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E o Basquetebol?

por Trinco, em 16.05.17

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O re-eleito Comandante Vivente Moura, anuncia hoje em "A Bola", ao assumir que  Miguel Maia, aos 46 anos, voltará a ser atleta do Clube na próxima época, que o Voleibol estará de volta. E estará de volta, pelo menos, no escalão sénior masculino, desconhecendo-se ainda a competição em que poderá participar.

 

Isto obviamente, mais que uma boa noticia, é um desejo de todos quantos se revém e empenham num Sporting ecléctico e que ollham para as históricas 5 grandes modalidades de pavilhão como pilares da grandeza do Clube.

 

Acontece que, estamos a poucos dias de assinalar 2 anos sobre a conquista do Campeonato Nacional da 1ª Divisão de Basquetebol Feminino (30 de maio de 2015), com a consequente subida à divisão maior e 1 ano sobre a suspensão da mesma equipa (24 de maio de 2016).

 

A decisão teve tanto de surpreendente como de injusta e incompressível para um projecto que que se projectou auto-sustentado, baseado na formação e numa equipa feminina sénior que servisse de referencial nos objectivos globais da secção, tendo a mesma sido levada a investir e a queimar etapas pelo próprio Clube (que queria mais visibilidade), subindo em três anos duma 3ª divisão à liga principal, com o referido titulo de permeio e conseguindo nessa sua 1ª época, uma época difícil e carregada de vicissitudes, a manutenção.

 

Suapendeu-se uma equipa com valor, com jogadoras de referencia a nível nacional, com muitas Sportinguistas, com um orçamento baixo num inicio de um ciclo fortemente expansionista em termos de disponibilidades financeiras aprovadas, onde sem grandes investimentos, no panorama geral das modalidades, seria possível apetrecha-la de maneira a ser claramente candidata e manter-se assim como referencial do projecto, dando visibilidade ao Clube e à modalidade. Como aliás foi exigido (imposto) pelo Clube.

 

O principal argumento para esta decisão, comunicada de forma cobarde e após vários indícios em discurso directo em sentido contrário, foi a integração da secção no Clube com a revisão dos pressupostos do projecto, optando exclusivamente pela formação em forma evolutiva até haver atletas seniores.

 

Se em abstracto isso era algo que poderia fazer sentido, até do ponto de vista económico, o que se verifica é que este rumo foi apenas imposto ao Basquetebol (e Rugby masculino), tendo sido ignorado por várias outras reactivações. O Ciclismo começou com seniores e desconhece-se verdadeiramente qual é o seu projecto desportivo ou de formação ou sequer se o Clube tem alguma palavra a dizer no mesmo, ou se é apenas naming sponsor, o Futebol Feminino começou com seniores contratadas em forte investimento a outras equipas, agora suas competidoras, no Hóquei, apenas os seniores estão integrados no Clube, mantendo-se a formação gerida pela secção autónoma, a equipa de Rugby Feminina, recém campeã, não está sustentada em formação. Agora, no Vólei, acontecerá o mesmo.

 

Saúdo e apoio incondicionalmente os regressos das modalidades ao Clube, bem como a criação de novas (pelo menos das que sejam verdadeiramente desportivas). Da mesma maneira que o faço ao crescimento dos orçamentos, desde que perceba a sua sustentabilidade (o que não quer dizer que a perceba e muito menos que concorde com a aplicação dos mesmos), mas não posso aceitar esta política revanchista de filhos e enteados em que o que foi afirmado como regra não passa de excepção.

 

P.S. Entretanto, ao que se sabe, no basquetebol paga-se a seccionistas o que equipas a competir nas mesmas competições e com melhores resultados não pagam a treinadores, se anda a tentar "raptar" equipas inteiras a outros clubes formadores e se anda em torneios a aliciar miúdos de forma desrespeitosa e descarada.

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publicado às 13:38

Penta...tiopentato de sódio!

por Trinco, em 15.05.17

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O tiopentato de sódio, é, na definição da wikipédia, um barbitúrico de acção rápida, depressor do sistema nervoso central, utilizado principalmente em anestesia e hipnose.

 

Parece ser este o nosso Penta. Uma hipnose anestesiada que nos adormece e obriga a permitir tudo o que este Clube se tornou.

 

Celebramos derrotas transformando-as em vitórias morais, permitindo que qualquer desaire tenha responsáveis exógenos. Falamos, falamos e falamos de um rival, esquecendo de olhar para dentro. Festejamos as suas derrotas, mesmo quando já fomos afastados. Festejamos a descida de um clube estrangeiro por revanche contra um treinador que ainda não foi digerido.

 

Fazemos tábua rasa do ditado "diz-me com quem andas que dir-te-ei quem és" fazendo alianças estratégicas de um lado e de outro (sim no inicio o alinhamento era com os outros). A recente relação de facto com quem há poucas semanas cantávamos que eram uma "...raça de corruptos gostam é de fruta, vocês são uns filhos de uma p..."

 

Aceitamos que uma administração dê ao treinador mais caro de sempre, o plantel mais caro de sempre sem quaisquer resultados. Que ambos, concordantemente menorizem o perfil europeu do Clube, secundarizando para lá do razoável as competições europeias. Que equipas de nível e orçamento muito abaixo, nos ridicularizem em resultados incompreensíveis, interna e externamente, num dos casos atirando-nos para fora sequer duma liga Europa com os reflexos de uma classificação abaixo do 50º lugar (sim, com a contribuição da época 13/14 em que ficamos de fora).

 

Aceitamos a qualidade miserável de futebol apresentado e a torrente de contratações falhadas, umas despachadas, outras por despachar, misturados em empréstimos estranhos e partilhas de direitos ainda mais obscuros. Aceita que se interrompa a evolução de jovens, no clamor de uma pretensa aposta na formação, resgatando-os a equipas da 1ª liga para ou não jogarem ou serem apenas aproveitados na equipa B.

 

Festejamos a formação, omitindo que fomos eliminados pelo critério da média de idades numa competição, que as presenças nas selecções cada vez são mais reduzidas e que a fonte seca à vista de todos sem que nada se faça para alterar.

 

Achamos normal o continuado amadorismo nas estrutura do futebol, que tem o seu pináculo na ascensão de um até há 4 anos, promotor de cartões bancários nos corredores dos centros comerciais de Lisboa a director (ou equivalente) do futebol, sem qualquer outra competência que não a fidelidade canina se lhe reconheça.

 

Orgulhamo-nos de vendas extraordinárias esquecendo que elas são extraordinárias e por definição não servem como suporte de contas equilibradas. Preferimos esquecer que estas vendas são fruto, na maior parte e seguramente nas mais significativas, de atletas formados no Clube antes de 2013 (e já estamos em 2017) sendo que valorizar verdadeiramente jogadores contratados (tirando Slimani) continua a ser uma miragem e até os formados (tirando Gelson) depreciam a olhos vistos.

 

E se no futebol as coisas andam assim embaladas, a realidade é que no Clube a coisa não vai por melhor caminho, com o maior orçamento de sempre, desenhado a "rigor" para as eleições a não ter reflexo nos resultados, naquela que vai ser provavelmente uma das piores épocas de sempre em termos de conquistas. Pelo menos se não contabilizarmos os títulos no paintball e afins.

 

Recusamo-nos a perceber que nos tornámos iguais ou piores que aquilo que sempre criticámos nos rivais. Arrogantes, petulantes, pedantes, convencidos, malcriados e cheios de soberba de barriga vazia. Recusamo-nos a perceber que os resultados são iguais aos que tivemos nos últimos 15 anos.

 

E ainda admitimos que um casamento entre funcionários do Clube e SAD altere a data de celebração do aniversário do Clube

 

O atrás referido tiopentato de sódio, é também conhecido popularmente como um soro da verdade. Infelizmente, tal efeito ainda não é conhecido, para já, de nos estar a acontecer. Quando surgir, será doloroso!

 

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publicado às 09:21

Em jeito de novela gráfica e sem grandes comentários.

 

Sobre a responsabilidade no Futebol

 

Imagem 004.pngPrograma de candidatura de Azevedo de Carvalho em 2013

 

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Programa de candidatura de Azevedo de Carvalho em 2017

 

Sobre a campanha "carrega no JJ"

 

Imagem 012.pngBlog avençado a 24/02/2017

 

Sobre Futsal

Imagem 008.pngwikiSporting

Sobre o Nuno Dias

Imagem 007.png

wikiSporting

 

Sobre o Pavilhão

Imagem 010.pngAnexo presente na carta da FICOPE a 7/05/2015

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Noticia no Record a 14/08/2016

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Noticia no Record a 22/02/2017

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Foto a circular nas redes sociais de 06/05/2017

Sobre o Pavilhão e Gala (cujos convites já foram enviados e alguns recebidos com o Coliseu dos Recreios como local)

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Noticia no Record a 16/01/2017

 

Sobre a data Gala que celebra o aniversário do Clube (cujos convites já foram enviados e alguns recebidos com data do evento para 30 de Junho)

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Estatutos do Sporting Clube de Portugal

Sobre o casamento de Azevedo de Carvalho

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Noticia na TvMais a 21/03/2017

 

Enquanto isso...

