Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]


dont-be-a-coward-quote-1-picture-quote-1.jpg

 

 

Hoje joga-se o mais interessante e sempre mais desejado jogo da história do futebol português. Juntar Benfica e Sporting no mesmo relvado é mais que unir dois rivais que durante uma centena de anos combateram por vitórias e por jogadores, é assumir que ambos os Clubes representam muito do que é o perfil do cidadão português. Hoje joga-se à mesa de casa, nos balcões de cafés e mesas de restaurantes, nas empresas, nos transportes públicos. Um Sporting x Benfica é o expoente máximo e o mais apetecido encontro de todos.

A noite já foi tremida, o nervo já se sente, as conversas entre vizinhos começaram logo muito cedo e por todo lado o tema é o jogo. E felizmente, e ainda bem, uma grande maioria continua a discutir o desaparecimento do Jonas nos jogos grandes ou os calamitosos erros do Coates nestes encontros. E assim, de forma saudável, o adepto comum, aquele que alimenta este negócio, que paga ordenados a presidentes, que permite que existam jornalistas desportivos e que se tenha evoluído a profissão de “cronista” para “paineleiro” nas televisões, continua a querer falar de fintas e remates, de posicionamento e de qualidade de jogo. O adepto quer e continua a sonhar com um golo à Eusébio ou com uma entrada à Balacov.

 

Infelizmente os últimos tempos não têm sido saudáveis para o nosso futebol. Ambos os grandes de Lisboa foram conquistados por bandos de incompetentes e gente mal formada, e pior que tudo isto, com vontades e missões ocultas que em nada valorizam ou defendem os princípios e valores do desporto.

Bruno Azevedo de Carvalho, o principal incendiário de todo este clima atual, um herói no Facebook, no seu canal de televisão ou rodeado pelos seus peixes comensais, tinha hoje uma grande oportunidade de impor a sua força e revelar a sua fibra. No banco, na central, num camarote ou na tribuna vip da Luz deveria marcar presença. Como é sabido e conhecido por todos, cobarde uma vez, cobarde toda a vida, e lá vai o Azevedo em alegre passeata a tirar selfies com os miúdos até ao Colombo. Vale e Azevedo teve o mesmo comportamento, exatamente pelas mesmas razões. Ladram ladram, mas morder está quieto.

Que hoje seja um grande jogo. Que o árbitro Hugo Miguel deixe somente o nome na ficha de jogo e não tenho interferência no resultado, e claro, que o rapazolas que ninguém percebe como chegou a árbitro de primeira categoria, tenha também uma noite santa no VAR.

Em resumo, um bom ano de 2018 a todos os nossos leitores, e que hoje se afirme a nossa força e que sejam mais três pontos para o tão desejado título de campeão nacional.

 

 



Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 14:39

Bruno tem razão

por Lizardo, em 13.12.17

IMG_0572.jpg

 

 

Bruno Carvalho tem razão na luta contra os fundos e as comissões. Perde a razão quando só pratica negócios com fundos e paga principescas comissões.

Bruno Carvalho tem razão quando afirma que o Sporting é dos Sócios e não da Banca. Perde a razão quando inunda o Clube e a SAD com elementos ligados à Banca, como José Maria Ricciardi.

Bruno Carvalho tem razão quando afirma que o Benfica controla o sistema. Perde a razão quando se alia aos pioneiros e criadores do Sistema, o FCPorto e procura também ter o poder do sistema.

Bruno Carvalho tem razão quando afirma que há que expurgar e expulsar determinados Sócios do Sporting. Perde a razão quando se rodeia de apoios e de gente que usa e abusa dos mesmos comportamentos.

Bruno Carvalho tem razão quando chama “porcos imundos” a quem tenta ameaçar a sua família. Perde a razão quando está constantemente a chamar a sua família para as revistas cor de rosa e para a praça pública.

Bruno Carvalho tem razão quando apresenta relatórios e contas com valores positivos. Perde a razão quando se demonstra que o passivo aumenta e que já adiantou mais de 30 milhões dos contratos de direitos televisivos.

