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Missionário

por Trinco, em 13.06.16

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Parece que a missão acabou! O que atabalhoadamente começou, chegou ao fim.

 

Pré-lançada à pressa e sem contextualização ou suporte em Abril de 2014 pelo speaker num jogo de futebol, sem possibilidade de imediata de aderir, sem informação e sem quase nada que não fosse a vontade dos Sportinguistas em terem um Pavilhão.

 

E foi só passado um mês que a recolha de donativos nasceu, com um site, um contador e uma FAQ carregada de erros e lapsos e por isso mesmo alvo de edições atrás de edições.

 

Inicialmente, foi assumido que o Pavilhão estaria dependente apenas e só destas contribuições. Era o que constava no site. Até que o Manchester "contribui" com €8.93M para a missão, condicionando no entanto o seu funcionamento, até serem angariados €10.0M (conforme comunicado à CMVM em 19 de Agosto de 2014).

 

Esse valor terá sido atingido há dias.

 

2 anos depois, 22.391 contribuições angariaram o tal €1.07M (que me resta acreditar tenha sido alcançado pois o contador de donativos desapareceu). 11.200 contribuições e €535k por ano de vigência, 47€ de contribuição média.

 

Tirando posições de principio (legitimas), razões pessoais e desconfianças com os procedimentos da Missão, num Clube em que muita gente enche a boca com o ecletismo, num Clube que afirma 3 milhões de adeptos e estar a caminho dos 140.000 sócios, apenas cerca de 15% terão considerado válido o esforço. E isto, na minha opinião está longe de ser um sucesso.

 

Revela que para alguns Sportinguistas de mão no peito e "o mundo sabe que..." na boca, as modalidades são algo com palmarés que dá jeito para as discussões com os rivais, umas coisas entretidas que só interessam quando se joga com esses mesmos rivais, nas quais só se deve investir quando ganham e algo sobre as quais apenas têm uma vaga ideia do que são (ainda ontem pude comprovar isso em Odivelas).

 

Espero que ao menos cubra o custo do mural onde vão ser gravados os nomes dos missionários.

 

Nota: O autor foi um dos 22.391 que contribuíram.

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publicado às 12:24

A alegoria do preenchimento do copo

por Trinco, em 27.05.16

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Ultrapassa-se por esta semana a metade do prazo total para a inauguração do Pavilhão.

 

Passaram 44 semanas e faltam 43 para o fim de Março de 2017.

 

De notar no entanto que, para o prazo previsto em cronograma pela empresa de fiscalização Ficope, aquando da alteração de empreiteiro, faltam 30 semanas. Efectivamente, nesse cronograma o previsto é a obra estar pronta até 24-12-2016 (anexo 1 da carta de 7 de Maio de 2015), não se tendo verificado nenhuma das condicionantes apontadas para que os prazos pudessem não ser cumpridos, uma vez que as licenças até foram deferidas antecipadamente ao previsto.

 

Entre o final deste ano e a inauguração tem a Ficope previstos os arranjos exteriores, que ainda são trabalho de monta, os trabalhos finais com ensaios, vistorias e recepção provisória e a obtenção de licenças de utilização.

 

Mas, olhando para a obra, é fácil de perceber que ainda nem a estrutura está completamente executada, faltando diversas partes para que isso aconteça. partes da superestrutura, da cobertura, as bancadas...Algo que num cronograma conservador deveria ter ficado pronto há 8 ou 10 semanas atrás.

 

Pela frente, nestas 30 semanas (ou 43 se se queimar esse prazo) faltam os trabalhos de arquitectura com o revestimento da cobertura, da fachada, as alvenarias, os revestimentos, os vãos interiores e exteriores, os equipamentos, todos os trabalhos das instalações técnicas, com as redes de águas e esgotos, o gás, a electricidade, as mecânicas, comunicações etc.

 

Por aqui é relativamente fácil de perceber, mesmo para um leigo que a obra está longe de estar adiantada como se quer vender. 

 

Pessoalmente não tenho qualquer problema com isso. Obras, são obras e prazos são prazos e até aceito que parte do que agora considero atraso seja recuperável. Satisfaz-me, muito, que esteja a ser construído (embora discorde de algumas opções) e não me importo nada de esperar mais uns meses. Nem faço disso um falhanço. Desde que haja verdade e não se tente passar uma imagem que a realidade não acompanha.

 

Ainda consigo ver o copo meio cheio. Apenas não aceito que o vendam como quase a transbordar. Muito menos com intenções e propósitos eleitorais.

 

|fotografia ilustrativa publicada na página de facebook da Torcida Verde em 19 de maio de 2016|

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publicado às 10:27

Perdidos!

por Lizardo, em 16.05.16

 

 

Azia ou frustração. Nojo do presente e medo do futuro. Estados que me invadem depois de finalizado o campeonato.

Como bom Sócio e Adepto leonino tenho uma animosidade muito grande ao nosso rival de Lisboa. Faz parte da nossa forma de estar no desporto, e só assim faz sentido, sem esta rivalidade, que piada teria o desporto?

E estes estados têm muita razão de ser, pois nós perdemos e “eles” venceram, e venceram tudo ou quase tudo em todas as modalidades e nos mais vários escalões de formação.

Num ano de grande “esperança”, perder foi a palavra de ordem desde os primeiros dias. Apesar de termos começado com uma vitória categórica no Algarve contra o rival para a Supertaça, poucas semanas depois não chegámos à Champions, e na Liga Europa passámos das maiores vergonhas da nossa história europeia.

Internamente perdemos em Braga para a Taça e caímos também na Taça da Liga, ainda na fase de grupos, com uma derrota, mais uma histórica, contra o Portimonense.

No Campeonato a esperança chegou a ser quase uma certeza. Sete pontos de vantagem para um rival que em três jogos contra nós tinha o mesmo número de derrotas. Estávamos coesos, a jogar bom futebol.

Depois perdemos Montero. Ainda hoje não há grandes explicações para essa perda e que importância poderia ter tido nos jogos em caímos.

Depois perdemos pontos com o Benfica.

Depois começámos a perder nos tribunais, casos e mais casos.

Chegou ao fim a época do “all in”. Com tantas derrotas, a questão que se coloca, agora, que equipa vamos ter na próxima época? Vamos vender as pérolas, João Mário, William, Slimani? Não quero acreditar nesse cenário, até porque são jogadores que, com as nossas limitações financeiras, teríamos muita dificuldade em encontrar quem os superasse no desempenho dentro do campo.

Três anos de Bruno de Carvalho, três campeonatos para o rival, três treinadores, vamos pela primeira vez à Champions na entrada do quarto ano de mandato, um terceiro lugar e dois segundos, nada de mais, nada de menos, exatamente na mesma bitola do passado recente, com resultados fracos, muitos milhões investidos e muito pouco retorno.

Este será um verão quente. Jorge Jesus deve e tem que ficar. Se sair, o que não acredito que aconteça, Bruno de Carvalho deve assumir o fracasso da sua gestão e abandonar também Alvalade.

 

Em três anos de mandato o Clube e a SAD recuaram anos e anos de crescimento e de desenvolvimento. As nossas formações estão mais fracas, as nossas modalidades mais fracas estão e o nosso futebol vive ano a ano, sem projetos a longo prazo.

Muita pena por esta época, provavelmente dos melhores planteis dos últimos anos, os jogadores e adeptos não mereciam a classificação final nem mereciam estes casos criados pelo Presidente.

 

É tempo de fazer balanços, deixar as lágrimas de lado e compreender o que é realmente a grandeza do Sporting Clube de Portugal.

PS: Quando o pai de um Presidente escreve no seu Facebook a mobilizar Sócios e Adeptos para receberem a equipa, seja qual for o resultado, sabendo que o Benfica jogava em Lisboa nessa data, que em caso de vitória toda a cidade estaria pintada de vermelho, é de uma irresponsabilidade sem precedentes. Mas se o Pai do Presidente, com laivos de senilidade como o filho já identificou no passado, pode e até tem alguma liberdade para escrever este lixo, a melhor claque portuguesa deveria ter outro tipo de comportamento. A convocatória da Juve Leo não faz sentido. E tudo somado, chegamos facilmente à ideia que tudo isto são “votos”. A silly season está aí. Vai valer tudo!

PS2: Quando o Presidente utiliza a sua página no Facebook para disparar tiros de zagalote a tudo o que mexe, no dia que os deveria ter no “sítio” apaga-a. Sintomático da gestão de redes e do perfil de certas e determinadas pessoas que andam a poluir o nosso Sporting.

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publicado às 10:40

Pólvora Seca...Que abre feridas!

por Lizardo, em 09.05.16

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Falta uma jornada e estamos hoje a dois pontos do líder, quando já estivemos a oito.

Falta uma jornada e o tom de comunicação é agora mais brando e até patético na insistência de se jogar mais uma final. A matemática permite essa esperança, mas o senso comum e a realidade não nos permite ter essa tal esperança.

Falta uma jornada e começam os boatos:

Jorge Jesus no Futebol Clube do Porto. Um membro dos Super Dragões já foi visto várias vezes a almoçar e perto da casa de JJ. Que há aproximação e proposta, isso parece inegável.

Fala-se de Layun, Oliver e Zivcovic. Jogadores que podem reforçar o Sporting, ou colmatar saídas, como João Mário, Slimani, Ewerton e Jefferson.

Fala-se que que vamos ter um novo diretor desportivo. Octávio Machado vai abandonar o futebol por motivos de saúde.

O Circo mediático ainda agora está a começar, e vamos para ano de eleições.

O Pavilhão está com várias semanas de atraso. Conseguirá o Presidente inaugurar a obra acabada ou vai agir, como agem os políticos, e vai inaugurar uma obra a carecer de muitos acabamentos? Tudo em prol da campanha eleitoral.

As modalidades estão a ferro e fogo. No hóquei em patins há ameaças, expurgas, processos, fala-se que quatro atletas estão sob o fogo cruzado do desnorte e da falta de competência que usa e abusa desta secção.

O Andebol fez uma época de envergonhar. Maus jogos, péssimos resultados.

No Atletismo passaram-se episódios de bradar aos céus. De Carlos Lopes nem um sussurro, uma aparição. Os vizinhos da Segunda-Circular, que receberam muitos atletas nossos, comemoraram vitórias e vão levar mais atletas aos Jogos Olímpicos que nós.

Em Alcochete os semblantes têm que ser pesados. Perdemos o título em praticamente todos os escalões, na sua maioria para o Benfica. Faltam as decisões dos Juniores e Juvenis.

Se esta época já foi um autêntico circo, o que não nos espanta tendo em conta a quantidade de “animadores” desta arte na nossa Direção, a que se avizinha promete ser um Show sem precedentes na nossa história.

 

Esta época ficará na história como uma das piores de sempre na globalidade de todas as modalidades. E ficará na história como uma das épocas de maior investimento e esforço financeiro.

É tempo dos Sócios começarem a abrir os olhos, todos os processos judiciais, guerras contra moinhos de vento e outras “tonterias” de um tonto que um dia sonhou ser Presidente e que nem sabe atar os sapatos. Este Sporting caminha para um abismo único no nosso panorama. E o preço a pagar será muito dispendioso, podendo custar vários anos de seca de títulos.

O pior que podia acontecer ao Sporting depois de um Sousa Cintra, era falhar um projeto Roquette, o pior que podia acontecer ao Sporting depois de tudo isto falhar era um Bruno de Carvalho.

Que apareçam rápido projetos e candidatos. O Sporting é demasiado grande para estar nas mãos destas personagens.

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publicado às 12:55

Figuras e Figurinhas

por Lizardo, em 27.04.16

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Corria o ano de 2013 e o Sporting estava a ferro e fogo. No Auditório Artur Agostinho, Eduardo Barroso e Sampaio eram atacados com ovos. Na rua Paím e Patrão eram a cara de um movimento que queria dar outro rumo ao Sporting. E claro, Bruno de Carvalho com a companhia de Severino atacavam todo o passado recente em vários debates televisivos.

A juntar a estes velhas glórias do passado iam surgindo, Carlos Lopes, Virgílio, Venâncio, Manuel Pedro Gomes entre outras.

O Sporting não podia continuar neste rumo. As promessas eram muitas, milhões e mais milhões, treinadores e jogadores, Pavilhões e campeonatos vencidos antes de serem jogados.

O Circo, pois claro, ou como se diz na gíria: O Sporting a ser Sporting.


De 2013 até hoje, alguns interpretes deste Circo saíram de cena, outros continuam a dar espetáculo e outros até estão a braços com a justiça.

Paulo Pereira Cristóvão, por exemplo, ameaçou recentemente Azevedo de Carvalho numa entrevista para a RTP. Sobre essa matéria, sobre esse assunto, sobre essa pessoa, nem uma palavra do Presidente. Curioso, no sentido que estamos a falar de uma pessoa que responde a tudo o que o ataca, sejam figuras publicas, Sócios ou anónimos escondidos em perfis nas redes sociais.

De Manuel Pedro Gomes, que apoiou Azevedo de Carvalho, com o tempo foi sendo encostado e saindo das luzes da ribalta. Escreveu o seu livro, ganhou alguma expressão e apoio do Sporting.

De Severino, que recentemente foi atacado pela guarda pretoriana da Young Network a cargo do Presidente, por participar num jantar com figuras ligadas ao rival e a outros órgãos de comunicação, é hoje atacado nos mais diversos fóruns de discussão. Também ele escreveu um livro e teve honras de o ver publicitado na página oficial do Clube na internet e à venda na Loja Verde, ao exemplo de Manuel Pedro Gomes.

De Sampaio nem um fôlego. Onde anda este senhor tão respeitado e que tão preocupado estava com o Clube e o rumo que estava a seguir? Que tanto se insurgiu com a falta de nível e com as campanhas sujas contra o candidato que apoiava? Seria interessante ouvir Daniel Sampaio antes do final do campeonato. Com tantos casos, com tanta falta de nível e estando o Clube e a SAD a caminho de um problema enorme, consequência da Doyen, muito gostariam os Sócios de o ouvir, até porque tem muita responsabilidade na situação atual.

Carlos Lopes é um símbolo maior do nosso Sporting. Parece-nos evidente e claro que foi um grande atleta. Como dirigente não tem know-how. Desapareceu de cena.

 

Virgílio continua de pedra e cal na Academia. Quem lá trabalha ou quem conhece bem os cantos à casa não lhe lança boas palavras. Nunca tivemos tão maus e tão fracos resultados na formação como agora. Esperemos que no futuro a culpa não morra solteira. Até porque o casamento é sinal de casa, e casa obriga a ter máquinas de lavar e aspiradores.

 

Venâncio é treinador na Academia. Foi campeão, mas também é apontado como um fraco mister. Dizem os entendidos que destruiu uma grande geração de jogadores. Os resultados falarão por Si em breve.

 

A somar a todos estes não podemos esquecer Inácio, esse grande poliglota da conversa fiada. De diretor e génio do futebol, passou para as cadeiras de um programa com pouca audiência num canal de notícias e fala esporadicamente quando o mandam falar. É um pouco como o cão do “outro”, bem ensinado, quando lhe dizem: vens ou ficas? Ele vem, ou…fica!

Com Azevedo de Carvalho entram também Bacelar Gouveia, Rui Morgado, Vitor Vieira, Marta Soares, entre outros. Muitos devem querer abandonar o barco e imploram por eleições o mais rapidamente possível. O que faz Bacelar Gouveia? Tem poder no órgão que preside? Se sim terá que ser apontado e “julgado” pelos mais variados processos em marcha. Muitos destes citados já sairam e tiveram a dignidade de se afirmar oposição ao que está em marcha, outros há que falam mal nas costas e em jantares e depois lambuçam o "dono" em entrevistas nos jornais. 


O Sporting a ser Sporting. O Sporting dos tempos de Janela e Tomás Aires. Os tempos de Paulo Andrade e Dias Ferreira que estão sempre de mão dada com quem está na cadeira do poder.

O Sporting necessita urgentemente de se afirmar. Continua a ser uma enorme feira de vaidades. De gente sem mérito, de pessoas que dizem sim a tudo para angariar regalias e expressão no espaço mediático.

A Doyen é uma bomba relógio. Todos os dias um novo ponto é do conhecimento publico. O futuro do Sporting e deste Presidente e toda a sua direção pode ter o seu fim anunciado mais cedo do que se espera.

E todos estes nomes, pelo menos os que se esconderam e que hoje se remetem ao silêncio sem se pronunciar ou afirmar qual a sua posição atual não serão esquecidos no futuro. E o futuro está para muito breve!

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publicado às 11:44

Construir o Futuro

por Lizardo, em 04.04.16

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Começa a ser cansativo escrever e falar sobre o Sporting. Em primeiro lugar porque cada vez mais se confunde uma Instituição centenária com um parolo com três anos de presidência.

Começa a ser frustrante -  sistematicamente andar a criticar e a apontar sempre os mesmos comportamentos. É demasiado grave o que está a acontecer no nosso Sporting. Apoderado por um louco rodeado de ridículos peixes comensais.

Começa a ser sistemático o comportamento errático do Sporting. Ora são os posts vergonhosos em sintonia com a vergonha de comentadores nos jornais e tv´s, como são as atitudes vergonhosas como no passado domingo em Almada quando recusámos receber as medalhas na final da taça de Andebol.

Mas o que é isto minha gente? É assim que se está a “Construir o Futuro”?

Mas que futuro é este que anda a ser sovado pelo Rio Ave na Academia. Que futuro é este que vê uma Equipa B nas ruas da amargura. Que futuro é este no Andebol, Hóquei,  no Basket e até no Futsal, onde estamos a caminhar, ao que tudo indica, por desprezar novamente a nossa formação?

Mas estamos a construir o futuro do Clube e da SAD ou o futuro de Azevedo de Carvalho?

O Sporting hoje joga uma cartada decisiva sobre o seu verdadeiro futuro no Restelo. Não ser campeão esta época é uma das maiores derrotas desportivas dos últimos 20 anos.

É inegável, que depois de um investimento megalómano, depois de despedir um treinador com agenda e assinar com um dos mais caros misters da europa, e com a ajuda de Nelson Almeida, Mosquitos, Holdimos, Ricciardi e Costa Aguiar, o Sporting não consiga vencer a liga, e corre ainda riscos de acabar na terceira posição, numa época onde o Benfica começou muito mal e o Porto não se consegue endireitar.

Posto isto, e para não sermos sucessivamente repetitivos sobre os mesmos temas, é tempo de ir à luta, luta essa aberta e inaugurada por Azevedo de Carvalho quando anunciou a sua obrigatória recandidatura.

Basta!


O tempo de Azevedo de Carvalho está a chegar ao fim. Poucos homens tem de confiança e alguns desses, abraçam-no de manhã e pela noite, em jantares, debitam e muito contra ele, mesmo que depois vomitem elogios na comunicação social a Azevedo de Carvalho.

Cuidado com as costas, os homens de avental, os rapazes das claques, os sócios anónimos, os croquetes, os que querem um Sporting novo, os que querem o Sporting dos interesses, ou que querem um Sporting livre, os que querem um Sporting diferente do atual já se movimentam, já se ouvem nomes, já se conhecem caminhos e algumas estratégias. Caberá aos Sócios escolher o que querem, e quem sabe mais breve do que se julga.

Bruno Azevedo de Carvalho, o teu sonho é um eclipse cada vez mais negro.

Farto, desolado, amargurado com este meu Sporting.

 

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publicado às 17:26

Três, a conta que "Deus" fez!

por Lizardo, em 23.03.16

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Faz hoje três anos que Bruno de Carvalho é Presidente do Sporting.

Em três anos temos uma Taça de Portugal, uma Supertaça e uma Taça Cers no Museu.

Em três anos tivemos quatro treinadores, contando com Jesualdo Ferreira que acabou a malfadada época de 2013.

Em três anos são às dezenas os processos, da Doyen aos Sócios, às centenas os comentários sem medir as consequências, são às centenas as promessas que não se cumpriram ou que revelaram ser um vazio total.

As auditorias, tão propaladas que foram durante a campanha eleitoral revelaram um vazio total de crime. Estes processos que entraram agora em tribunal, dizem os entendidos, não são mais que um folclore mediático que vão resultar num real nada.

O Pavilhão está em obra. Vai ser uma realidade, e tanto que precisamos de um Pavilhão. A bem ou a mal, a verdade é que se conseguiu avançar com um projeto fundamental para o Clube e para continuar a vincar e a defender a nossa identidade eclética.

Nas modalidades estamos a anos luz dos rivais. Mais fracos no atletismo, continuamos a léguas no Andebol e no Hóquei, o Basket tenta sobreviver, salva-se e muito bem a Natação, Ténis de Mesa e o Futsal. Veremos quantos atletas vamos colocar nos Jogos Olímpicos e que desempenho vão atingir.

No plano financeiro conseguimos estabilizar. Os financiadores continuam a ser os mesmos do passado criticado, a Holdimo de Álvaro Sobrinho e claro os amigos de José Maria Ricciardi, a Banca e outras Instituições Financeiras.

No Futebol tivemos na época de Marco Silva um ano de envergonhar. Não por culpa da equipa ou do técnico, mas sim por culpa do Presidente, que lançou a toalha ao chão demasiado cedo. Fica a ideia que este ano, continuando Marco Silva, depois do início atribulado do Benfica e o caos que está instalado no Dragão, poderia ser um ano onde o título poderia estar mais que resolvido.

No plano das contratações, tanto foi criticado as gestões passadas, pouco ou nada mudou. Comprar contentores de jogadores, nulo aproveitamento desportivo e financeiro de mais de 80% dessas mesmas compras.

Na gestão emocional e racional com os Sócios, a maior falha de todas. Crescemos em número de associados, o que é importante, mas baixamos na venda de lugares anuais. Por outro lado, temos finalmente um Estádio a bater os 40.000 adeptos. Positivo este ponto. Mas é por demais evidente que a gestão do "ou estás comigo ou contra mim" está a dividir os Associados e Adeptos como nunca aconteceu na nossa história.

As claques juntas na Bancada Sul também foi um movimento importante. O Clima no Estádio é diferenciador e único no panorama nacional, e até Europeu. Poucos Clubes se podem gabar do ambiente vivido em Alvalade.

No que toca ao património, aqui reside um Problema, a Academia está como foi finalizada, com faltas evidentes de manutenção, bem como o Estádio, que finalmente vai ver o Multidesportivo avançar para uma manutenção fundamental.

O Relvado do Estádio continua miserável. O problema está identificado. A solução é dispendiosa, mas um Clube com a dimensão do nosso Sporting não pode oferecer um palco desastroso como o atual, onde o futebol perde espetáculo e até se podem perder campeonatos, pois o golo falhado por Ruiz contra o Benfica, muito se pode culpar o Relvado.

A formação está também a passar por uma fase negativa. Não se reconhecem grandes esperanças a curto prazo que tenham chegado durante estes três anos. Continuamos a viver da gestão do passado. Gelson e Matheus têm mais anos de Clube que Azevedo de Carvalho. A Equipa B está no fundo da tabela e sem grandes artistas que possam alcançar a primeira equipa na próxima época.

Nos Juniores e restantes escalões, há alguma qualidade, mas muitas dúvidas em relação ao futuro.

Não nos podemos esquecer que tem sido a Academia o nosso melhor “financiador”, Hugo Viana, Quaresma, Ronaldo, William, João Mário, entre tantos outros que têm permitido ao Sporting nos últimos dezasseis anos ter conquistado várias Taças de Portugal, Supertaças e dois Campeonatos.


Nesta gestao nasceu também o nosso Canal de TV. Fraco, amador e com comentadores ao nível da mediocridade e da vergonha, como é o Carlos Dolbeth. Um espaço de comunicação de alinhados para alinhados. Demasiado fraco e sem visibilidade, como o nosso Jornal que cada vez está mais pobre.

 


Em resumo, três anos com pontos positivos mas muitos pontos negativos. Numa escala de zero a dez, o 5 é a nota mais coerente.

O Presidente tem que perceber que o mundo do futebol e o fenómeno desportivo não se combatem com posts no Facebook ou com legiões de imberbes crianças a atacar quem se rebela ou quem discorda.

O poder combate-se com poder, e o Sporting continua fraco.

Esperamos todos, que ao terceiro ano o título maior do nosso desporto chegue ao nosso museu. Está ao nosso alcance, numa época de investimento megalómano que nos pode sair muito caro se nada vencermos.

Os primeiros meses da próxima época vão ditar muito do futuro de Bruno Azevedo de Carvalho. Ou vence ou vence. Pois se continuar a ganhar no Facebook, rapidamente a rede social se volta contra Si.

 

 

 

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publicado às 09:39

Futurologia

por Lizardo, em 22.03.16

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Se há fenómeno que todo o adepto do futebol adora e pratica recorrentemente é a previsão e a futurologia de acontecimentos.

Seja no resultado, qual será o árbitro, quem marca o golo, entre outros assuntos importantes para o dia-a-dia do Clube.

Este fenómeno é completamente natural, e acredito piamente, que num Clube Empresa também se perspetive estratégias a curto e longo prazo.

E como sou também adepto deste fenómeno, decidi meter as cartas na mesa e chamar os espíritos do futuro.

 

A futurologia que ninguém quer:

Sporting não ganha o campeonato;
Jorge Jesus não será o nosso treinador na próxima época;
Slimani está de saída;
Nas modalidades só vamos comemorar no Futsal;
Eleições antecipadas;
Vários candidatos, onde se destaca Rogério Alves e uma surpresa de última hora;
Vão surgir cada vez mais dissidentes da atual direção contra esta mesma;
O Pavilhão não vai ser inaugurado dentro do prazo previsto;
Bruno de Carvalho vai ficando cada vez mais isolado no poder;
Derrapagem enorme nas contas;
Perda de praticamente todos os processos em tribunal, contra Sócios, Antigos Dirigentes e Doyen;


A Futurologia que todos queremos:

O Sporting ganha o campeonato;
Jorge Jesus continua como treinador;
A Formação revela estar no bom caminho com novos talentos emergentes e títulos de campeão;
Futsal e Hóquei com títulos, Basket não desce de divisão;
Clube com mais atletas nos Jogos Olímpicos;
As vitórias unem os Sócios;
O Sporting acalma, não vende jogadores pois tem garantida a Champions;
O Sporting reforça-se bem no mercado com jogadores que são certezas e não esperanças;
O Pavilhão cumpre escrupulosamente as datas previstas no seu caderno de execução;
As contas respiram, estabilizam e perspetivam mais manobras de negócio;


A futurologia tem destas coisas, evidencia o limbo em que estamos atualmente. O "All In" desta época revela isso mesmo.

E isso eu valorizo.

Admiro quem tem coragem e quem aposta. Mas critico quem não tem critério e aposta de olhos fechados ou suportado em amadores indicadores.

Como tanto se diz por aí, o tempo é mestre!

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publicado às 10:01

O Carvalhismo. Da promessa à certeza!

por Lizardo, em 21.03.16

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A regra de ouro de uma equipa de trabalho é a confiança e o respeito profissional que existe nas relações entre pares.

Desde que foram criadas as SAD desportivas que o ideal de Presidente rico e abastado deixou de fazer sentido. O Clube Empresa necessita sim de um rosto capaz e conhecedor do fenómeno desportivo, bem como, uma equipa disponível e com méritos firmados e afirmados no panorama nacional.

O tempo do pato bravo cheio de dinheiro a vender águas ou outros ilustres com fortunas ganhas de forma dúbia ou até desconhecida é coisa que hoje não alimenta nem fomenta o crescimento do nosso Sporting.

