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Um ano é amanhã!

por Lizardo, em 29.03.16

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Bruno Azevedo de Carvalho é candidato. Não é novidade. E na minha opinião é mais que uma vontade, é uma obrigação moral e profissional.

A faltar um ano para as eleições, e na data que comemora três anos de mandato, Bruno Azevedo de Carvalho decidiu cortar a fita da pré-campanha.

A estratégia é evidente. O Presidente necessita como nunca de um rosto, ou rostos opositores para continuar o seu caminho de apedrejamento a personalidades ligadas ao Clube e à SAD.

Todos os que passaram, passaram mal, e deixaram um rasto de destruição. Esta é a forma e será este o tom a usar e a abusar pela candidatura de Bruno Azevedo de Carvalho.

O desespero para que surjam nomes é grande. Depois de queimar os créditos com os antigos dirigentes, depois de queimar nomes como Rui Barreiro, depois de tirar crédito a todo um conjunto de notáveis, começa a escassear alvos para debitar ódio.

O Benfica continua como “essencial target”, mas começa também a ser complicado, pois estão em primeiro lugar no futebol, e a vencer títulos interna e externamente nas mais variadas modalidades.

Depois do Vouchers e de outras acusações, ninguém liga nem oferece muita credibilidade aos vários ataques a árbitros e outros agentes desportivos. Nem se liga muito à idade do Renato!

Bruno de Carvalho precisa de oposição. Muitos já lhe disseram isso. Sempre a recusou. Nunca soube lidar e tirar partido de quem o critica.

Nunca percebeu que um Presidente é eleito com os votos a favor e com os votos contra. Que todos os Sócios contam, que todos os Sócios, mesmo os que Nele não votam, também o elegem.

É a regra básica da democracia.

 

Falta realmente a Azevedo de Carvalho a sapiência dos grandes líderes. A capacidade estratégica de ganhar pontos com quem o ataca. De bem gerir os timings de falar e estar calado. De deixar ser atacado e depois contra-atacar recuperando o terreno que perdeu e conquistando novos territórios.

O que acontece e vem acontecendo é exatamente o oposto. Bruno de Carvalho é cada vez mais um Homem só. Alapado ao poder, rodeado de juvenis e outras criaturas de olhos doces mas ferozes nas redes sociais, que de Sporting desconhecem e de comunicação não aprendem nem nunca vão aprender.

 

Os ecos de descontentamento são cada vez maiores. A surgir um bom candidato, com uma boa equipa e um projeto sério e credível, Bruno de Carvalho, que venceu por uma margem mínima as últimas eleições, pode perder a cadeira do poder. E Azevedo de Carvalho tem essa consciência.


O Presidente Adepto é um mito. Todos o foram. E todos o serão. A diferença reside no mérito para ocupar a função e entender que ser Presidente do Sporting não se compadece com comportamentos taberneiros ou de trolhas.

 

Em resumo, ou somos campeões este ano e Jorge Jesus continua na sua cadeira de sonho, ou vamos ter um vendaval sem muitas soluções para a candidatura de Bruno Azevedo de Carvalho. O Pavilhão é fundamental e bonito. Mas nada vence a palavra dada, que não sendo honrada, acaba por cair no maior lodo que é a promessa não cumprida e o fracasso. Ou Vence, ou Vence. Não tem mais margem de manobra!

 

 

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publicado às 10:19



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Sobre o Sporting, com verdade, exigência e espírito critico. Sem reverencias nem paciência para seitas!






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