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O Discurso do Bruno

por Lizardo, em 26.06.17

 

 

O filme “Feios, Porcos e Maus” de Ettore Scola é uma obra prima. A vida em tempo real, um quadro pintado com sapiência que explica que tudo na vida tem uma relação de causa-efeito.



Os reles, porcos e nojentos, uma obra insonsa de Bruno de Carvalho é também um quadro da vida real do desporto nacional. E que nos explica que tudo tem também uma consequência, e que todos os atos resultam em factos que nos podem custar muito caro no futuro.



O discurso do Bruno foi mais um episódio deplorável. Não quero acreditar no que disse nem quero acreditar que exista quem tenha a baixeza de criar uma trama para tramar o Presidente envolvendo a sua família e amigos mais próximos. O conteúdo do “word” revelado é demasiado grave.



O Sporting não se pode nem se deve confundir com estes episódios. Se o Presidente se sente atacado deve ter a capacidade e o poder de se defender nos locais próprios, afastando este lixo do Clube, tentando ao máximo não envolver o nome Sporting em episódios deploráveis e discussões de sargeta.

 

Mas Bruno não consegue, Bruno é o ator principal de Feios, Porcos e Maus. Uma personagem que procura a vida fácil, que se entrega aos prazeres da vida, que despreza e não entende que tudo está ligado e que tudo pode trazer consequências para a sua vida, para a vida dos que o rodeiam e acima de tudo, para o Sporting.


Bruno continua a não entender que não pode ofender Sócios, mesmo que o mereçam. Não se trata somente de ter uma imprescindível posição institucional, mas também de compreender que a gestão de comunicação, atualmente, não se resume ao nosso Bairro, à nossa Cidade ou País, hoje, tudo ganha uma projeção mundial em segundos. E Bruno não compreende que utilizar termos como: “Nojentos”, “Reles” e “Porcos” rapidamente se transforma numa generalização a todos os Sportinguistas. É o lado perverso da rapidez da comunicação.


Por tudo isto, o que se passou na passada Assembleia Geral foi grave. Merece ser investigado e não pode passar impune. Não podemos aceitar que se ataque um Presidente desta maneira, mesmo que não concordemos com a sua gestão, nem podemos concordar com este teatro que envolve o nome do Sporting, levando o nosso bom nome para níveis que não se relacionam com a nossa história centenária.



É tempo de pensar muito bem se é isto que queremos para o Sporting. A próxima época começa hoje, as incógnitas são muitas, só peço que a espinha dorsal se mantenha, que continuemos a ser um Clube que valoriza os seus formandos e que aposta nos jogadores portugueses, os que foram campeões da europa e os que num futuro muito próximo muitas alegrias nos podem dar.

 

Peço também que o Sporting saiba gerir da melhor forma a mentira e a batota, por todos sabida e conhecida, que envolve o Benfica. Temos que saber lutar de forma sapiente, estes sim são reles, nojentos e porcos, com todo o respeito que me merecem alguns rivais, os nossos, os Sócios, por mais líricos que sejam e por mais que se sirvam do Clube em vez de o servir, continuarão sempre a ser do Sporting. E este Sporting atual está cheio de lambuças. Cheio.

 

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publicado às 11:23

O Pavilhão do Bruno

por Lizardo, em 22.06.17

Ontem foi a primeira inauguração do Pavilhão, num conjunto de três cerimónias já agendadas. A felicidade de todos os Sócios e Adeptos com a construção de tão nobre e fundamental obra é evidente. O Sporting não podia continuar a viver sem a sua casa para as modalidades. Era totalmente contranatura continuar as romarias para Loures ou Odivelas, Casal Vistoso ou Rio Maior, entre outros Pavilhões espalhados pela região.



Ontem, como bem disse Margarida Rocha, fechou-se o ciclo das grandes obras de modernização do Sporting do século XXI. Um Estádio, uma Academia e agora a casa que imortaliza o já imortal Presidente João Rocha.



O dia de ontem tinha tudo para ser histórico. Um dia desejado por tantos, um dia que deveria ser aberto a todos os Sócios e Adeptos, com um programa pensado para os que há mais de 10 anos fazem quilómetros para ver as modalidades fora de Alvalade. Mas não, uma vez mais, o foco foi o Presidente Bruno de Carvalho.



Para lá do erro da data e da hora, uma quarta-feira, em simultâneo com o jogo da Seleção Nacional e a poucas horas de um importante jogo do Futsal, revela que estratégia e visão, são termos e processos que escasseiam.


Depois o palco e o tempo oferecido a Bruno. Bruno discursou na rua, Bruno leu e releu a sua frase na Estátua do Leão vezes sem conta, Bruno entrou no Pavilhão como uma estrela de rock, Bruno foi o Presidente, Bruno foi o Anfitrião, Bruno foi a imagem de todos os atletas do passado, do presente e do futuro. Bruno foi o foco, o tempo de antena, a voz, Bruno foi o rei das selfies e dos abraços. Sempre com os mesmos, com as mesmas caras, com os mesmos que até já têm palco em programas da Sporting Tv ou que têm um “emprego” no Sporting.

 

Não posso deixar de sublinhar a mentira de Bruno sobre o nome do Pavilhão. Não, não foi o Bruno que sugeriu o nome João Rocha. Não!!. Foi aprovado e deliberado a 30 de Setembro de 2012, numa Assembleia Geral no Multiusos de Alvalade, apresentado pela Direção em funções à data. Felizmente foi rapidamente desmentido pela filha de João Rocha.

 

Mas a mentira não acabou aqui. As palavras oferecidas ao falecido Sócio Vitor Araújo são de um aproveitamento sem sentido. “Amigo”, “Muitos jogos ao seu lado”, “com o meu pai e meus irmão, juntos, vimos muitos jogos”. Quem marcou e marca presença nos Pavilhões sabe que tudo isto é treta. Pura treta. Bruno há dez anos, nem as quotas tinha em dia, quanto mais dedicar-se a assistir a jogos das modalidades. Mas vale tudo!


Bruno tem um evidente complexo de inferioridade. Precisa de palco, precisa de espaço mediático, precisa ser notícia, pois só Ele sabe a dimensão da mentira que nos conta há muitos anos. Precisa de palco pois não temos títulos, não temos saúde financeira, somos cada vez mais irrelevantes no panorama desportivo.



Estes quatro anos têm sido uma mentira constante.



Ontem os Sócios ficaram de fora, os Adeptos não foram convocados, o Pavilhão não estava cheio, foi uma festa para amigos e alinhados, longe dos tempos onde o Sporting era para todos.



O que se assistiu ontem foi um deplorável espetáculo. Salva-se a obra, obrigado a todos os que desde os primeiros momentos lutaram e reuniram com a autarquia lisboeta, a todos os que criaram as fundações e as bases necessárias da obra. Bruno tem o mérito de ter continuado e ter dado vida ao Pavilhão. Sobre isso não há dúvida, mas ficaria muito bem não esquecer que há muitos anos, várias direções já trabalharam e muito para que este sonho fosse possível. A esses nem uma palavra.


Este Sporting que não reconhece o seu passado e que só se valoriza com o seu presente, mesmo sem nada ganhar, mesmo vendo abalar os seus principais ativos, sejam eles funcionários ou atletas, não pode ter grande futuro.

 


Salva-se quem entende e vive realmente os valores do Sporting

 

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publicado às 09:03

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Ontem foi tornada publica uma gravação de uma conversa entre Bruno de Carvalho e um conjunto de jornalistas. Durante três horas o sumo que se retira é uma enorme pipa de banalidades, de ataques, de autoelogios e acima de tudo, de um nível tão raso que não compreende a grandeza do cargo e da Instituição que representa.

 

O que se ouve durante três horas de conversa de balcão, numa qualquer taverna de uma localidade à beira-mar, é assustador e sintomático do carácter (ou falta dele) da pessoa que dirige o Sporting atual.

Chama a Ele a responsabilidade das melhores contratações, nega perentoriamente as que falharam e chuta responsabilidades para outros, apelida os Sócios de “estúpidos” e a cereja no topo do bolo é o desprezo com que encara a Gala, que ele criou, e como tal, se considera dono e senhor da mesma. Nada de novo, sempre confundiu as competências do cargo que ocupa com a forma de gerir um pequeno negócio numa qualquer garagem em Telheiras. Este estilo pato-bravo levou a muitas falências, esperemos para ver o impacto que terá no futuro do nosso Sporting, o lucro aventado hoje, ao contrário do que se festeja, revela que continuamos no mesmo registo que este Presidente combateu, vivemos de lucros de vendas, na sua maioria jogadores formados internamente, projeto esse abandonado de forma clara com a entrada de Jorge Jesus, e pelos vistos, com toda a conivência do Presidente, que acha “estúpidos” todos os que pensam que se ganham títulos com os jogadores de Alcochete. Tem toda a razão, não se ganha só com estes, mas pelos vistos não temos ganho com nenhuns, e o que Alcochete nos tem oferecido nos últimos anos é encaixe financeiro, a relembrar só alguns nomes: Ronaldo, Quaresma, Viana, Nani, João Mário, Cédric, Illori, Bruma, entre tantos outros.

 

Mas como em tudo na vida existem os danos colaterais deste estilo e desta boçalidade. Assistir a “ilustres” que defendem este Presidente, só me leva a pensar que estamos perante um ato de desespero, há fome em Portugal. Pina, Dolbeth, Saraiva, entre outros, na defesa cega deste Presidente não compreendem que se estão a reduzir a um estado de falência intelectual tão grande e tão grave, que no dia que todo este fraco edifício azevediano cair, todos irão seguir o mesmo destino. E quem sabe, e assim espero, para sempre longe e afastados do Sporting. Não o servem, servem-se, e gente desta estirpe faz tanta falta como a fome.

 

Em conclusão, que pouco há a escrever sobre este tema, deixo somente para pensamento o hipotético cenário de uma hecatombe cada vez mais próxima e cada vez mais evidente. Os rivais estão a arrumar a sua casa, nós estamos em clima de guerra declarada, internamente e no panorama externo, contra tudo e contra todos. Vamos ter que vender, vamos voltar a comprar por atacado e em mercados que oferecem jogadores de qualidade duvidosa, e claro, vamos para mais um ano zero onde vamos superar novamente o nosso recorde orçamental.


Admito que muitos Sócios defendam esta direção. São praticamente os mesmos que defenderam Godinho Lopes até à exaustão. É assim, é muito fácil apoiar o poder. É preciso coragem, dignidade, frontalidade e uma espinha dorsal bem definida e hirta para criticar. O futebol é feito cada vez mais de gente sem pinga de valor. E cada vez mais feito de gente que abusa da pinga!

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publicado às 09:55

Metalidade

por Lizardo, em 22.05.17

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O Sporting sempre se afirmou como um “Clube diferente”. Para o bem e para o mal, durante muitos anos, e em especial no pesadelo que foi a gestão de Sousa Cintra, este chavão era várias vezes utilizado para capitalizar a forma como se superava desaires. Uma estratégia que tentava revelar que mesmo nos momentos mais complicados, derrota após derrota, lá estavam os quarenta e tal mil habituais no velhinho Alvalade.



Com o tempo essa identidade foi também várias vezes aproveitada, sempre com o intuito de chamar e passar a mão “plo pelo” de Sócios e Adeptos.


Atualmente já não somos diferentes, somos assumidamente retrógrados e completamente desfasados da realidade do que é um Clube Empresa e como funcionam os índices de motivação e valorização de jogadores.


Ontem durante o jogo, com vários recados, uns encomendados, outros que foram uma surpresa para alguns, surgiu uma mensagem para Ruben Semedo. Um jogador com vários anos de Sporting, campeão em vários escalões da nossa formação, internacional, um jogador que deveria ser motivado e acima de tudo, valorizado. Afinal, tem sido este o nosso mealheiro nos últimos anos, as vendas dos jogadores que formamos.



Ontem tudo se fez em sentido contrário. Desmotivamos um jogador que tem qualidade, que é da casa, e mais grave ainda, desvalorizamos um jogador que tem mercado.

 

Não lembra a ninguém com capacidade de gestão e com uma missão única de servir o Sporting ter um comportamento assim.


Nenhum jogador merece este tipo de comportamento, seja o Shickabala ou o Bojinov, o Pongolle ou o Messi da Escócia.

 

Este tipo de mentalidade que se enraizou é altamente lesiva para o Sporting. Ninguém ganha com este tipo de atitudes e comportamentos. Perde o Sporting que desvaloriza jogadores, perde o plantel que encontra no seu balneário focos de desmotivação e descontentamento difíceis de gerir. A Flash Interview de Adrien foi também sintomática do estado de espirito de um plantel que está fraturado e completamente à deriva. Um foco de frustrações e de promessas que nunca se cumprem.


Posto isto, acabou a época da pior forma. Tudo falhou à exceção de Bas Dost. Falharam redondamente todas as contratações, ontem somente jogaram Beto e o Holandês goleador. Revelador de todo o fracasso da época que agora acabou.



As três contratações já realizadas não auguram nada de bom nem de novidade para a época que se está já a preparar.


Vamos ter um verão quente, e depois do espetáculo deplorável que uma grande maioria censurou ontem nas bancadas de alvalade, a divisão entre associados ganha cada vez mais expressão.


Em suma, quatro anos de marasmo, de regressão em relação aos rivais, onde numa das piores épocas do Futebol Clube do Porto, não os conseguimos superar e agora vamos ter que rezar a todos os santinhos que não nos calhe em sorte nenhuma equipa da Albânia ou um Légia no Playoff da Champions.


O tempo tem sido mestre!

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publicado às 09:53

O estrume e o escaravelho.

por Lizardo, em 21.04.17

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Estamos a poucas horas de começar o jogo maior de todos os jogos em Portugal. Um Sporting vs Benfica é o maior e mais apetecido encontro do nosso campeonato, independentemente da classificação e dos objetivos que estejam ainda em luta entre estes dois monstros do nosso futebol nacional.

 

Os últimos tempos não têm sido favoráveis no que toca à saúde do fenómeno desportivo em Portugal. Os dirigentes e os comentadores desportivos, que nos últimos tempos se auto-intitularam estrelas maiores do futebol, minam e envergonham quem defende os valores do desporto.



Os últimos temas são disso exemplo, de e-mails a pedidos de bilhetes, a cânticos brejeiros até à ruína intelectual de Dolbeth, Braz, Pina e Guerra, entre tantos outros, não consigo desenhar na minha opinião, pior cenário e tão raso e boçal estado de coisas como a atualidade.



A esta gente deve-se oferecer o devido desprezo. Vivem frustrações profissionais, procuram os “quinhentinhos” que lhes metem comida na mesa e espaço mediático para continuarem a lograr ambicionar um lugar ao sol quando se pavoneiam pelas ruas do nosso país. São uns tristes, pobres desgraçados, uma vergonha diária que se dissemina pelos telejornais e pelas redes sociais.



Mas estes pobres lambe prepúcios não são mais que o eco de quem os alimenta. Os Clubes e as suas equipas de comunicação são a ração desta raça que vai impondo e evangelizando uma opinião.



Não podemos andar a defender a verdade desportiva e a fazer dessa causa uma grande bandeira, quando no silêncio da noite e no recato de um jantar, se juntam todos à mesa a receber os briefings e os temas que devem e como devem ser comentados. Todos o fazem, se assim não fosse, que necessidade teriam os Clubes em pagar a Diretores de Comunicação e a cada vez maiores equipas desta disciplina?



Em suma, não é portanto surpresa que o futebol português esteja a definhar e a viver uma das mais miserabilistas épocas da sua história. Numa época em que fomos Campeões da Europa, aposta-se cada vez menos no jogador português, a formação é cada vez mais um embuste para boi marrar e lançar areia para os olhos, e claro, os órgão de comunicação social não vendem, pois não há notícias, não há novidade, há sim estratégias e agendas concertadas e bem afinadas que sustentam e proporcionam que estas casas não fechem portas e desapareçam das bancas.



Sábado é importante esquecer tudo isto, é importante olhar para o relvado e ver os nossos Campeões da Europa jogar e honrar a nossa camisola, assistir à capacidade goleadora de Bas Dost, ver um adversário ao nosso nível e uma arbitragem das melhores. E depois de tudo isto, que ganhe o Sporting. Assim, com tanto equilíbrio, dignidade, caráter, verdade, é assim que se saboreiam as grandes vitórias, onde os atletas e o publico devem ser os principais intervenientes.

Depois do jogo veremos se assim poderá ter sido ou como será. Mas adivinha-se mais do mesmo, discursos inflamados, ataques, o “eu qualquer dia digo”, e claro, o baixo nível a que estamos já habituados e que é já definição de “português” por este mundo fora.

Cada vez mais afastado deste futebol. E cada vez mais gente se irá afastar. Os culpados estão à vista de todos. Continuar a alimentar esta espécie e continuar a alimentar um vírus que está a consumir o nosso grande amor, o Sporting e o Futebol Português. 

Todo este clima é a "porcaria" que muito escaravelho junta para se alimentar. Queremos continuar a alimentar esta porcaria?

 

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publicado às 09:59

Se vai mudar? Tenho as minhas dúvidas!.

por Lizardo, em 05.04.17

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Dado os resultados das últimas eleições, achei por bem e por respeito democrático não dar voz a este espaço até hoje. O plateia leonina demonstrou nas ultimas eleições uma força e uma vitalidade que não é de todo novidade, sempre assim foi, e sempre assim será. Somos grandes, somos um Clube que sempre se conseguiu impor e afirmar grandeza nos momentos mais complicados.

 

Os Sócios decidiram oferecer a Azevedo de Carvalho mais quatro anos. Um novo mandato, um voto de confiança, na minha leitura, na luta contra os poderes instalados e para tentar mudar a realidade do futebol nacional.



Entre muitos amigos que votaram na Lista A, muitos não se revêm na imagem do Presidente, consideravam Pedro Madeira um “curioso” e esperam que, com a experiência do cargo do atual, existisse mudanças.



Recentemente num encontro de grandes leões, na sua maioria votantes de Azevedo de Carvalho, o descontentamento já está de novo presente.


Ou seja, este voto de confiança não foi usado para ganhar força e outros caminhos de ação e atuação, mas sim para afirmar de forma cada vez mais envergonhada uma estratégia de comunicação e de ruído no universo do futebol.



Estes sete processos levantados contra o Benfica são de um lirismo completo. Como foi a entrevista de Bruno Azevedo de Carvalho à TVI. Estrategicamente pensada, sai para a opinião publica o nome Sporting numa fase onde somente Porto e Benfica lutam por títulos, tentando demonstrar uma falsa vitalidade do nosso Clube.

 

Estes primeiros tempos do segundo mandato não revelam qualquer mudança de paradigma. Os erros dos últimos anos que nos tornaram altamente despesitas, com orçamentos faraónicos e sem títulos, parece ser o caminho a seguir. E claro, a comunicação, que de dia para dia bate recordes de estupidez, reduzindo um Clube centenário a discussões com figuras mediáticas das revistas cor-de-rosa.

 

É realmente triste continuar a constatar a evidência, é triste assistir a um aumentar da ferida, é demasiado doloroso assistir ao debate Sporting e ao debate Futebol Português com os nossos comentadores nos mais diversos órgãos de comunicação social de Portugal.

A próxima época será decisiva. Não só para Bruno como para Jorge Jesus. Agora é tempo de lua de mel, tudo está bem, num cenário de guerra de completa destruição, onde vamos vencer zero títulos no futebol, e outros tantos nas modalidades ditas amadoras, onde somente temos esperança e muita no Futsal.

 

De Futsal, com o regresso de Cardinal e do grande Diva cada vez mais certo, a próxima época indica que será um novo “all in” em todas as modalidades. No Andebol espera-se a confirmação de um novo Treinador e no Hóquei, bem, aqui, é lutar com todas as forças para que a modalidade não perca cada vez mais representação no espectro europeu, tão pobre e com tão poucos adeptos como agora.

 

Que acabe rápido esta época, tão pobre, tão vazia, tão desprestigiante em tantos campos, conferências de imprensa, comentários, processos, eliminações precoces e perseguições. Que este novo elenco diretivo, e com o regresso de tantos ilustres ao Conselho Leonino, algo mude, e que mude no sentido de ter um novo posicionamento, um tom diferente, uma estratégia a longo prazo e a capacidade de resolver o presente.


Se vai mudar? Tenho as minhas dúvidas!.

 

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publicado às 10:02

Merdas

por Lizardo, em 02.03.17

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Pois é, tenho feito um esforço para que neste período eleitoral o ruído fosse o menor possível e que existisse o maior dos focos no que realmente interessa: O Sporting, o seu presente e o seu futuro.

Infelizmente, não se debateu rigorosamente nada sobre qualquer assunto pertinente e fraturante. Seja qual dos candidatos o vencedor no próximo dia quatro, o Sporting já perdeu.

Mas se o nível baixo e até o ridículo não é de todo surpresa, afinal, foi esse o nível dos últimos quatro anos, não posso deixar de assumir a minha surpresa em relação à forma como a plateia leonina reagiu, catalogou, apontou e caluniou os seus pares, Adeptos e Sócios do Sporting Clube de Portugal.

E é sobre essa surpresa, sobre factos, atos, comportamentos e vários episódios que nasce o texto de hoje e a necessidade de o escrever a poucas horas das eleições.


Ora vejamos, quem presta no Sporting?

O Presidente é uma merda, dizem os opositores. Com a merda do atual Presidente existe uma pocilga de gente que chafurda diariamente, desde rapazes e outros yes mans que por lá ganham uns tostões para meter comida na mesa. Curioso que desta merda de gente há quem tenha moral desmedida nas redes sociais a defender esta merda de presente, mas depois de tornados públicos os Cadernos Eleitorais, pufff, que merda, a grande maioria desta merda de gente ou não existe ou não é Sócio. E um dia aqui faremos essa análise sobre essa merdice.

Por outro lado há os merdas do Pedro Madeira. Pedro Madeira é uma merda. Impreparado, aventureiro, com uma campanha pior que as maiores merdas de sempre, com uma lista plena de merdas que foram merdas bem próximas do Presidente de merda atual. O Mandatário da campanha é uma merda sem explicação, o seu Programa uma merda sem sentido e para cúmulo das merdas todas que já aconteceram, Pedro Madeira, o merdas, foi buscar um Boloni que é uma valente merda e um treinador que foi uma merda por todo o lado onde passou. Não há merda que se aproveite, a começar no apoio do Severino e a acabar na merda de debate que fez na Sporting TV.

Sporting TV essa que é uma merda sem precedentes. Nunca se viu merda tão amadora e tão dominada pela merda do sistema do Carvalho. Um só debate, que foi uma merda, com um conteúdo de merda, uma moderação merdosa e sem retorno algum. Mas a maior merda de todas foi o constante tempo de antena oferecido ao atual Presidente de merda, todos os seus discursos mereceram um direto, já o merdas do Madeira nem vê-lo ou ouvi-lo. Uma merda isto tudo.