 

O que temos hoje revela isso mesmo. Um Presidente jovem, sem passado nas elites ou qualquer currículo no panorama desportivo. Um Homem irreverente, que se assume um paladino contra o mal e contra os que vivem no lado escuro dos negócios do futebol.


A esperança foi grande. Muito grande em relação a Bruno Azevedo de Carvalho. Vendeu uma nova imagem de Presidente e de Presidência, prometeu um Clube diferente, garantiu mundos e fundos. A realidade de hoje é exatamente a oposta.

 

Continuamos a falhar onde todos os outros falharam. A Banca continua Rei, Rainha e Senhora, como se percebe em toda a conivência e relacionamento com José Maria Ricciardi. Novos aumentos de capital, VMOC´s e empréstimos para pagar empréstimos.

Mas se esta mudança de paradigma prometida era para muitos cantigas de amigo, não deixa de ser grave a forma como o Presidente se relaciona com os seus pares no plano profissional.

A nossa comunicação, por exemplo, é um reflexo disso mesmo. A WL Partners, uma das melhores empresas de comunicação do país, liderada por Luis Bernardo, com um currículo invejável na assessoria e estratégia de comunicação de grandes líderes e grandes empresas, não está a conseguir impor a sua estratégia no Sporting. Primeiro chegou Morgado que durou pouco tempo, agora temos Mário Carneiro, um profissional também de mão cheia. Mas não funciona.

 

O ataque à nossa comunicação é diário e vem de todas as partes. Recentemente Rui Santos destruiu completamente o panorama atual. E a culpa é por demais evidente não ser da empresa a quem o Sporting paga mensalmente para cumprir e desenvolver o seu trabalho. A culpa é do líder máximo, que diz que sim ao meio-dia e por iniciativa própria é o primeiro a furar o prometido entre todos, com posts e outras declarações sem sentido.


Quando se chega a este ponto, onde os Profissionais que chegam ao Sporting começam a ser julgados na praça publica, o futuro é evidente, ninguém quer assumir a vergonha e a falta de mérito quando não passa por Si o problema.

O Sporting vive e muito este pesadelo atualmente. Não há estratégia, não há respeito profissional por quem desempenha as suas funções.


Liderar uma SAD como se lidera uma charcutaria ou uma nano-micro empresa de carpintarias é pior que o pato-bravismo típico deste tipo de pessoas. É cavar um fosso que pode demorar muitos anos a resolver e pior que tudo, Bruno Azevedo de Carvalho acabar isolado e sozinho a conduzir em contramão na autoestrada acreditando piamente que é o único que está no rumo certo.

Os ecos de afastamento de vários membros dos Órgãos Sociais multiplicam-se. Fala-se em jantares sem a presença do Presidente, fala-se em possíveis dissidentes, conta-se que pela frente há sorrisos e pelas costas há insultos e fugas graves de informação com o objetivo de prejudicar Bruno Azevedo de Carvalho.

Este clima, uma vez mais, não é de todo novidade no nosso Sporting. Ricciardi fez o mesmo com Bettencourt.

 

Pena que, toda uma legião de jovens inocentes, continue a acreditar que este é o caminho. Que tudo o que se diz e se afirma é uma verdade absoluta.

Os próximos tempos vão ser ricos em novidades. Não há volta a dar. A tempestade já se faz sentir dentro dos corredores de Alvalade, e começa a ser tempo de deixar o Benfica e a idade do Renato Sanches de lado e dedicar mais tempo à obra feita e ao que realmente está em marcha.

 

O Sporting merece muito mais.

PS: Mais uma vitória categórica contra o Arouca. Continuamos na luta e esperamos todos que assim continue até atingirmos o nosso grande objetivo, vencer. Corremos o risco, muito grande de ser uma época muito complicada em praticamente todas as modalidades. E aqui sim. Convém olhar para o Benfica, Hóquei, Volei, Basket, Atletismo, Andebol, Futsal, Futebol: a dar cartas internamente e na europa. Isso é que nos deveria preocupar.

 

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publicado às 11:09

Preparação

por Trinco, em 16.03.16

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Depois da torrente "comunicativa" entre 3 e 8 de Março, onde fomos brindados com não menos 11 "comunicações" com não menos que 3.887 palavras, 18.432 caracteres sem contar com espaços, na sua página pessoal institucional de presidente do Sporting, na sua maior parte versando a temática triangular Benfica + Comunicação Social + Árbitros, eis que nos brinda com uma nova série intitulada "A construir o futuro!"

 

Nesta série, Azevedo de Carvalho propagandeia-se a si e ao seu trabalho.