Bruno Carvalho tem razão quando afirma que não devemos ter medo. Perde a razão quando se acobarda e se recusa a afirmar a sua presença nas reuniões da Liga enviando um simplório dirigente com a responsabilidade dos Núcleos.

Bruno Carvalho tem razão de forma sistemática. Raramente tem dúvidas e nunca se engana.

Bruno Carvalho tem tantas virtudes que faz lembrar um mítico “classificado” das páginas do jornal.

Bruno Carvalho tem razão em tudo o que escreve, em tudo o que diz, até quando diz que “Deus não é Deus”.

Bruno Carvalho não comete pecados. Bruno Carvalho é garante da fé. Uma fé que dura há muitos anos, e que continuará a evangelizar quem pouco pensa e quem quer continuar a acreditar na aparência, no superficial, e se recusa a aprofundar e descobrir a realidade.

Processos, tribunais, e-mails, ameaças, difamações, injúrias, vergonhas. O Futebol está-se a consumir no seu interior.

Nunca o futebol português viveu tempos tão negros. E se começa a ser claro que o Benfica domina na sombra e na claridade, não deixa de ser evidente que existe uma guerra Porto vs Sporting para recuperar e controlar esse domínio.

Com tudo isto, não há foco no jogador, não há foco na beleza do jogo, não há espetáculo na bancada. Se cada vez somos menos nos campos e nos estádios, a continuar assim, o futebol português em cinco anos passará a ter um nível equivalente ao do Chipre.

E a culpa será dos de sempre, dos Sócios e dos Adeptos, a tal “falta de militância”.

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 13:06

A "joint venture" do Saraiva

por O 6º Violino, em 28.11.17

13776017_1036884753092757_6506430854440522155_n.jp

Ponto prévio : Os 4 redactores deste blog somam entre si mais de 120 anos de associados do Sporting Clube de Portugal.

Como tal, não recebemos qualquer lição de Sportinguismo de empregados do Clube , nem de funcionários de empresas de comunicação pagas pelo Sporting, como a Young Network.

Hoje, e porque já chega de estupidez da parte do director de comunicação do Sporting, as minhas palavras vão directas ao Saraiva. Não vou entrar pelo discurso barato e populista do insulto gratuito, apenas vou limitar-me a factos.

Caro Nuno:

Antes de mais agradecer a publicidade gratuita feita a este blog. Pena teres bloqueado muita gente da tua página, e o alcance da verborreia que dizes, é cada vez menor.

A tua história de entrada no Sporting é fácil de explicar. Ias ser despedido do Diário de Noticias, porque o departamento onde trabalhavas fechou. O teu amigo Luís Bernardo, então colaborador do Sporting, teve pena de ti. E lembrou-se de ti para este cargo depois de ter "queimado" outras figuras que por lá andaram. Portanto, deixa-te de conversa da treta, porque foste para esse lugar para não ires para o desemprego. E com a tua idade já não é fácil. Por isso, vai fazendo um porquinho mealheiro que os teus dias nesse lugar estão prestes a terminar.

Sobre a verborreia que escreves na tua página, tens de começar a dizer no final se és tu quem escreves, se o Bruno Miguel ou se o João Capitão, o qual tem acesso à tua conta, conforme descrito no conhecido processo de que foste alvo. É essa a tua "joint venture"? És tão fraquinho que não és livre de ter uma página literalmente pessoal?

Quem és tu para falar em "joint venture", quando vais a reboque de páginas como os "cigano de alvalade, os chamuças,as tascas, os misters", entre outras, todas elas alimentadas pelo Bruno Miguel e pela Young Network?

És um amador, vais atrás daquilo que os miúdos te contam, e nem sequer te preocupas em confirmar. Queres um exemplo?

Ouviste falar num blog chamado "Sporting Independente". Sabes? Isso nem existe! Existe uma página de facebook com esse nome, imagina tu. Sabes quem colocou as imagens "marteladas" do lance do jogo do Porto? Eu explico-te: foi um blog chamado "Sporting Dependente" que as colocou no Twitter, e mais tarde as retirou. Sabias que esse blog é muito amistoso para com a actual direcção que te paga o salário? Devias saber. Mas como tens incontinência nos dedos como o teu chefe, não resistes em estar sempre a destilar asneiras. Vais atrás da conversa de um palerma como o André Ventura e ficas ao nivel dele...Sei que de altura já não vais crescer, mas como homem, podias fazer um esforço.

Sabes? Este blog nunca teve como o foco a cor vermelha, passa-nos mesmo ao lado. É uma cor que não nos excita, nem sequer nos faz bufar ou raspar os pés no chão para investir. Ele há coisas...

Somos Sporting, sabes? Queremos o melhor para o Sporting e o Clube não nos põe o pão na mesa, como a ti e a todos os tachinguistas que formam a tua "joint venture".

Cresce e aparece.

SL

 

 

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 11:43

Quem permite?

por Lizardo, em 20.11.17

Untitled-1.jpg

 


Sejamos rápidos e pragmáticos. É evidente que este Presidente foi empurrado e apoiado, e que continua a ter importantes apoios de gente com poder na sociedade.

Quem o apoia? Quem o defende? A quem interessa este caos que se está a revelar cada vez mais ruinoso no Sporting?

Se avaliarmos a última comissão de honra, das últimas eleições,  o que rapidamente percebemos é o manter de muito “ilustre” que quer continuar a ter uns bilhetes e a ser convidado para comer e beber no camarote.

Por outro lado, há por ali quem tenha outros interesses.

Ora vamos recuar às primeiras aparições de Bruno Carvalho. Os seus principais apoiantes eram Daniel Sampaio, recentemente mandatário da sua candidatura, aos olhos da população uma pessoa inteligente, um Homem sem podres na sua história de vida e irmão de um antigo e muito elogiado Presidente da República, Jorge Sampaio. Dizem que é Maçom.

O outro rosto foi Eduardo Barroso, antes de entregar tanto mediatismo a esta causa, era uma pessoa respeitada. Um médico de renome. Hoje, com toda a certeza, já percebeu que perdeu muito da sua reputação. Quer pelo lado mais saloio da defesa de Bruno Carvalho, quer pelas explosões e textos ridículos que ia tendo nas TV´s e escrevendo nos jornais.

A estes dois, com o tempo, surgem os Homens do dinheiro, Álvaro Sobrinho, José Maria Ricciardi, António Mosquito, entre outros, mas estes, os mais mediáticos e mais comentados na praça publica.


Em cinco anos aconteceu muita coisa, a Maçonaria entrou numa guerra interna, Alvaro Sobrinho teve vários problemas com a Justiça, José Maria Ricciardi viu o BES falir e António Mosquito continua a não ter muito sucesso como empresário, apesar de ter um peso muito importante na comunicação social em Portugal.

O que aqui lanço para apreciação é do conhecimento de todos os que seguem o Sporting diariamente.

Passaram cinco anos, temos mais passivo, continuamos a não comemorar títulos e é evidente que estamos a perder terreno e qualidade onde eramos reis e senhores, nos nossos jogadores da formação e em Alcochete.

A quem interessa este desacreditar e este clima que está a matar a notoriedade do Sporting mas também do futebol português?

A quem interessa manter esta personagem no comando do Sporting, um “Rapazote Deslumbrado” que não tem princípios nem compreende a grandeza e a responsabilidade do cargo que está a ocupar?

Está-se a preparar uma enorme tempestade? Será que depois deste caos irá surgir mais um salvador, mais um “Projeto Roquette”?

Os nomes que defendem e estão a defender esta personagem estão bem identificados.

Não há dúvida que se aguarda na sombra pelo momento certo, o click que vai soltar a guilhotina, o grito que vai soltar os lobos que vão comer o “Rapaz Deslumbrado”.

