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O Discurso do Bruno

por Lizardo, em 26.06.17

 

 

O filme “Feios, Porcos e Maus” de Ettore Scola é uma obra prima. A vida em tempo real, um quadro pintado com sapiência que explica que tudo na vida tem uma relação de causa-efeito.



Os reles, porcos e nojentos, uma obra insonsa de Bruno de Carvalho é também um quadro da vida real do desporto nacional. E que nos explica que tudo tem também uma consequência, e que todos os atos resultam em factos que nos podem custar muito caro no futuro.



O discurso do Bruno foi mais um episódio deplorável. Não quero acreditar no que disse nem quero acreditar que exista quem tenha a baixeza de criar uma trama para tramar o Presidente envolvendo a sua família e amigos mais próximos. O conteúdo do “word” revelado é demasiado grave.



O Sporting não se pode nem se deve confundir com estes episódios. Se o Presidente se sente atacado deve ter a capacidade e o poder de se defender nos locais próprios, afastando este lixo do Clube, tentando ao máximo não envolver o nome Sporting em episódios deploráveis e discussões de sargeta.

 

Mas Bruno não consegue, Bruno é o ator principal de Feios, Porcos e Maus. Uma personagem que procura a vida fácil, que se entrega aos prazeres da vida, que despreza e não entende que tudo está ligado e que tudo pode trazer consequências para a sua vida, para a vida dos que o rodeiam e acima de tudo, para o Sporting.


Bruno continua a não entender que não pode ofender Sócios, mesmo que o mereçam. Não se trata somente de ter uma imprescindível posição institucional, mas também de compreender que a gestão de comunicação, atualmente, não se resume ao nosso Bairro, à nossa Cidade ou País, hoje, tudo ganha uma projeção mundial em segundos. E Bruno não compreende que utilizar termos como: “Nojentos”, “Reles” e “Porcos” rapidamente se transforma numa generalização a todos os Sportinguistas. É o lado perverso da rapidez da comunicação.


Por tudo isto, o que se passou na passada Assembleia Geral foi grave. Merece ser investigado e não pode passar impune. Não podemos aceitar que se ataque um Presidente desta maneira, mesmo que não concordemos com a sua gestão, nem podemos concordar com este teatro que envolve o nome do Sporting, levando o nosso bom nome para níveis que não se relacionam com a nossa história centenária.



É tempo de pensar muito bem se é isto que queremos para o Sporting. A próxima época começa hoje, as incógnitas são muitas, só peço que a espinha dorsal se mantenha, que continuemos a ser um Clube que valoriza os seus formandos e que aposta nos jogadores portugueses, os que foram campeões da europa e os que num futuro muito próximo muitas alegrias nos podem dar.

 

Peço também que o Sporting saiba gerir da melhor forma a mentira e a batota, por todos sabida e conhecida, que envolve o Benfica. