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O Discurso do Bruno

por Lizardo, em 26.06.17

 

 

O filme “Feios, Porcos e Maus” de Ettore Scola é uma obra prima. A vida em tempo real, um quadro pintado com sapiência que explica que tudo na vida tem uma relação de causa-efeito.



Os reles, porcos e nojentos, uma obra insonsa de Bruno de Carvalho é também um quadro da vida real do desporto nacional. E que nos explica que tudo tem também uma consequência, e que todos os atos resultam em factos que nos podem custar muito caro no futuro.



O discurso do Bruno foi mais um episódio deplorável. Não quero acreditar no que disse nem quero acreditar que exista quem tenha a baixeza de criar uma trama para tramar o Presidente envolvendo a sua família e amigos mais próximos. O conteúdo do “word” revelado é demasiado grave.



O Sporting não se pode nem se deve confundir com estes episódios. Se o Presidente se sente atacado deve ter a capacidade e o poder de se defender nos locais próprios, afastando este lixo do Clube, tentando ao máximo não envolver o nome Sporting em episódios deploráveis e discussões de sargeta.

 

Mas Bruno não consegue, Bruno é o ator principal de Feios, Porcos e Maus. Uma personagem que procura a vida fácil, que se entrega aos prazeres da vida, que despreza e não entende que tudo está ligado e que tudo pode trazer consequências para a sua vida, para a vida dos que o rodeiam e acima de tudo, para o Sporting.


Bruno continua a não entender que não pode ofender Sócios, mesmo que o mereçam. Não se trata somente de ter uma imprescindível posição institucional, mas também de compreender que a gestão de comunicação, atualmente, não se resume ao nosso Bairro, à nossa Cidade ou País, hoje, tudo ganha uma projeção mundial em segundos. E Bruno não compreende que utilizar termos como: “Nojentos”, “Reles” e “Porcos” rapidamente se transforma numa generalização a todos os Sportinguistas. É o lado perverso da rapidez da comunicação.


Por tudo isto, o que se passou na passada Assembleia Geral foi grave. Merece ser investigado e não pode passar impune. Não podemos aceitar que se ataque um Presidente desta maneira, mesmo que não concordemos com a sua gestão, nem podemos concordar com este teatro que envolve o nome do Sporting, levando o nosso bom nome para níveis que não se relacionam com a nossa história centenária.



É tempo de pensar muito bem se é isto que queremos para o Sporting. A próxima época começa hoje, as incógnitas são muitas, só peço que a espinha dorsal se mantenha, que continuemos a ser um Clube que valoriza os seus formandos e que aposta nos jogadores portugueses, os que foram campeões da europa e os que num futuro muito próximo muitas alegrias nos podem dar.

 

Peço também que o Sporting saiba gerir da melhor forma a mentira e a batota, por todos sabida e conhecida, que envolve o Benfica. Temos que saber lutar de forma sapiente, estes sim são reles, nojentos e porcos, com todo o respeito que me merecem alguns rivais, os nossos, os Sócios, por mais líricos que sejam e por mais que se sirvam do Clube em vez de o servir, continuarão sempre a ser do Sporting. E este Sporting atual está cheio de lambuças. Cheio.

 

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publicado às 11:23

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Ontem foi tornada publica uma gravação de uma conversa entre Bruno de Carvalho e um conjunto de jornalistas. Durante três horas o sumo que se retira é uma enorme pipa de banalidades, de ataques, de autoelogios e acima de tudo, de um nível tão raso que não compreende a grandeza do cargo e da Instituição que representa.

 

O que se ouve durante três horas de conversa de balcão, numa qualquer taverna de uma localidade à beira-mar, é assustador e sintomático do carácter (ou falta dele) da pessoa que dirige o Sporting atual.

Chama a Ele a responsabilidade das melhores contratações, nega perentoriamente as que falharam e chuta responsabilidades para outros, apelida os Sócios de “estúpidos” e a cereja no topo do bolo é o desprezo com que encara a Gala, que ele criou, e como tal, se considera dono e senhor da mesma. Nada de novo, sempre confundiu as competências do cargo que ocupa com a forma de gerir um pequeno negócio numa qualquer garagem em Telheiras. Este estilo pato-bravo levou a muitas falências, esperemos para ver o impacto que terá no futuro do nosso Sporting, o lucro aventado hoje, ao contrário do que se festeja, revela que continuamos no mesmo registo que este Presidente combateu, vivemos de lucros de vendas, na sua maioria jogadores formados internamente, projeto esse abandonado de forma clara com a entrada de Jorge Jesus, e pelos vistos, com toda a conivência do Presidente, que acha “estúpidos” todos os que pensam que se ganham títulos com os jogadores de Alcochete. Tem toda a razão, não se ganha só com estes, mas pelos vistos não temos ganho com nenhuns, e o que Alcochete nos tem oferecido nos últimos anos é encaixe financeiro, a relembrar só alguns nomes: Ronaldo, Quaresma, Viana, Nani, João Mário, Cédric, Illori, Bruma, entre tantos outros.

 

Mas como em tudo na vida existem os danos colaterais deste estilo e desta boçalidade. Assistir a “ilustres” que defendem este Presidente, só me leva a pensar que estamos perante um ato de desespero, há fome em Portugal. Pina, Dolbeth, Saraiva, entre outros, na defesa cega deste Presidente não compreendem que se estão a reduzir a um estado de falência intelectual tão grande e tão grave, que no dia que todo este fraco edifício azevediano cair, todos irão seguir o mesmo destino. E quem sabe, e assim espero, para sempre longe e afastados do Sporting. Não o servem, servem-se, e gente desta estirpe faz tanta falta como a fome.

 

Em conclusão, que pouco há a escrever sobre este tema, deixo somente para pensamento o hipotético cenário de uma hecatombe cada vez mais próxima e cada vez mais evidente. Os rivais estão a arrumar a sua casa, nós estamos em clima de guerra declarada, internamente e no panorama externo, contra tudo e contra todos. Vamos ter que vender, vamos voltar a comprar por atacado e em mercados que oferecem jogadores de qualidade duvidosa, e claro, vamos para mais um ano zero onde vamos superar novamente o nosso recorde orçamental.


Admito que muitos Sócios defendam esta direção. São praticamente os mesmos que defenderam Godinho Lopes até à exaustão. É assim, é muito fácil apoiar o poder. É preciso coragem, dignidade, frontalidade e uma espinha dorsal bem definida e hirta para criticar. O futebol é feito cada vez mais de gente sem pinga de valor. E cada vez mais feito de gente que abusa da pinga!

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publicado às 09:55

O estrume e o escaravelho.

por Lizardo, em 21.04.17

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Estamos a poucas horas de começar o jogo maior de todos os jogos em Portugal. Um Sporting vs Benfica é o maior e mais apetecido encontro do nosso campeonato, independentemente da classificação e dos objetivos que estejam ainda em luta entre estes dois monstros do nosso futebol nacional.

 

Os últimos tempos não têm sido favoráveis no que toca à saúde do fenómeno desportivo em Portugal. Os dirigentes e os comentadores desportivos, que nos últimos tempos se auto-intitularam estrelas maiores do futebol, minam e envergonham quem defende os valores do desporto.



Os últimos temas são disso exemplo, de e-mails a pedidos de bilhetes, a cânticos brejeiros até à ruína intelectual de Dolbeth, Braz, Pina e Guerra, entre tantos outros, não consigo desenhar na minha opinião, pior cenário e tão raso e boçal estado de coisas como a atualidade.



A esta gente deve-se oferecer o devido desprezo. Vivem frustrações profissionais, procuram os “quinhentinhos” que lhes metem comida na mesa e espaço mediático para continuarem a lograr ambicionar um lugar ao sol quando se pavoneiam pelas ruas do nosso país. São uns tristes, pobres desgraçados, uma vergonha diária que se dissemina pelos telejornais e pelas redes sociais.



Mas estes pobres lambe prepúcios não são mais que o eco de quem os alimenta. Os Clubes e as suas equipas de comunicação são a ração desta raça que vai impondo e evangelizando uma opinião.



Não podemos andar a defender a verdade desportiva e a fazer dessa causa uma grande bandeira, quando no silêncio da noite e no recato de um jantar, se juntam todos à mesa a receber os briefings e os temas que devem e como devem ser comentados. Todos o fazem, se assim não fosse, que necessidade teriam os Clubes em pagar a Diretores de Comunicação e a cada vez maiores equipas desta disciplina?



Em suma, não é portanto surpresa que o futebol português esteja a definhar e a viver uma das mais miserabilistas épocas da sua história. Numa época em que fomos Campeões da Europa, aposta-se cada vez menos no jogador português, a formação é cada vez mais um embuste para boi marrar e lançar areia para os olhos, e claro, os órgão de comunicação social não vendem, pois não há notícias, não há novidade, há sim estratégias e agendas concertadas e bem afinadas que sustentam e proporcionam que estas casas não fechem portas e desapareçam das bancas.



Sábado é importante esquecer tudo isto, é importante olhar para o relvado e ver os nossos Campeões da Europa jogar e honrar a nossa camisola, assistir à capacidade goleadora de Bas Dost, ver um adversário ao nosso nível e uma arbitragem das melhores. E depois de tudo isto, que ganhe o Sporting. Assim, com tanto equilíbrio, dignidade, caráter, verdade, é assim que se saboreiam as grandes vitórias, onde os atletas e o publico devem ser os principais intervenientes.