 

Acho legitimo que tenha orgulho do que faz. Até que o publicite, embora ache que não lhe fique bem este tipo de auto-congratulação e que deva o trabalho falar por si.

 

E reconheço trabalho. Bastante até! Não o considero é, na sua maior parte, como algo de extraordinário que justifique o alarido (aceito, condicionadamente algum no tema pavilhão). Quase tudo faz parte da gestão normal e num continuo temporal de um Clube como o Sporting. Não é exactamente ciência aeroespacial nem algo que nunca ninguém tenha pensado ou feito. E conviria é contar a história toda para não passar por master mind único e incontestado de tudo e mais alguma coisa.

 

Começa por referir o Pavilhão João Rocha a crescer, sem no entanto referir que ele só é possível, naquele local pela negociação e protocolo assinado por um ex-presidente, que apenas a 12 de Março o plano de pormenor foi aprovado e só a partir daí poderia crescer, que no próprio procedimento de concurso o processo teve que voltar à estaca zero por causa da elaboração de um programa completamente desfasado da realidade e das limitações impostas, tendo sido necessária a entrada da Ficope para que o processo tivesse ganho alguma substancia e exequibilidade. Isto sem falar da velocidade em que está a ser feito, com evidentes atrasos para o prazo que ele próprio impôs.

 

Depois, vem a extensão por 10 anos do contrato de utilização dos campos no Estádio Universitário de Lisboa, onde aparece na assinatura ao lado de um dos proscritos da Academia, Pedro Mil-Homens que terá sido um dos responsáveis pelo inicio da relação de benefícios mútuos com esta entidade na década passada. Esqueceu-se de informar que a assinatura do protocolo prevê como contrapartida o investimento em infra-estruturas nas instalações do referido espaço.

 

Seguidamente, as obras de remodelação integral do Multidesportivo. Da descrição (e prazo de conclusão) presume-se algo de mais superficial que essencial, porventura mais enquadrável numa prática constante de manutenção dos espaços, algo que já há muitos anos é descurado. A verdadeira remodelação, presume-se, estará prevista para depois. Sim, porque a descrição sucinta não é justificativa dos €380K previstos na angariação da Missão pavilhão que ainda decorre. Esquece-se também de referir que o Multidesportivo tem a certificação internacional de excelência desde 5 de Outubro de 2011, pela EIC. pelo que a Manutenção do espaço mais não é que uma obrigação.

 

Volta ao tema da abertura do Gabinete Sporting Olympics, esquecendo que quando entrou em 2013 ele já existia, nesta ou noutra configuração, com este ou com outro nome, como se comprova na página 27 do Relatório e Contas do Exercício 2012/2013, onde se destacam as presenças dos atletas do Clube. Esquece-se de dizer que ele é criado a escassos meses dos Jogos Olímpicos do Rio e que este tipo de trabalho não se compadece com "escritos em cima do joelho" e que carecem de planeamento a médio e longo prazo.

 

Espero que ainda venha a falar do fosso que foi prometido ser fechado em Outubro de 2013, pelo menos em determinados troços após a queda de espectadores e que até agora nada mais tem que a solução assumida como temporária de umas redes de protecção. Ou do relvado que ainda no último derby nos fez perder pontos. E falando em relvados que o fale também em relação aos da Academia que, mesmo sem as condicionantes existentes no estádio apresentam as mesmas deficiências. Ou da manutenção da mesma Academia que está praticamente no mesmo estado em que foi inaugurada em 2002. Ou ainda das melhorias e novas valências, também na Academia, que chegaram a ter empreiteiros sem nunca ter obras.

 

E já que é de património que, essencialmente, se fala, que também elabore sobre as medidas previstas em programa eleitoral como sejam a "revitalização e expansão da Academia", a "inventariação de todo o património do Grupo Sporting", a "implementação de medidas que permitam o reforço e incrementação do património", a "elaboração de um plano com as directrizes principais a implementar na gestão patrimonial do Grupo Sporting", o "levantamento das situações em aberto no Estádio José Alvalade, susceptíveis de intervenção futura", a "constituição de uma comissão de curadores de património"

 

Tudo isto no entanto gera-me alguma estranheza ao lembrar a sua semelhança com as estratégias politicas nos meses imediatamente antecedentes a eleições. Só que no caso estamos a um ano de distancia. Será?...

 

P.S.1 Sobre património, uma coisa que podia com orgulho referir, é ter conseguido negociar a extinção do Protocolo do complexo desportivo de Porto Pinheiro, em Odivelas, sem compensação ou indemnização à contraparte, seja a que título for.

 

P.S.2 Pena que com tanto escrito, nem a Sara Moreira tenha tido uma palavra de conforto ou solidariedade nem a equipa masculina de corta-mato uma de felicitações.

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publicado às 10:41


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