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As caras da Missão

por Trinco, em 04.07.16

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Quando foi oficialmente lançada, a Missão Pavilhão, teve como caras do seu material proporcional estas 4 caras, representativas do mesmo numero de modalidade de Pavilhão que se presumiam ser simbólicas e porta-estandartes do ecletismo do Clube, nomeadamente das suas modalidades de pavilhão.

 

Ana Cunha, Sportinguista, na equipa desde 2012/2013, capitã da equipa de Basquete desde 2013/2014, tendo feito toda a carreira ascendente do Basquete do Sporting até à divisão maior, onde não chegou a jogar, por obrigação profissional.

 

João Benedito, Sportinguista, no clube desde 1995/1996 (com um interregno de um ano que jogou em Espanha), capitão da equipa de Futsal, com um palmarés invejável e um dos mais relevantes nomes do Universo Sportinguista em actividade.

 

Ricardo Figueira, nome maior do Hóquei nacional dos últimos 15 anos, no clube desde 2012/2013, resgatado de uma desistência da modalidade por motivos profissionais, capitão e médico da equipa desde 2013/2014, esteve presente na fase de consolidação do projecto do Hóquei tendo ajudado a conquistar a Taça CERS.

 

Bruno Moreira, no Clube desde 2008/2009, capitão de equipa desde a saída de Ricardo Dias, presente nas últimas conquistas do andebol, onde se destaca a Taça Challenge.

 

Em comum, todos foram exemplos, todos foram vencedores, todos foram "usados" para promover a Missão Pavilhão e nenhum vai jogar, vestindo a camisola verde e branca, no pavilhão, para o qual deram a cara. Ana, além de já não estar no clube por encerramento da equipa de Basquete sénior feminina, João, por ter dado por terminada a carreira depois de ver o seu vinculo ao Clube terminar sem ser renovado (ele que, mais que os outros, várias vezes afirmou ser, jogar no Pavilhão João Rocha tendo inclusive promovido uma campanha pessoal de angariação de fundos utilizando o seu prémio de Campeão de 2013/2015 para isso), Ricardo, misteriosamente afastado da equipa e posteriormente do Clube por alegada falta de empenho e comprometimento e Bruno, dispensado para dar entrada a dois estrangeiros da sua posição. Tudo, numa época, não me canso de reafirmar ém que os orçamento sobe mais de 70%.

 

Desportivamente, podendo discordar, não questiono a opção (bem, a do Basquete questiono frontalmente). Emocionalmente fica o amargo de não perceber o que se vai fazendo aos nomes relevantes, com peso histórico e caracterizador nas modalidades, escolhidos como representantes das suas equipas, elevados por nós próprios a heróis e a símbolos do Clube, tantas vezes cantados nos pavilhões...Mesmo aceitando que as histórias, neste caso dos divórcios, têm sempre dois lados.

 

 

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