Depois do jogo veremos se assim poderá ter sido ou como será. Mas adivinha-se mais do mesmo, discursos inflamados, ataques, o “eu qualquer dia digo”, e claro, o baixo nível a que estamos já habituados e que é já definição de “português” por este mundo fora.

Cada vez mais afastado deste futebol. E cada vez mais gente se irá afastar. Os culpados estão à vista de todos. Continuar a alimentar esta espécie e continuar a alimentar um vírus que está a consumir o nosso grande amor, o Sporting e o Futebol Português. 

Todo este clima é a "porcaria" que muito escaravelho junta para se alimentar. Queremos continuar a alimentar esta porcaria?

 

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publicado às 09:59

Se vai mudar? Tenho as minhas dúvidas!.

por Lizardo, em 05.04.17

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Dado os resultados das últimas eleições, achei por bem e por respeito democrático não dar voz a este espaço até hoje. O plateia leonina demonstrou nas ultimas eleições uma força e uma vitalidade que não é de todo novidade, sempre assim foi, e sempre assim será. Somos grandes, somos um Clube que sempre se conseguiu impor e afirmar grandeza nos momentos mais complicados.

 

Os Sócios decidiram oferecer a Azevedo de Carvalho mais quatro anos. Um novo mandato, um voto de confiança, na minha leitura, na luta contra os poderes instalados e para tentar mudar a realidade do futebol nacional.



Entre muitos amigos que votaram na Lista A, muitos não se revêm na imagem do Presidente, consideravam Pedro Madeira um “curioso” e esperam que, com a experiência do cargo do atual, existisse mudanças.



Recentemente num encontro de grandes leões, na sua maioria votantes de Azevedo de Carvalho, o descontentamento já está de novo presente.


Ou seja, este voto de confiança não foi usado para ganhar força e outros caminhos de ação e atuação, mas sim para afirmar de forma cada vez mais envergonhada uma estratégia de comunicação e de ruído no universo do futebol.



Estes sete processos levantados contra o Benfica são de um lirismo completo. Como foi a entrevista de Bruno Azevedo de Carvalho à TVI. Estrategicamente pensada, sai para a opinião publica o nome Sporting numa fase onde somente Porto e Benfica lutam por títulos, tentando demonstrar uma falsa vitalidade do nosso Clube.

 

Estes primeiros tempos do segundo mandato não revelam qualquer mudança de paradigma. Os erros dos últimos anos que nos tornaram altamente despesitas, com orçamentos faraónicos e sem títulos, parece ser o caminho a seguir. E claro, a comunicação, que de dia para dia bate recordes de estupidez, reduzindo um Clube centenário a discussões com figuras mediáticas das revistas cor-de-rosa.

 

É realmente triste continuar a constatar a evidência, é triste assistir a um aumentar da ferida, é demasiado doloroso assistir ao debate Sporting e ao debate Futebol Português com os nossos comentadores nos mais diversos órgãos de comunicação social de Portugal.

A próxima época será decisiva. Não só para Bruno como para Jorge Jesus. Agora é tempo de lua de mel, tudo está bem, num cenário de guerra de completa destruição, onde vamos vencer zero títulos no futebol, e outros tantos nas modalidades ditas amadoras, onde somente temos esperança e muita no Futsal.

 

De Futsal, com o regresso de Cardinal e do grande Diva cada vez mais certo, a próxima época indica que será um novo “all in” em todas as modalidades. No Andebol espera-se a confirmação de um novo Treinador e no Hóquei, bem, aqui, é lutar com todas as forças para que a modalidade não perca cada vez mais representação no espectro europeu, tão pobre e com tão poucos adeptos como agora.

 

Que acabe rápido esta época, tão pobre, tão vazia, tão desprestigiante em tantos campos, conferências de imprensa, comentários, processos, eliminações precoces e perseguições. Que este novo elenco diretivo, e com o regresso de tantos ilustres ao Conselho Leonino, algo mude, e que mude no sentido de ter um novo posicionamento, um tom diferente, uma estratégia a longo prazo e a capacidade de resolver o presente.


Se vai mudar? Tenho as minhas dúvidas!.

 

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publicado às 10:02

Champions da (indi)gestão

por Lizardo, em 31.01.17

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Estamos a poucas horas do fecho do mercado e Ryan Gauld e Geraldes, nossos jogadores, que estavam emprestados ao Vitória de Setúbal e que por simples birra e capricho foram chamados à sua procedência.

 

Passaram por Chaves, mas por lá não ficaram, malvadas leis estas que existem, redigidas e aprovadas pela generalidade dos Clubes.

Hoje, a poucas horas do fecho de mercado, Gauld e Geraldes correm o sério risco de não poder desempenhar a sua profissão até ao final da época.

Como bem explica este artigo, a situação ultrapassa todos os limites do desnorte e da falta de capacidade de gestão desportiva.

Mas se sobre esse assunto já muitos se debruçaram, faço deste texto uma avaliação deste episódio em comparação com a figura que nos preside.

Só alguém que não defende nem entende o lado humano pode avançar para uma medida desta dimensão. A vida, o profissionalismo dos jogadores, as suas carreiras foram completamente encostadas num plano secundário, colocando em primazia o devaneio histérico e sem sentido de Azevedo de Carvalho.

Pobres e angustiantes horas devem passar Geraldes e Gauld. Os únicos inocentes neste processo, e muito provavelmente os que vão arcar com todas as consequências.

E todo este “filme” é a história da vida de Bruno Azevedo de Carvalho, o seu “eu” sempre em primeiro lugar, com decisões por impulso, renegando e desprezando os danos colaterais, que neste caso são muitos, não só para o Clube, para a sua imagem, para a defesa dos seus valores, e claro, para a carreira dos jogadores.

Que mensagem passa este Presidente com estas atitudes? Que vontade terá um jovem num futuro próximo de assinar por um Clube que os despreza e os avalia como números e meros exercícios contabilísticos. Exercícios esses que muito têm custado ao Sporting, seja no ponto financeiro, seja na vertente de Clube formador.  

 

Bruno Azevedo de Carvalho não tem propósito. Navega à deriva na procura de um farol que lhe vá indicando um caminho. Todos os anos, um novo ano zero, todos os dias uma nova guerra, um novo combate, e claro, derrotas e mais derrotas que são reflexo de vitórias e mais vitórias dos nossos rivais.


Pobres Gauld e Geraldes, que não querem nem merecem este ambiente. Pobre Sporting que não merece este Presidente. Pobres os adeptos, tanto os que andam enganados como os que sofrem com todas estas tramas.


Isto é o Presidente Bruno Azevedo de Carvalho. O que pede expurgas de sócios, que os apelida de ratos e híbridos, que contorna problemas e escreve longos textos na sua conta do Facebook plenos de lugares comuns e sem conteúdo algum.


O que Bruno Azevedo de Carvalho não tinha, começa agora a ter, e de forma forte e cada vez mais assumida, uma oposição dividida em várias vozes, de Severino a Mário Patrício, de Benedito a Pedro Madeira Rodrigues. A juntar a todos estes os Lesados do Carvalho, os que com ele privaram e se aperceberam estar envolvidos numa das suas maiores asneiras de vida, e claro, os Sócios, que felizmente a cada dia que passa são cada vez mais a rebelar-se contra o "novo Sporting".


Faltam poucas horas, e Gauld, o novo Messi, e Geraldes, o futuro lateral da nossa Seleção, estão sem Clube.


Eis a Champions da Gestão, seja do ponto de vista desportivo, financeiro e acima de tudo, a gestão humana e de imagem de um Clube com mais de cem anos.

Basta!

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publicado às 13:56

O Pesadelo da Cobardia

por Lizardo, em 09.01.17

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Quem vai a jogo só com a garantia de vitória não é um bom jogador. A história tem-nos revelado um conjunto de Homens corajosos, que se fartaram de ganhar e que se fartaram de perder. Mas nunca recusaram abraçar as causas que acreditam, e acima de tudo, defender as suas ideias e dar a cara nos momentos mais complicados das causas que defendem e defendiam.

Mario Soares, o nosso mais recente ícone falecido é disso exemplo, um Homem que se fartou de perder eleições e outras batalhas, mas que sempre teve a dignidade de avançar para a luta. Nunca foi um “jogador” de vitórias à partida. Sempre se pautou por ter um perfil de coragem e de avançar contra tudo e contra todos, e muitas das vezes, superando as sondagens e as vitórias garantidas de adversários.

O Sporting de hoje, Clube que se gaba de ter mais de três milhões de adeptos, que tem quase 150.000 Sócios, não consegue ao dia de hoje apresentar mais que um Candidato para concorrer contra Bruno Azevedo de Carvalho, tão criticado e tão apontado nas esferas mais profundas e conhecedoras da realidade do Clube.

Esta ideia de avançar só com a garantia de vitória revela muito do Sporting de hoje. Um Clube que cada vez tem menos Sócios votantes, que é cada vez mais um Clube da Cidade de Lisboa, que na periferia tem menos associados que as coletividades desses bairros ou Clubes afetos dessas cidades.

O Sporting não precisa de gente que quer mudar sem nada fazer. Precisa de gente que queira agir e no imediato.

Por tudo isto, valorizo à priori a coragem de Pedro Madeira Rodrigues, que sozinho, um desconhecido do panorama desportivo, avança, quer mudar, tem a sua ideia e anda a agregar e a construir uma equipa para se fazer ouvir e discutir o nosso Sporting. Primeiro é isso que interessa, discutir o Sporting, depois vamos a votos.