 

Entre tanta merda, a merda do vídeo do Ricciardi e do Sikander, dois merdas que estão na merdosa Comissão de Honra do Presidente de merda e nas Listas para a merda do Conselho Leonino, um ninho de merdosos croquetes que voltam à merda de ontem sempre quiseram estar apesar de andarem constantemente a cuspir no prato/croquete que comeram.

 

Entre tanta merda de gente e de episódios não é de estranhar a nossa classificação de merda, não é de estranhar que existam muitas dúbias e complicadas dúvidas nas nossas contas, que a merda das despesas subiu para valores de gritar “que merda é esta?”.

Éisto, na merda, estamos na merda. Por muito que nos custe a assumir, é este o nosso estado atual. Fui, Sou e Sempre serei do Grande Sporting Clube de Portugal. Já superámos tantas tempestades, não serão uns merdas e mais uns episódios de merda que nos vão diminuir. Estamos doentes, feridos com gravidade, hipnotizados, crentes nas impossibilidades que se prometem.

Com tanta merda extra-Sporting nas nossas vidas, são as merdas do Sporting que nos custam mais. Porque o Sporting é nosso, pelo menos enquanto o verdadeiro Governo Sombra não conseguir levar avante a golpada que tem desenhada para o nosso grande amor.

Merda pá!

 

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publicado às 12:31

Champions da (indi)gestão

por Lizardo, em 31.01.17

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Estamos a poucas horas do fecho do mercado e Ryan Gauld e Geraldes, nossos jogadores, que estavam emprestados ao Vitória de Setúbal e que por simples birra e capricho foram chamados à sua procedência.

 

Passaram por Chaves, mas por lá não ficaram, malvadas leis estas que existem, redigidas e aprovadas pela generalidade dos Clubes.

Hoje, a poucas horas do fecho de mercado, Gauld e Geraldes correm o sério risco de não poder desempenhar a sua profissão até ao final da época.

Como bem explica este artigo, a situação ultrapassa todos os limites do desnorte e da falta de capacidade de gestão desportiva.

Mas se sobre esse assunto já muitos se debruçaram, faço deste texto uma avaliação deste episódio em comparação com a figura que nos preside.

Só alguém que não defende nem entende o lado humano pode avançar para uma medida desta dimensão. A vida, o profissionalismo dos jogadores, as suas carreiras foram completamente encostadas num plano secundário, colocando em primazia o devaneio histérico e sem sentido de Azevedo de Carvalho.

Pobres e angustiantes horas devem passar Geraldes e Gauld. Os únicos inocentes neste processo, e muito provavelmente os que vão arcar com todas as consequências.

E todo este “filme” é a história da vida de Bruno Azevedo de Carvalho, o seu “eu” sempre em primeiro lugar, com decisões por impulso, renegando e desprezando os danos colaterais, que neste caso são muitos, não só para o Clube, para a sua imagem, para a defesa dos seus valores, e claro, para a carreira dos jogadores.

Que mensagem passa este Presidente com estas atitudes? Que vontade terá um jovem num futuro próximo de assinar por um Clube que os despreza e os avalia como números e meros exercícios contabilísticos. Exercícios esses que muito têm custado ao Sporting, seja no ponto financeiro, seja na vertente de Clube formador.  

 

Bruno Azevedo de Carvalho não tem propósito. Navega à deriva na procura de um farol que lhe vá indicando um caminho. Todos os anos, um novo ano zero, todos os dias uma nova guerra, um novo combate, e claro, derrotas e mais derrotas que são reflexo de vitórias e mais vitórias dos nossos rivais.


Pobres Gauld e Geraldes, que não querem nem merecem este ambiente. Pobre Sporting que não merece este Presidente. Pobres os adeptos, tanto os que andam enganados como os que sofrem com todas estas tramas.


Isto é o Presidente Bruno Azevedo de Carvalho. O que pede expurgas de sócios, que os apelida de ratos e híbridos, que contorna problemas e escreve longos textos na sua conta do Facebook plenos de lugares comuns e sem conteúdo algum.


O que Bruno Azevedo de Carvalho não tinha, começa agora a ter, e de forma forte e cada vez mais assumida, uma oposição dividida em várias vozes, de Severino a Mário Patrício, de Benedito a Pedro Madeira Rodrigues. A juntar a todos estes os Lesados do Carvalho, os que com ele privaram e se aperceberam estar envolvidos numa das suas maiores asneiras de vida, e claro, os Sócios, que felizmente a cada dia que passa são cada vez mais a rebelar-se contra o "novo Sporting".


Faltam poucas horas, e Gauld, o novo Messi, e Geraldes, o futuro lateral da nossa Seleção, estão sem Clube.


Eis a Champions da Gestão, seja do ponto de vista desportivo, financeiro e acima de tudo, a gestão humana e de imagem de um Clube com mais de cem anos.