Da Maçonaria à Finança, das industrias Farmacêuticas à Construção Civil, da Comunicação Social às Conservas… Enfim, tudo se ligará no futuro. Ou não!

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 12:26

Já foste!

por O 6º Violino, em 19.11.17

uLztnXTo_400x400.jpg

Numa altura em que o Sporting está mergulhado na maior crise de identidade da sua história, uma noticia que peca por tardia e diz bem das desavenças entre a estrutura do futebol leonino.

Pedro Batista, "encarregado de mudanças", juntamente com os "Capitão brothers das bilhas de gás", entrou no Sporting sem nunca nada ter feito na vida, para além de estudar e ter dado apoio na Fundação Aragão Pinto, fundação da familia Carvalho. (basta ver os corpos sociais) A mesma fundação que Bruno Miguel aproveitou para se fazer notar. A mesma que abandonou, e que deixou ao abandono crianças com dificuldades. Mudam-se os tempos...

Vamos ao que realmente, hoje interessa.

O rapaz Batista acabou por ser varrido da Academia de Alcochete, local que frequentava assiduamente, onde entrou como motorista de Guilherme Pinheiro. 
Sendo um dos novos tachinguistas, Bruno Miguel não o deixou na mão, na valeta. É que o rapaz sabe de muita coisa, apesar de ser um fiel seguidor e serviçal. Tem sempre utilidade para Bruno Miguel.

Actualmente, empurrado que foi da Academia (terá sido Luís Martins ou Virgílio a ligar o aspirador?), frequenta agora um gabinete em Alvalade. Tem como funções acompanhar as equipas de arbitragem nos jogos internacionais. Para além de colaborar no circo da Bruno TV, onde só Carlos Dolbeth consegue ser pior. Mas será uma disputa interessante para o "traste do ano" da comunicação brunista.

Batista não ficará desagradado de ter sido corrido, pois não tem mais nada para fazer na vida, caso saia do Sporting. Continua a ser um tachinguista dependente do seu querido e amado pequeno deus.

No seu manual de sobrevivência só existe este ponto, não tem plano B.

SL

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 20:53

A liberdade criativa

por Trinco, em 16.11.17

161118-Luckett-fakebook-news-tease_jj2510.jpg

 

Ficou ontem provado o que já há muito se sabia.

 

Com a publicação do acórdão do TAD a reduzir o castigo do director de comunicação, provou-se que a comunicação do Sporting é gerida em outsourcing e roda livre de liberdade criativa, por uma entourage de miúdos operacionais próxima de Azevedo de Carvalho que surge no Clube à pressão, assumindo e gerindo várias páginas e perfis, inclusive pessoais como é o caso do perfil publicou o texto que que originou o castigo.

 

E isto justifica muito do que tem sido esta comunicação. Quando se mete um pedreiro a fazer trabalho de ourives, o mais provável é a jóia resultante ser faiança.

 

Percebe-se também que, por interposta entidade, no principio de uma mão unta a outra, os tachos e regalias estão distribuídas e bem açambarcadas, por personagens que, com liberdade criativa, continuam a afirmar não trabalhar para o Sporting, mantendo acusações a terceiros daquilo que eles próprios o são: Tachinguistas, como o 6º Violino escreveu.

 

Criaturas estas de que se desconhecem as aptidões e capacidades para a função além da verborreia, maledicência e ataque soez em que infelizmente se tornou a comunicação (e vida) do Clube e dos muitos heterónimos e fotocópias que usam. Sejam eles zíngaros, cafeteiras ou outras variantes.

 

E esta liberdade criativa, aparentemente Trump faz escola, baseia-se na criação de factos, narrativas e verdades alternativas.

 

A liberdade criativa, extensível à gestão do Clube, que concebeu guerras com tudo e todos, confundindo combatividade com irascibilidade, que alinhavou aliança (já sei que não gostam da palavra, fiquemo-nos por "alinhamento estratégico") com o Benfica (cortesia do sr. PMAG) nos tempos iniciais e mais recentemente com o Porto, com os mesmos resultados dum prato de cebolada, que vendeu as contratações cirúrgicas numa realidade de contentores de jogadores, que faz "grandes" os jogadores mediocres, que nega mandados de negociação que aparecem escarrapachados nos jornais horas depois, que reclama uma reestruturação já previamente acordada, que procede a uma renumeração fantástica em que apenas os mortos (e nem todos) são limpos da base de dados, que pare o novo paradigma de AG com a muito "chavista" hora do presidente transmitida em canal aberto, que fabrica canais de comunicação para satisfazer as necessidades de protagonismo e presidento-centrismo, além de uma linhagem de "clientes" habituais, que inventa agentes desestabilizadores contra funcionários para depois os despedir com motivos criativamente criados, que faz equivaler na importância o seu líder ao pai do Clube, que adquire títulos a cada respirar,  que engendra novas funções na estrutura do Clube para empregar familiares e amigos, etc...(podia ficar aqui tanto tempo que até me assusto)

 

E é isto este Sporting. Um Sporting que cada vez mais expulsa de si o verdadeiro Sporting, o Sporting da verdade e dos valores, perante o adormecimento geral de quem prefere não pensar ou questionar e acreditar sempre na...liberdade criativa.

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 09:38

A matemática

por Trinco, em 14.11.17

2b2da1c.jpg

 

A vontade esvai-se, o tempo escasseia, mas há coisas que por demais flagrantes, acabo por não conseguir deixar de registar.

 

A 5 de Abril de 2016

 

A construir o futuro! Quase 110 anos de uma história feita de conquistas ajudam a explicar o porquê de o Sporting CP ser unanimemente considerado a Maior Potência Desportiva Nacional e um dos Clubes mais vitoriosos de todo o Mundo. Os números podem falar por nós: temos no nosso património cerca de 20.000 títulos arrebatados”, escreveu há um ano e meio o líder do Sporting.

Facebook de Azevedo de Carvalho

 

A 9 de Janeiro de 2017

170 títulos enchem a vitrine de 2016

Site do Clube com a ressalva que a contabilização inclui somente os primeiros lugares colectivos e individuais em competições nacionais de seniores

 

A 12 de Novembro de 2017

Temos mais de 22 mil títulos nacionais, europeus, mundiais, olímpicos. 

Discurso de Azevedo de Carvalho durante a entrega dos emblemas aos sócios com 25 anos

 

Ou seja de 5 de Abril de 2016 a 12 de Novembro de 2017 o Clube conquistou 2.000 títulos sendo que sensivelmente a meio deste período o contador iria apenas nos 170...vá, tripliquemos este valor para albergar os títulos de formação e dos paintballs e afins, 510. Em 10 meses, o Clube conquistou um pouco menos que 1.500 títulos. E disso a comunicação do foguetório e das loas ao líder nada assinalou em fim de época (quando na realidade se contabilizam estas coisas). Pois sim...

 

Além disso, com esta contabilidade criativa depreende-se que num estalar de dedos, qual Midas, o Clube passou de uma média de 180 títulos por ano (em 110 anos) para uma média de 1.000. Brilhante! Brilhante se fosse verdade, brilhante a criatividade e audácia para afirmar isto com desfaçatez e sem desmanchar o boneco enquanto o faz.

 

Isto tudo presumindo que não contabilizam títulos de transporte, títulos do tesouro, títulos nobiliárquicos ou outros...

 

Bem sei que o público alvo cada vez mais se comporta acriticamente enfardando alegremente todas as narrativas que lhes são metidas olhos adentro, mas há limites. Mais não seja o da realidade e da sua percepção

 

O Sporting não precisa de se armar em grande. O Sporting é grande. Não há Clube em Portugal que se aproxime em títulos e muito poucos estão a par a nível Mundial. Não é preciso fabricar números como se faz com sócios e assistências!