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Troféu de vencedor da Liga

Há um clube, objecto principal do foco do Clube que vai receber o 4º troféu em outros tantos anos, coincidentes com ainda outros tantos anos de presidência de Azevedo de Carvalho

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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publicado às 09:19

Hipocrisia II

por O 6º Violino, em 05.05.17

 

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A nossa querida Maria José Valério comemora este sábado 84 anos de vida.

Uma vida cheia de Sportinguismo. Um acto de amor com o nosso Clube do coração.

Ao que parece a Direcção do Clube decidiu homenagear Maria José Valério no dia 7 de Maio, Dia da Mãe, durante o jogo que se vai disputar em Alvalade, com o Belenenses. Uma atitude bonita. Mais bonita era se não fosse mais um acto carregado de hipocrisia. E porquê?

Recuemos à última campanha eleitoral.

Pedro Madeira Rodrigues, então candidato, referiu por mais de uma vez terem existido pressões a várias pessoas no sentido de que as mesmas fizessem parte da Comissão de Honra da candidatura de Azevedo de Carvalho.

Relembro que Marta Soares, na sua qualidade de "Presidente/Candidato" ameaçou o então candidato PMR com um processo, caso o mesmo não provasse a existência das ditas pressões.

Em pouco tempo, e em meios mais ou menos restritos circulou que uma das pessoas que teria sido pressionada, tinha sido a nossa querida Maria José Valério. 

Relembro que os convites eram feitos por SMS, telefonemas e por interpostas pessoas, tal a sofreguidão e empenho no engrossar da tal lista.

Ainda a propósito da pressão sobre Maria José Valério, a "ameaça" em caso de não aceitação, era a de que nunca mais a marcha do Sporting iria passar nas colunas do Estádio José Alvalade.

Do que chegou ao nosso conhecimento, as conversas não partiram directamente de Azevedo de Carvalho, mas por três outras pessoas, que já tinham aceite entrar na lista de tão "famosa" Comissão, a saber, Augusto Inácio, Ricardo Sá Pinto e Júlio Isidro.

Será verdade?

SL

 

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publicado às 11:28

Hipocrisia

por O 6º Violino, em 04.05.17

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"Arte de exigir de outros o que não se pratica"

Por opção, mas também por falta de tempo, tenho optado pelo silêncio e por um intervalo na escrita. De qualquer modo, para quem como eu dificilmente  consegue abstrair-se do quotidiano do Sporting Clube de Portugal, tem sido difícil manter-me calado, tanta a hipocrisia reinante nas últimas semanas.

O futebol português entrou no caminho da "estupidificação", onde os grande e principais responsáveis são os dirigentes dos Clubes. Todos eles são os principais impulsionadores de uma cultura de calúnia, insulto, "pato-bravismo", manipuladores de massas.

Todos eles sabem que estão a salvo de penalizações disciplinares e cíveis, por falta de enquadramento legal, ou na sua existência por falta de coragem política na sua aplicação.

Hipocrisia dos dirigentes em "sacudir a água do capote", imputando-se uns aos outros uma culpa comum.

Todos eles, com especial culpa para os presidentes dos três grandes, são os maiores incendiários e responsáveis pelo clima perigoso e pestilento do futebol português.

Todos eles recentemente legitimados pelas suas massas associativas, que sabiam ao que iam, e portanto,ou não viam alternativa dentro dos seus Clubes, ou são coniventes e co-responsáveis  pelo ambiente degradante a que chegámos. 

Nem a morte trágica de um adepto serviu para que esta gente tivesse um período de nojo na habitual e continua verborreia diária. 

Todos os três clubes grandes têm ao seu serviço "encartilhados", qual é a dúvida? Todos os três presidentes, para além da verborreia pessoal, metem os seus "peões sabujos"* a fazer um trabalho adicional, o sujo, o porco, o nojento, o pestilento. Todos!

Azevedo de Carvalho teve a oportunidade única de fazer diferente. Não o fez. Conseguiu ainda fazer pior e chafurdar num lamaçal que já cheirava mal. Tornou o odor ainda pior. Externa e internamente.

Obviamente que se sente bem, é uma questão de personalidade e de necessidade de manter o poder e o emprego a todo o custo. Por isso é um ser perigoso. E falso, tanto como hipócrita. Não se importa de mentir, de falsear, não mostra ter princípios.

Igual aos outros dois presidentes, com a diferença que, em termos de títulos, ganha "bola".

Hipocritamente, todos os presidentes são a mão que alimenta as claques a troco de protecção pessoal. Assim foi no passado, assim o é no presente, com a diferença que nunca o dinheiro foi tanto. O que querem estes presidentes fazer do futebol? 

Ter apenas nos estádios pessoas que se consigam defender fisicamente? Alguém com bom senso, sendo do Sporting, leva a família aos estádios dos adversários? E no sentido contrário a mesma coisa...

Tenho saudades dos tempos, em que com menos de 10 anos de idade, podia ir com os meus pais e mais famílias, a Braga, ao Estádio 1º de Maio, ao Porto, às Antas, ao Estádio da Luz, ao Estádio do Mar, em Matosinhos. Agora alguém leva a família a esses estádios, sendo do Clube visitante? Só um irresponsável.

 

* Nota explicativa: "peões sabujos" são o Carlos Dolbeth, o Pedro Batista, o José de Pina, o Fernando Mendes, o José Eduardo, o Eduardo Barroso, o Dias Ferreira, o Nuno Saraiva, entre outros fantoches que se deixam comprar, com especial destaque nas redes sociais.

SL

 

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publicado às 13:29

O pior

por Trinco, em 03.05.17

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O futebol nacional vive por esta altura uma das maiores crises da sua história. Esta crise ameaça fazê-lo regredir aos miseráveis anos 90. Não é uma crise de talento, não é uma crise de público (apesar de tudo), não é uma crise técnica, nem sequer uma assim tão evidente crise económica e financeira. É uma crise de práticas, valores e princípios, protagonizadas pelas classes de topo. As classes do dirigismo, quer ao nível dos clubes, quer ao nível das estruturas reguladoras.

 

Os jogadores, são bons. Portugal sagrou-se este ano campeão europeu e o jogador português é cada vez mais apto e tem mercado, havendo jogadores espalhados pelos maiores campeonatos europeus, com presenças em 3 das 4 equipas que disputam as meias finais da maior competição mundial de clubes.

 

Os treinadores, apesar de algumas derivas de inflação despropositada do seu ego em alguns, são igualmente desejados e reconhecidamente fazem um bom trabalho, sendo que cada vez importamos menos e exportamos mais.

 

A formação trabalha bem, deixando de estar quase apenas sustentada pelo Sporting, havendo agora vários pólos a funcionar bem e a alimentar equipas e selecções.

 

As infraestruturas melhoraram substancialmente, quer ao nível dos palcos dos jogos, quer ao nível dos centros de treinos e formação, sendo que até as equipas de menor dimensão se esforçam por se apetrecharem convenientemente.

 

Economicamente, ainda que havendo um acentuar das assimetrias entre as equipas mais apetrechadas e as menos, o "balanço" está minimamente equilibrado, fruto de um maior realismo orçamental (exceptuando as 3 maiores que exponenciam a cada época as assimetrias), longe do que acontecia há 20 ou 25 anos.

 

Os árbitros são fracos como sempre foram, ainda que cada vez mais pressionados e condicionados, alvos constantes dos jogos de palavras, das análises ao frame e das descargas de culpa.

 

Já em termos de dirigentes, o panorama é tristemente diferente. Ondas de acusação e culpabilização permanente, climas de promoção de guerra civil, muito pouco respeito ou sequer decoro, insultos, ameaças, processos atrás de processos, manipulações, conspirações, cartilhas, instrumentalizações, etc. Ao ponto de tal já ser noticia nos media estrangeiros. Ao ponto de já termos passado novamente o limiar da tragédia (e ainda assim tudo continua na mesma toada). Ao ponto de podermos estar a chegar ao limiar do não retorno.

 

Os adeptos, sendo militantes, não gostam de futebol. Aliás não se gosta de desporto em portugal (este clima, por capilaridade, vai contaminar tudo). Gosta~se apenas dos clubes e de ganhar, seja porque meios for. Funcionamos de forma tribal e muito pouco esclarecida, sendo facilmente instrumentalizados e arrastados para  guerras sem quartel e sem que vislumbre de hipótese de alguém sair vitorioso.

 

Quando acordarmos, será tarde!

 

P.S.1 Deixo de parte os paineleiros e comentadeiros, por entender serem um subproduto a desconsiderar liminarmente, de adeptos que vivem parasitariamente do futebol, não tendo por ele qualquer respeito e muitas vezes conhecimento.

 

P.S. 2 Sendo algo de dificil julgamento e aplicação, não considero, no estado ao que se chegou, que as penalizações desportivas reais por incorrencia nestes comportamentos por parte dos dirigentes seja assim tão descabido, já que pontos subtraidos, custam bem mais que multas pagas pelos clubes ou suspensões fantoche.

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publicado às 09:08

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