 

É tempo de perder o medo, um medo estupido e sem explicação, a imagem ou o “Bom nome” de uma pessoa não se queima de forma tão facilitada como se pensa. Atualmente com tantos meios de comunicação, com tantos interesses instalados e com tanta vontade de mudança é realmente triste que a estratégia seja a de oferecer uma vitória a um Presidente acabado e gasto de ideias, deixando-o cair por Si só, saindo o Sporting a perder. Pois perde no campo, perde no tempo de evolução e perde financeiramente. Amanhã já é tarde.

Fica o apelo a tanto ilustre e conhecedor da verdadeira realidade do Sporting. Não tenham medo, o Sporting precisa de união em torno de uma alternativa que se enquadre com as dificuldades que os tempos atuais obrigam a combater. Precisa de uma nova vaga de pessoas e acima de tudo, está desesperado por uma mudança que altere este paradigma de boçalidade.

Queremos um Sporting com gente meritória, com pessoas conhecedoras da realidade do Clube e afastadas do borboto do passado e dos interesses de terceiros. O Sporting está a passar a mais difícil fase da sua história. Descaraterizado, sem rumo, sem expetativas futuras e refém de opções mal ponderadas que nos vão custar muito a resolver num futuro próximo.

Se agora não é tempo de avançar, que se calem para sempre. Amanhã é tarde! Uns dormirão descansados outros terão o pesadelo da cobardia.

 

 

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publicado às 10:54

Sporting vs Sporting

por Lizardo, em 04.01.17

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As eleições são hoje o centro de tudo no Sporting. Como prova disso, só hoje, no dia do próprio jogo, foram colocados à venda os bilhetes para o encontro em Setúbal para a Taça CTT.

Esquecimentos óbvios de quem trabalha vinte e quatro por vinte e quatro horas, e como sempre ouvi dizer, quem muitos burros toca, algum deixa para trás.

 

E neste começo de ano de 2017, o Sporting vive na sua agonia habitual, sem títulos no passado recente e sem grades expetativas de os vencer no futuro mais próximo.

Para os adeptos, sedentos de vitórias estas eleições podem e devem marcar uma viragem importante e obrigatória na gestão do Sporting. Como está, ou seja, como sempre tem estado nas ultimas décadas não pode continuar.

Não pode continuar a ver o seu passivo aumentar. Não pode continuar a ver os rivais vencer. Não pode continuar a vender os seus principais ativos e a comprar jogadores por atacado para dispensar por zero euros. Não pode continuar a viver o ano zero eternamente. O Sporting precisa de um projeto e de uma equipa diretiva adaptada aos tempos em que vivemos e que compreendam o que é uma SAD.

 

O tempo do Pato Bravo que gritava muito e ameaçava tudo e todos já lá vai, o trabalho faz-se cada vez mais no silêncio e na sapiência das influências, e aí o Sporting está de rastos. Pois os resultados, o reflexo de todo esse trabalho são péssimos em toda a escala.

 

Mas para mudar é necessário explicar aos Sócios a situação real do nosso Clube. E mais que explicar, é importante apresentar soluções a curto-prazo para chegar a uma meta a longo prazo.

Mais que a imagem de um candidato a Presidente, é importante uma equipa de gente capaz e focada a tempo inteiro no Sporting. A SAD tem que se profissionalizar, o mecenato e o “amor à camisola” acabaram com a ideia da casinha pequenina e a sardinha que se dividia para toda a família. Se há trabalho a desenvolver, há ordenado a pagar, e claro, há objetivos a cumprir. Se se cumprem, ótimo, bom trabalho. Se se falha, a porta tem que ser obrigatoriamente serventia da casa.

O lado mais emotivo do desporto tem que ficar na bancada, é aí que há paixão. Na secretária e na frieza dos negócios tem que existir racionalidade e capacidade. E o Sporting precisa urgentemente de uma equipa unida em torno de um projeto credível e adaptado à nossa realidade social em Portugal e na Europa. E sejamos sinceros, não é necessário reinventar a roda, exemplos não faltam pelos mais diversos Clubes deste nosso velho Continente.

Os Sócios e Adeptos vivem também um clima de desconfiança total, ora criticam a sucessão e repetição de nomes, ora criticam a ausência de nomes fortes. Este radicalismo irracional é uma forte entropia no momento de se apresentar uma Candidatura. E a melhor prova disso mesmo é o Conselho Leonino, órgão que deveria ser muito útil à vida do Clube, mas que é um saco de gatos e um passeio de vaidosos, pois todos foram escolhidos com o intuito de angariar votos e não pela sua capacidade intelectual e consultiva. Culpa-se pois o Orgão, e nunca os seus membros e quem os convidou.