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 09:28

O Discurso do Bruno

por Lizardo, em 26.06.17

 

 

O filme “Feios, Porcos e Maus” de Ettore Scola é uma obra prima. A vida em tempo real, um quadro pintado com sapiência que explica que tudo na vida tem uma relação de causa-efeito.



Os reles, porcos e nojentos, uma obra insonsa de Bruno de Carvalho é também um quadro da vida real do desporto nacional. E que nos explica que tudo tem também uma consequência, e que todos os atos resultam em factos que nos podem custar muito caro no futuro.



O discurso do Bruno foi mais um episódio deplorável. Não quero acreditar no que disse nem quero acreditar que exista quem tenha a baixeza de criar uma trama para tramar o Presidente envolvendo a sua família e amigos mais próximos. O conteúdo do “word” revelado é demasiado grave.



O Sporting não se pode nem se deve confundir com estes episódios. Se o Presidente se sente atacado deve ter a capacidade e o poder de se defender nos locais próprios, afastando este lixo do Clube, tentando ao máximo não envolver o nome Sporting em episódios deploráveis e discussões de sargeta.

 

Mas Bruno não consegue, Bruno é o ator principal de Feios, Porcos e Maus. Uma personagem que procura a vida fácil, que se entrega aos prazeres da vida, que despreza e não entende que tudo está ligado e que tudo pode trazer consequências para a sua vida, para a vida dos que o rodeiam e acima de tudo, para o Sporting.


Bruno continua a não entender que não pode ofender Sócios, mesmo que o mereçam. Não se trata somente de ter uma imprescindível posição institucional, mas também de compreender que a gestão de comunicação, atualmente, não se resume ao nosso Bairro, à nossa Cidade ou País, hoje, tudo ganha uma projeção mundial em segundos. E Bruno não compreende que utilizar termos como: “Nojentos”, “Reles” e “Porcos” rapidamente se transforma numa generalização a todos os Sportinguistas. É o lado perverso da rapidez da comunicação.


Por tudo isto, o que se passou na passada Assembleia Geral foi grave. Merece ser investigado e não pode passar impune. Não podemos aceitar que se ataque um Presidente desta maneira, mesmo que não concordemos com a sua gestão, nem podemos concordar com este teatro que envolve o nome do Sporting, levando o nosso bom nome para níveis que não se relacionam com a nossa história centenária.



É tempo de pensar muito bem se é isto que queremos para o Sporting. A próxima época começa hoje, as incógnitas são muitas, só peço que a espinha dorsal se mantenha, que continuemos a ser um Clube que valoriza os seus formandos e que aposta nos jogadores portugueses, os que foram campeões da europa e os que num futuro muito próximo muitas alegrias nos podem dar.

 

Peço também que o Sporting saiba gerir da melhor forma a mentira e a batota, por todos sabida e conhecida, que envolve o Benfica. Temos que saber lutar de forma sapiente, estes sim são reles, nojentos e porcos, com todo o respeito que me merecem alguns rivais, os nossos, os Sócios, por mais líricos que sejam e por mais que se sirvam do Clube em vez de o servir, continuarão sempre a ser do Sporting. E este Sporting atual está cheio de lambuças. Cheio.

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 11:23

O Pavilhão do Bruno

por Lizardo, em 22.06.17

Ontem foi a primeira inauguração do Pavilhão, num conjunto de três cerimónias já agendadas. A felicidade de todos os Sócios e Adeptos com a construção de tão nobre e fundamental obra é evidente. O Sporting não podia continuar a viver sem a sua casa para as modalidades. Era totalmente contranatura continuar as romarias para Loures ou Odivelas, Casal Vistoso ou Rio Maior, entre outros Pavilhões espalhados pela região.



Ontem, como bem disse Margarida Rocha, fechou-se o ciclo das grandes obras de modernização do Sporting do século XXI. Um Estádio, uma Academia e agora a casa que imortaliza o já imortal Presidente João Rocha.



