotto, Coates e Barcos (e até a comissão na venda de Montero), fossem contabilizadas o resultado seria outra vez negativo. Quer o fabricado, quer o real...

 

Em comunicado explicativo em acção preventiva, a SAD explica também que o resultado negativo é reflexo da "eliminação no play-off de acesso à fase de grupos da Liga dos Campeões, nas condições e circunstâncias por demais conhecidas e comentadas". Referir-se-á às culpas próprias na maneira como se abordaram os dois jogos com os russos? É que para falar de arbitragens convém ter sustentação nas nossas próprias acções e competências.

 

Mas também só agora se percebe que afinal essa competição também era importante? É que em Maio de 2015, numa altura em que a época já devia estar bastante planeada nesses termos mas em resultado da guerra fria com o então treinador, Azevedo de Carvalho, numa atitude miserabilista e "chorosamente" não se coibia de afirmar não saber que orçamento teria...Para depois contratar por valores impensáveis Jorge Jesus Ou desconhece-se que a Liga Europa, caso levada a sério, poderia minimizar essa perda?

 

Neste momento, mesmo com a entrada de receitas dos acordos de cessão de direitos futuros (muito futuros...) de transmissão televisiva, assim sejam aprovados pela autoridade da concorrência, é cada vez mais evidente a razão porque Montero foi vendido à pressa e com claros prejuizos desportivos (por €5M ou por €7M?), e porque vai ser preciso vender no Verão (e não será pouco) contrariamente ao que já foi apregoado, sendo que voltamos a a negociar numa posição de fraqueza e necessidade.

 

Tudo isto em resultado de uns truques de presdigitação e um all-in, como potenciadores de uma re-eleição em contraponto ao que estaria implicito ao desejável para a sustentabilidade do Clube e SAD.

 

P.S. 1 Uma coisa que me falhou comentar foi o facto de nestas contas, mesmo com reestruturações e fusões com SPM, conseguimos ter capitais próprios negativos em €11.2M conforme enfatizado no relatório do auditor (pwc)...history repeating?

 

P.S. 2 O que terá feito o relatório só ter sido publicado às 07:37 de 1 Março quando era suposto ter sido até às 23:59 de 29 Fevereiro?  Terão eventuais exigencias de rigor da pwc alguma coisa a ver com isso?

 

 

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publicado às 10:50

A boa imprensa

por Lizardo, em 19.02.16

 

 

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Corria a época passada e todo um conjunto de subordinados do ilustre João Duarte da Young Network, com a conivência do nosso Presidente e de outro Vice, cuspiam as mais diversas fagulhas e metiam carvão contra Marco Silva.

Dizia-se na época que: “Marco Silva tem boa imprensa”, “Marco Silva é um diabo” que Marco Silva isto e aquilo. O Marco Silva Pim. Um autentico manifesto anti-Marco!

 

Tudo serviu para tirar crédito ao trabalho de um treinador, aposta pessoal do nosso Presidente, a quem ofereceu um contrato de quatro anos.

 

Marco Silva teve dos planteis mais desequilibrados dos últimos anos, e hoje conseguimos constatar isso mesmo, pois se avaliarmos os jogadores contratados no seu ano, poucos ou nenhuns jogam atualmente com Jorge Jesus.

Atualmente na Equipa B já não existem “reforços”, Ryan Gauld caiu no esquecimento e as teorias bacocas como “jogo interior” ou “vontade de ganhar”, hoje em dia não fazem parte das estratégias de muitos rapazes que minaram tudo e todos os meios possíveis.

 

Marco Silva é passado, e como já o disse, para mim Jorge Jesus é melhor treinador que Marco Silva.

Mas não é perfeito. Longe disso.

 

E se há treinador que tem realmente boa imprensa é Jorge Jesus. Ora vejamos:

A nossa pré-época foi desastrosa. Ainda hoje não se percebe muito bem se foi realmente vantajoso ir à Africa do Sul. Sobre esse tema, nem uma palavra. Nem sabemos se foi do agrado de JJ.

Contratámos um central que jogou poucos minutos e rapidamente foi dispensado. Sobre esse tema pouco foi comentado. Foi JJ que o contratou?