 

Posto isto, o Sporting vive tempos de grande dificuldade. Está descaraterizado, é um clube fraturado e dividido internamente na sua família, as pessoas ameaçam desistir outras ama-lo ainda com mais força. E este clima de guerra civil, como a história nos tem ensinado, nunca traz vitórias, muito pelo contrário, destrói e corrói todo um cenário de guerra, levando anos a erguer um Estado que foi dizimado pelos seus. E isso é triste.  

 

Tenho muitas dúvidas na capacidade de Bruno Azevedo de Carvalho, pode falhar desportivamente, mas como sempre o afirmei, só falha quem vai a jogo, e até ao momento falhou em toda a escala. Mas o que nunca perdoarei a Bruno, é o facto de ter destruído o que mais gostava no meu Sporting: o respeito, a cordialidade, o saber estar, o acompanhar e ser criador de tendências, de ser um exemplo, que dava gozo defender nos balcões e nos empregos, entre amigos e em família. Hoje, falamos mais de nós mesmos, pois em casa onde não há pão, ninguém tem razão. E mais que tudo isto, falamos muito de nós, pois o maior problema do Sporting é o Sporting.

Eu tenho esperança, que apareça os que têm ideias e equipas de gente capaz. Que saibam comunicar e apresentar as suas ideias sem circos de Comissões de Honra, onde grande parte nem Associada do Clube é. Que surjam candidaturas com gente nova, sangue novo, uma nova vaga de Sportinguistas, gente formada, conhecedora, com novas ideias e novos caminhos. Os mesmos de sempre, os que nunca saíram e que hoje ainda por lá andam e que desejam voltar o mais rapidamente possível, estão esgotados, falharam. Desde 2001 que temos assistido a esse triste fado.


Que se mude o paradigma. Pena que muito Sportinguista prefira o insulto e a devassa ao debate inteligente e elevado. Ganhava o Sporting, assim, bem, assim, é olhar para o nosso estado em Janeiro de 2017 e fazer contas à vida a mais um ano que foi pelo cano abaixo.

O Sporting é nosso. Cabe-nos a nós mudar! Seguir deuses ou ficar conformado não é a nossa identidade. A mudança urge, é tempo de união. O Sporting é muito maior que todo este clima de paz podre e de insultos.

SL

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publicado às 18:04

O Silêncio dos Culpados

por Lizardo, em 09.12.16

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O silêncio dos culpados. Bem diferente da inocência e da forte mensagem do famoso filme “the silence of the lambs”.

E bem diferente porque no contexto desportivo e no assunto Sporting, depois de sermos eliminados das competições europeias, depois de uma vez mais o Presidente Bruno Miguel se esconder nos balneários, e uma vez mais, estranharmos o facto de não se ouvir, ler uma linha, uma opinião sobre este descalabro, nem da Direção nem dos nossos “génios” da comunicação, …não há inocentes.

A estratégia, se é que a há, é simples, o medo da reação. Daí ter sido necessário soltar os lobos alinhados com a Direção e com outras Agências de Comunicação nas redes sociais a minar as opiniões e a soltar frases de ataque a Jorge Jesus, como se fosse o Mister o único culpado do fracasso da época passada e do fracasso que a presente época adivinha já.

 

Que ambiente se viverá no balneário? Bruno e Jorge falam, trocam impressões, relacionam-se profissionalmente e com elevação, exigem de ambos e mutuamente se respeitam exigindo mais para que num todo tudo seja melhor?

As dúvidas são muitas, e Bruno Miguel, como já o escrevemos aqui, está refém da sua cegueira. Ao contratar Jorge Jesus perdeu o poder, foi ele, Bruno, que escolheu um Treinador que não aposta na formação. Foi o Presidente, Bruno, que escolheu um treinador que tinha uma varinha de condão, capaz de transformar os tijolos do Ryan Gauld em duas barras de ouro. Mas o toque de midas não surgiu. Que jogadores potenciou realmente Jorge Jesus? Se formos sérios, nenhum, todos evoluíram e fizeram o seu percurso normal, menos os que saíram prejudicados, como Mané, Matheus, Esgaio, Palhinha, Geraldes, Iury, Podence, entre tantos outros, que têm que nascer dez vezes para ter hipóteses. Azar destes jovens, que assistem a uma pobreza franciscana sempre que joga Markovic ou Alan Ruiz, André ou Castaignos, Petrovic e outros que nem contam como Meli ou até o Spalvis, que sejamos sinceros, nem na equipa B se irá impor.

Agora chegaram mais dois portentos angolanos. Não conheço os diamantes negros, mas o historial de jogadores angolanos em Portugal, bem, é lembrarem-se de um que seja que tivesse tido sucesso, e sim, o joelho do Mantorras não conta como resposta.