O dia de ontem tinha tudo para ser histórico. Um dia desejado por tantos, um dia que deveria ser aberto a todos os Sócios e Adeptos, com um programa pensado para os que há mais de 10 anos fazem quilómetros para ver as modalidades fora de Alvalade. Mas não, uma vez mais, o foco foi o Presidente Bruno de Carvalho.



Para lá do erro da data e da hora, uma quarta-feira, em simultâneo com o jogo da Seleção Nacional e a poucas horas de um importante jogo do Futsal, revela que estratégia e visão, são termos e processos que escasseiam.


Depois o palco e o tempo oferecido a Bruno. Bruno discursou na rua, Bruno leu e releu a sua frase na Estátua do Leão vezes sem conta, Bruno entrou no Pavilhão como uma estrela de rock, Bruno foi o Presidente, Bruno foi o Anfitrião, Bruno foi a imagem de todos os atletas do passado, do presente e do futuro. Bruno foi o foco, o tempo de antena, a voz, Bruno foi o rei das selfies e dos abraços. Sempre com os mesmos, com as mesmas caras, com os mesmos que até já têm palco em programas da Sporting Tv ou que têm um “emprego” no Sporting.

 

Não posso deixar de sublinhar a mentira de Bruno sobre o nome do Pavilhão. Não, não foi o Bruno que sugeriu o nome João Rocha. Não!!. Foi aprovado e deliberado a 30 de Setembro de 2012, numa Assembleia Geral no Multiusos de Alvalade, apresentado pela Direção em funções à data. Felizmente foi rapidamente desmentido pela filha de João Rocha.

 

Mas a mentira não acabou aqui. As palavras oferecidas ao falecido Sócio Vitor Araújo são de um aproveitamento sem sentido. “Amigo”, “Muitos jogos ao seu lado”, “com o meu pai e meus irmão, juntos, vimos muitos jogos”. Quem marcou e marca presença nos Pavilhões sabe que tudo isto é treta. Pura treta. Bruno há dez anos, nem as quotas tinha em dia, quanto mais dedicar-se a assistir a jogos das modalidades. Mas vale tudo!


Bruno tem um evidente complexo de inferioridade. Precisa de palco, precisa de espaço mediático, precisa ser notícia, pois só Ele sabe a dimensão da mentira que nos conta há muitos anos. Precisa de palco pois não temos títulos, não temos saúde financeira, somos cada vez mais irrelevantes no panorama desportivo.



Estes quatro anos têm sido uma mentira constante.



Ontem os Sócios ficaram de fora, os Adeptos não foram convocados, o Pavilhão não estava cheio, foi uma festa para amigos e alinhados, longe dos tempos onde o Sporting era para todos.



O que se assistiu ontem foi um deplorável espetáculo. Salva-se a obra, obrigado a todos os que desde os primeiros momentos lutaram e reuniram com a autarquia lisboeta, a todos os que criaram as fundações e as bases necessárias da obra. Bruno tem o mérito de ter continuado e ter dado vida ao Pavilhão. Sobre isso não há dúvida, mas ficaria muito bem não esquecer que há muitos anos, várias direções já trabalharam e muito para que este sonho fosse possível. A esses nem uma palavra.


Este Sporting que não reconhece o seu passado e que só se valoriza com o seu presente, mesmo sem nada ganhar, mesmo vendo abalar os seus principais ativos, sejam eles funcionários ou atletas, não pode ter grande futuro.

 


Salva-se quem entende e vive realmente os valores do Sporting

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 09:03

Piss off

por O 6º Violino, em 08.06.17

voyeur.jpg

Vivemos tempos estranhos e perigosos, em que a sede de informação e de partilha se sobrepõe ao bom senso e à educação.

Bons costumes que muitos dos nossos antepassados nos transmitiram, mas que a sede de informação e protagonismo a qualquer preço acabam com aquilo que nos foi dado. E foi-nos dado de borla.