Começámos a época em grande com uma vitória contra o principal rival. Durante vários meses JJ andava confundido. Falava mais do Benfica do que do Sporting.

A época interna tem sido positiva o quanto baste. Mas no plano internacional um desastre. Fomos eliminados da Champions por evidente culpa de Jorge Jesus. A gestão que fez nos últimos minutos no jogo em Moscovo, adiando ao máximo as substituições, deitou tudo a perder.

Na Liga Europa sofremos uma das mais vergonhosas derrotas da nossa história, perder na Albânia e pelos números que todos nos recordamos, vai para sempre ficar marcado na nossa memória.

Mas não ficamos por aqui. Jorge Jesus começa a dar a entender que a sua passagem pelo Sporting é efémera. Desdobra-se em entrevistas aos canais de televisão e jornais, onde repete várias vezes que tem o sonho de treinar uma equipa com outras ambições europeias.

E depois contradiz-se várias vezes quando não aposta no Sporting nessas mesmas competições. A nossa atitude em campo nesta prova não dignifica a nossa camisola e a nossa história centenária.

Fala de orçamentos quando está num Clube que tem dos maiores orçamentos da Europa para pagar a um treinador e a toda uma estrutura por ele escolhida para o futebol.

E ontem, a cereja no topo do bolo, depois de uma miserável exibição, já adivinhada pela forma como encarou a conferência de imprensa antes do jogo, vem depois do encontro ameaçar os sócios e praticamente revelar de forma clara que a sua saída pode estar iminente. Estratégias ou agendas? Escolham o que quiserem!

Ecos já se tinham feito ouvir aquando da chegada de Schelloto e a iminente contratação de Diagne, nenhum destes jogadores foi pedido por Jesus. Terá ameaçado bater com a porta?

E Jesus não terá ficado também muito satisfeito com a forma como internamente (não) se resolveu o caso Carrillo.

Jorge Jesus é um grande treinador. Mas tem tido demasiadas falhas. Talvez se sinta enganado, talvez comece a diminuir o grande amor pela sua “alma gémea”.

Os próximos jogos são decisivos, e o discurso derrotista de ontem é vergonhoso e só tenta tapar uma derrota miserável, pois não temos histórico de derrotistas, há bem poucos anos estivemos numa final europeia, meias-finais com o Bilbao e na Champions na época passada não deixámos má imagem. Muito pelo contrário, dignificámos a nossa camisola.

 

Jorge Jesus sabe como ninguém lidar com a imprensa, e tem atualmente no Sporting quem o ajude a organizar as suas ideias.


Mas Jorge Jesus começa a dar demasiados indicadores de estar farto. Normal. Como todos os que se relacionam com Bruno Azevedo de Carvalho. Primeiro é um amor louco sem fim, depois chegam as dúvidas e as primeiras zangas, e os divórcios são claros e certos, e tantos que têm sido na vida do Presidente.

 

Vamos ter outro final de época escaldante. A prova, para quem ainda tem dúvidas, que não há projeto algum para o futebol ou para o Clube ou para a SAD.



Bruno começa a ter a vida complicada. E ele sabe que internamente já se contam espingardas e pistolas. 

 

E aqui, novamente, a BOA IMPRENSA, vai imperar, sobre os erros de JJ nem uma linha, sobre as ameaças de JJ nem uma opinião, sobre o que se sabe e se vai ouvindo, nem um parágrafo. Vale muito ter boa imprensa.

PS: Segunda é para ganhar ao Boavista! Espero que os melhores adeptos do mundo, os que assobiam, os que ficam em casa, ou que não conhecem a história do Clube, apareçam. Juntos somos mais fortes! 

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publicado às 10:28

Direitos revisitados

por Trinco, em 13.02.16

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Segundo o Record, citando o jornal Sol, o negócio dos direitos televisivos poderá vir a ser chumbado pela autoridade da concorrência.

 

A 29 de dezembro escrevi, salientando que a questão não teria isoladamente a ver com o Sporting mas sim com o negócio futebol profissional no seu ecossistema alargado:

 

E depois, até a aprovação pela autoridade da concorrência, pode não ser assim tão linear. Além da possível análise dos pressupostos anteriores, à primeira análise, até o prazo demasiado extenso do contrato pode ser motivo para uma reprovação.

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publicado às 10:05


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