Basta!

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publicado às 13:56

Acorda Sporting!!!

por Lizardo, em 23.01.17

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Uma eleição é uma eleição. Seja para um Clube, num contexto partidário ou empresarial, o processo é comum. Existem candidaturas, existem ideias, programas, promessas, é um período de discussão de ideias e propostas que deveriam obrigar a um período sincero e inteligente de reflexão nos eleitores.


Os tempos de hoje são diferentes. Existem muitos veículos de comunicação, que permitem focar e dirigir a comunicação para targets bem identificados, ou para avaliar deficiências e necessidades. As redes sociais, fenómeno mais recente no veículo de comunicar, é amplamente utilizado para medir notoriedade, para aferir necessidades e para compreender fraquezas.

As redes sociais não são um bom veículo de campanha? Não serei assim tão radical a esse ponto, até porque as estratégias de disseminação de mensagem devem compreender uma visão global e não de intervenção reduzida ou local.


Avaliando as duas candidaturas até agora apresentadas aos Sócios do Sporting, não posso deixar de revelar a minha frustração e até vergonha.

Péssimas campanhas, amadoras, sem princípios, sem estratégias, sem focos de mensagem e de ideias, uma amálgama de lugares comuns que só provocam um maior afastamento das urnas.

E este afastamento das urnas até pode ser estratégico, Bruno de Carvalho muito ganhará com este desnorte, pois tem os seus fieis apoiantes bem identificados e fidelizados. Já Pedro Madeira Rodrigues continua a insistir em erros sucessivos e num silêncio ensurdecedor de quem tanto o quer e desespera ouvir revelar projetos, ideias, pessoas….

Pedro Madeira tem que compreender que uma candidatura não é uma simples aposta. Uma candidatura é um projeto que tem de se explicar por si só. Tem que ter uma equipa forte, tem que compreender os tempos de comunicação e tem que ter uma dinâmica de mensagens bem estratificada e ponderada, para não cair no esquecimento ou perder oportunidades de “evangelizar” quem está no limbo. O tempo de comunicação atualmente é “fast food”. Ou se aproveita a maré, ou se fica em terra para sempre a ver o navio afastar-se no horizonte.

E é neste limbo de duvidas que está uma grande maioria de Sportinguistas. Muitos são os Sócios que querem mudar o Rumo do Sporting. Que não se identificam com o presente. Mas que mensagens de esperança são dadas a esta gente? Que ideias? Que processos de mudança?

Guy Debord, na sua obra, A Sociedade do Espetáculo, explicou-nos que a “plateia” prefere o falso ao real, que valoriza o espetáculo ao debate de ideias. Esta “plateia” exige participação mas no momento de dar um passo em frente, esconde-se e não coloca como prioritário a defesa das suas ideias.

Este Sporting de agora revela uma fragilidade gritante. Impensável que um Clube com a grandeza do Sporting Clube de Portugal possa estar a decidir o seu futuro desta forma. Com apoiantes declarados prostrados em programas de televisão a fazer uma triste figura na defesa da honra de um Deus Menor, como Pina, José Eduardo ou Dias Ferreira. Bem como, o insistir no ruído de Severino, que verdade seja dita, ganharia muito em se afastar deste fenómeno. Como bem disse Sérgio Abrantes Mendes, há um tempo na nossa vida para estas candidaturas, e a de Severino nunca chegou, não adianta insistir.

O Sporting tem audiência, tem leitores e tem ouvintes, tem internautas e tem gente que está presente em Núcleos. O que têm feito estes nossos ilustres candidatos? Pouco, muito pouco! Este clima de ofensa, que tem prejudicado Pedro Madeira, pois está sozinho nesta luta e Bruno tem um conjunto de irrascíveis defensores a fazer a sua guarda, não ajuda o Sporting, não apresenta qualquer eco de mudança de ou novidade.

E é este o termo fundamental destas eleições. A NOVIDADE. Que apareça gente nova, mas gente com conhecimento. Que apareçam projetos sustentados e bem fundamentos, que se façam programas que não passem autênticos atestados de incompetência aos Sócios e Adeptos. O Sporting é um Clube centenário, como tal merece uma Campanha sóbria, sem caças às Bruxas e sem ataques pessoais.

A politização do Sporting, ou o colocar os interesses pessoais à frente do Clube levam a estes atos de desespero. O Sporting caminha a passos largos para um período de fraqueza e fome extrema.

Queremos novidades, ideias, criatividade e caminhos sérios para me obrigarem a ir votar, a decidir de consciência.

Enquanto se decidir por A em detrimento de B por uma razão de avaliação pessoal e não de capacidade de gestão, o Sporting nunca deixará de ser uma feira de vaidades sem eira nem beira, onde todos se valorizam e garantem espaço mediático para os seus próprios negócios.