É comum verificar a partilha de tudo o quanto é mais sórdido e que não devia passar do fôro de cada um. Tudo se partilha, um acidente, um atentado, uma morte, um beijo, uma violação, tudo serve para ter algum protagonismo.

O presidente do Sporting adora ser protagonista. Desde 2011 que faz das redes sociais um modo de vida. É vê-lo no banco de suplentes, num camarote qualquer, numa sala de espera de um aeroporto, no banco traseiro de um carro, antes de qualquer jogo, durante qualquer jogo, após qualquer jogo. Até nas férias, e mesmo com diferenças horárias grandes, em vez de descansar, o homem trocava mensagens com sócios que o afrontam. Com o final da temporada a exposição nas redes sociais de que tanto gosta, e das quais se serviu para se dar a conhecer, acabou. Ou melhor, os seus constantes auto-elogios passaram para o mainato Nuno Saraiva (de Carvalho). E Nuno aceita fazer esse papel de bom grado, que isto de arranjar um emprego a ganhar mais de 5.000/mês não está facil.

Naturalmente a ressacar da sua dependência "facebookiana", lembrou-se de convidar alguns jornalistas, primeiro por alturas do jogo com o Belenenses e mais recentemente há duas semanas. 

Do primeiro encontro em "off", que aconteceu após almoço bem regado na Casa XXI, restaurante explorado pelo seu amigo Zé Eduardo (já lhe renovaram o contrato?), não existem provas escritas ou audíveis, apelas relatos em surdina de quem esteve presente. Nessa reunião o tema foi Jorge Jesus. Azevedo de Carvalho, talvez impreparado para o consumo de substâncias com elevado teor alcoólico "rasgou" de alto abaixo o "seu" treinador, chegando ao cumulo de o imitar nas suas habituais calinadas e nos seus gestos peculiares. Diz quem viu que parecia que estavam numa qualquer sessão do Chapitô.

O parêntesis no "off" entronca no que se passou no último encontro com os jornalistas, com provas áudio do que por lá foi dito.

Nenhuma conversa "off the record" é partilhada com 15/16 jornalistas. Uma conversa desse tipo é exclusiva a 2/3 jornalistas, e que sejam de inteira confiança de quem quer passar a mensagem para o exterior. A "fonte".

Azevedo de Carvalho quis ser a "fonte" e servir-se dos jornalistas. Jornalistas esses que são o seu alvo diário e dos seus fiéis seguidores. Jornalistas esses, que se tivessem vergonha nunca aceitariam este tipo de "briefings".

Do outro lado 15/16 jornalistas, cada um com a sua personalidade, cada um com a sua "sede" de informar/expor. Uns e outros com interesse neste tipo de "missas". De um lado uma personagem sedenta de falar, do outro 15/16 com fome de ouvir.

No próprio dia da "missa", quase todos os órgãos de comunicação presentes meteram cá fora factos ocorridos, e todos com as mesmas versões, todos eles a citar a tal "fonte interna".

Há poucos dias foi posto a circular a gravação áudio da suposta reunião em off.

Não adianta acrescentar mais adjectivos ao que já foi dito e escrito.

Será sempre um documento histórico e comprovador (como se fosse preciso) do nível da pessoa que actualmente dirige os destinos do Clube.

Não respeita o Clube que lhe paga principescamente o ordenado, as operações, os motoristas para ele e seus familiares (às vezes com incidentes desagradáveis), para as viagens com a sua nova companheira/colega, para os fins-de-semana em hotéis de 5 estrelas.

Não respeita a História do Clube, não respeita os seus sócios, apelidando-os (mais uma vez) de estúpidos. 

O vernáculo que utiliza por sistema é-me indiferente. Só pode servir para fazer corar de vergonha os seus progenitores.

SL

 

 

 

 

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 14:09


Pesquisar

  Pesquisar no Blog

Sobre

Sobre o Sporting, com verdade, exigência e espírito critico. Sem reverencias nem paciência para seitas!






Arquivo

  1. 2018
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2017
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2016
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2015
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D