 

O namoro Bruno e Jorge está a passar um mau momento. Viveram momentos de grande intensidade, de braços dados e abraços, tudo antes de o jogo começar. Depois, bem depois, temos em Jorge Jesus, escolhido por Bruno, o pior treinador dos três no período do Carvalhismo. Leonardo Jardim organizou. Marco estabilizou e venceu. Jorge Jesus, o recordista dos milhões, não vence, não potencia, não amedronta, nada. E se JJ tem a sua dose de culpa, o principal culpado é Bruno Miguel.

Domingo não será decisivo, seja qual for o resultado. Mas uma má exibição do Sporting vai deixar feridas expostas que podem sarar só em Março.

E não se esqueçam todos, Gelson ainda não renovou, Adrien e William continuam a ser cobiçados, e uma nova janela de transferências está a chegar.





 

 

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publicado às 09:04

O Tempo é mestre!!

por Lizardo, em 08.12.16

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Quase quatro anos depois de se instalar o Carvalhismo no Sporting, zero títulos, as piores prestações de sempre na Europa, os maiores orçamentos de sempre, o mais caro treinador de sempre, os maiores flops contratados neste período, um sem fim de casos em tribunal, um incontável número de posts no Facebook pelos mais diversos Diretores de Comunicação, e claro, pelos Batistas e Capitães que a mando de João Duarte e Quintela, (pobres rapazes que, segundo consta, vão ser corridos agora em Março, não vão fazer parte da futura lista de Bruno Miguel), vão redigindo e espalhando a sua boçalidade e a sua falta de nível, know how e capacidade para representarem um Clube tão grande como os maiores da Europa.

Estamos a poucos meses das eleições, e o FRACASSO em toda a linha desta direção é evidente, se do ponto de vista financeiro se tenta tapar o sol com a peneira, a bem da verdade é que as contas não estão assim tão saudáveis, como se pode ler neste texto, e claro, até pelo pouco folclore feito pelo Bruno Miguel sobre os resultados do último relatório e contas. Sabe Bruno que ao agir, vai ter uma reação, e o melhor é estar calado. Evoluiu, mas pouco!

Ontem ficámos fora da Europa, contra uma equipa que não vencia nas mesmas competições há mais de dez anos. Nada que nos belisque a honra, na época passada uma equipa Albanesa, pela primeira vez na sua história venceu um jogo nas competições europeias, e claro, contra o Sporting de Jesus e Bruno.

A elevação mental de Bruno Miguel é tão curta e tão limitada, que não entende que é na Europa que está o prestígio. É ali no maior palco do futebol que estão os milhões, que estão os grandes negócios, que está o verdadeiro espetáculo. Veja-se o exemplo do Arsenal, que internamente nada vence, e que a nível europeu é uma equipa respeitada e sempre candidata a vencer as competições onde está inserida.

Por cá, só o Benfica interessa, e quando se tem tão pouca elevação mental, tão pouca capacidade intelectual, tão fraca capacidade de gestão, não é de estranhar o fracasso do Sporting e o quase tetra do Benfica nos mesmos anos em que Bruno Miguel foi Presidente do Sporting.

As próximas semanas muito nos vão contar sobre um futuro imediato. Se não vencermos na Luz e se cairmos em Setúbal para a Taça de Portugal, a época fica definitivamente fechada, sim, novamente em Dezembro, mas com a nuance que em finais de Outubro já nós estávamos a cinco pontos do Benfica, veremos se conseguimos agora aproveitar o seu deslize na Madeira. Mas as últimas exibições do nosso Sporting não auguram grandes expetativas.

 

Nada mudou no Sporting, piorou. Em termos de orçamento estamos a empurrar com a barriga, estamos a jogar um jogo perigoso que cada vez mais evidencia o risco de perdermos a maioria da SAD.

Este Bruno Miguel, tão adorado por tantos, cada vez menos aplaudido pelos mesmos, corre o risco de se transformar rapidamente num nome proibido ao exemplo de Vale e Azevedo. Também ele loucamente adorado e idolatrado. Até que saiu escoltado pelas forças de segurança e mais tarde acabou mesmo detido.

Sócios, avaliem estes quatro anos, avaliem os despedimentos, os boys que foram contratados, avaliem o tom, o estilo, estudem as contas, comparem com os últimos 10/20 anos, e cheguem a conclusões.

A minha questão é simples: Estamos melhores que no inicio do Século ou há dez anos passados?

Não, não estamos. Vencemos menos, temos menos formação, temos mais passivo, temos mais casos que nos tiram prestígio, estamos constantemente a viver um ano zero. E assim, sem projeto e sem estratégia, é tempo de abrir a porta de saída aos que não sabem “conduzir o Ferrari”

 

 

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publicado às 09:38

Canibalismo Mediático

por Lizardo, em 12.10.16

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Muito se tem comentado a comunicação dos Clubes nestes últimos dias. E muito se tem comentado, como é hábito neste país, em repetição porque a repetição faz-se valer quando o conteúdo é pobre e polémico, sem substância e sem qualquer real interesse para o fenómeno desportivo ou para as querelas diárias e saudáveis entre adeptos.

 

Os últimos dias têm revelado o que vamos afirmando há muito. Com o aproximar de eleições instala-se a ideia que vale tudo, que tudo é permitido, desde a devassa de uns até aos impropérios a outros. Quem perde é o futebol, com a agravante, que este lixo é proferido por gente, na sua maioria, que nunca praticou desporto ou foi dirigente desportivo.

A tudo isto temos que somar as pobres estratégias de comunicação. Há uma confusão evidente entre a imagem do Clube e a imagem do Presidente. Em especial, o Benfica e o Sporting estão a viver essa confusão, protegendo a figura do diretor esquecendo as modalidades e os artistas desportivos. Sobre esses, sobre os golos, sobre a magia, sobre a capacidade de virar resultados ou transportar uma equipa às costas, pouco ou nada se fala.

A criação das SAD´s abriu a porta a um conjunto de teóricos que de futebol ou outras modalidades percebem “bola”. Falam o que lhes é pedido, defendem com unhas e dentes o que não tem defesa, e os papalvos, os Sócios papam tudo com a vontade e o acreditar de uma homília papal em pleno Vaticano.

Os Clubes, focando nos três grandes, estão mais fracos, a sua formação mais fraca, a sua capacidade de jogar de igual para igual na europa mais reduzida. Meses depois de vencer um Campeonato Europeu, começamos a avaliar o futuro e a constatar que se perde demasiado tempo a defender a geração de dirigentes e a esquecer as novas gerações de jogadores. O Futuro do atleta português não está bem definido, e tivemos um grande soco no estômago já nos passados Jogos Olímpicos.

O Sporting está nitidamente a viver um processo de afirmação, fazendo lembrar aquele adolescente que até já tem uma penugem no buço mas que ainda precisa de ajuda para atar os sapatos. Quer-se afirmar, fazer-se ouvir, marcar uma posição. E faz muito bem pensar assim. Mas está a fazer tudo muito mal. Criar guerras saloias com saloios soldados só pode originar este clima. Do outro lado da barricada, a saloiice impera, e as respostas, por mais preparadas que possam aparentar, na sua substância estão também ao mesmo nível.

Quem perde com tudo isto são os adeptos, o jogo, o fenómeno desportivo, tudo isto afasta sponsors de grande dimensão, afasta gente com dois neurónios do espectro do futebol, tudo o que existe cheira a uma guerra financeira e não a uma competição desportiva.

E se nesta guerra financeira, com os três grandes falidos, com gente com pouca capacidade gestora, com mudanças sucessivas de estratégias, sem planos definidos, somente pensando no agora e na vitória do presente, o futuro do nosso futebol irá seguir o futuro deste formato de comunicação, vai ser descredibilizado, vai ser banalizado, vai ficar isolado.


Ainda é tempo de mudar, pena que para mudar é necessário humildade, capacidade intelectual e acima de tudo uma estratégia bem definida. Algo que nenhum dos três grandes aparenta ter, aprisionados a Bancos, Fundos e outros Investidores que injetam fortunas originárias de locais obscuros.

O Futebol está podre. Cheio de gente podre. Amanhã é outro dia, e se a bola não rolar, outra polémica se irá criar, sem fundamento, sem interesse, que passará em repetição em todos os canais de Tv, rádios e espaços online. O que interessa é ter tempo de antena, mesmo que do fenómeno pouco se entenda. O Futebol é hoje uma montra, não para os atletas, mas para um conjunto de parasitas que no mundo social nunca se conseguiram impor com sucesso, nem na vida pessoal nem na vida profissional. O Futebol, o desporto, pobre como nunca o vimos, hoje existe em Portugal. Com tanta gente a aplaudir e a oferecer tempo de antena a esta gente, não podemos ter muita esperança.

PS: Curioso a insistência em afirmar que este Blog tem o condão de estar ao serviço de uma oposição ou que tenha uma agenda própria. A bem da verdade, na sua grande maioria, grande parte dos “escribas” deste Blog nem se conhecem pessoalmente. Nasceu da troca de impressões em Fóruns e outros espaços online onde a temática é e era o Sporting. Continuar a insinuar o acima citado é revelador que estamos a chegar a cada vez a mais leitores. Para que conste, este blog teve nos últimos 12 meses uma média superior a 78.000 visualizações.

A todos os que continuam fieis e que com educação e elevação continuam a partilhar e a discutir connosco, que continuem, pois é a discutir que a obra nasce.

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publicado às 12:27


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Sobre o Sporting, com verdade, exigência e espírito critico. Sem reverencias nem paciência para seitas!






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