Este Sporting precisa de uma rutura. E muito rápido. Nunca na nossa história vivemos esta descaracterização de forma tão assumida e colocada em prática. Ouvir ontem José Eduardo em debate com Pedro Madeira Rodrigues é compreender a total falência e ausência de valores. O interesse pessoal, o interesse dos negócios, o mesmo José Eduardo que esteve na defesa de todos os Presidentes que até hoje estiveram no poder.

Acorda Sporting, acordem candidatos, o Sporting e os Seus merecem muito mais.

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publicado às 15:33

A mentira e a Falsa Verdade

por Lizardo, em 17.01.17

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O principal é não mentir para si mesmo. Quem mente para si mesmo e dá ouvidos à própria mentira chega a um ponto em que não distingue nenhuma verdade nem em si, nem nos outros e, portanto, passa a desrespeitar a si mesmo e aos demais. Sem respeitar ninguém, deixa de amar e, sem ter amor, para se ocupar e se distrair entrega-se a paixões e a prazeres grosseiros e acaba na total bestialidade em seus vícios, e tudo isso movido pela contínua mentira para os outros e para si mesmo.”

(Fiódor Dostoiévski, Os Irmãos Karamázov)

 

 

A mentira foi eleita em 2013. Foi eleita como bandeira de esperança, com ecos de sebastianismo e como forma de mudança.

A mentira, de 2013 até aos dias de hoje, tem-se afirmado a mais rígida estratégia deste Sporting, que a usa e abusa, não só na sua comunicação como na gestão diária do Clube e da SAD, e no relacionamento entre os seus pares.

Uma mentira muitas vezes repetida, em especial nas redes sociais, transforma-se numa falsa verdade, bem diferente da disciplina da mentira.

Esta falsa verdade é uma estratégia assumida, a mentira é parte integrante do Ser. Neste caso específico, e falo do Sporting atual, a mentira é o núcleo central, o motor nevrálgico de toda a falsa verdade que se vai propagando por tantas espaços e moldando opiniões.

Exemplos não faltam, desde a promessa de investidores, a forma como saiu Leonardo Jardim, o despedimento bárbaro de Marco Silva, as justificações para as contratações, o constante inundar com contrainformação a opinião publica para afastar o foco do que realmente interessa: Saúde Financeira, Sucesso Desportivo, Evolução Desportiva.

A mentira e a falsa verdade andam de mãos dadas e assumem várias caras, algumas patrocinadas e pagas com ordenados, favores, bilhetes, refeições, colunas nos jornais, ecos nos programas de televisão, e até programas de opinião na televisão do Clube.

O circo mediático da mentira leva sempre a uma tragédia. Não há mentira que viva para sempre, por mais que se insista em lançar de forma consecutiva falsas verdades.

Pina, Eduarda Proença de Carvalho, Paulo Andrade e Fernando Mendes prostram-se quase diariamente a tristes momentos, desmentido as evidências e lançando falsas verdades para o circo mediático.

É triste, ainda para mais, os nomes acima citados são grandes e ilustres Sportinguistas que por vezes até criticaram a bem criticar o regime vigente, mas que depois se escusam a afirmar a verdade em detrimento da falsa verdade.

Esta valsa mal dançada entre a mentira e a falsa verdade tem sido um dos grandes problemas deste Sporting de Bruno Azevedo de Carvalho. Não há critério. Desmente-se a Si mesmo constantemente, não tem foco num destino, navega sem rumo e à deriva.

E quando assim acontece, o tempo vai revelando que as falsas verdades são uma grande e enorme mentira, apoiada e suportada por tanta gente. Mas o centro,  a origem da mentira está bem identificada e cada vez mais bem apresentada à plateia Leonina.

Bruno Azevedo de Carvalho é a origem de todo este clima de divisionismo, de ameaças, de baixo nível e de falta de altivez institucional.

O tempo passou, e nada mudou. Bruno não evoluiu, continuam os mesmos processos, e não mudará jamais. A mentira como arma para lançar falsas verdades é inata neste tubarão e nos seus peixes comensais.

O Sporting hoje é isto. Um Clube de falsa moralidade, de falso respeito e acima de tudo, vive numa mentira que acredita e evangeliza um conjunto de falsas verdades que vão alimentando um fracasso anunciado logo na casa partida.

A cura da mentira não existe, não se minimiza, não se resolve. Ou se expulsa ou se assume como ordem natural e se convive com ela. Eu não quero conviver com a mentira e a falsa verdade. Pois um Clube tão grande como os maiores da Europa tem que ser um Clube de verdades irrefutáveis e não de lixo falacioso de forma contínua.   

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publicado às 12:14


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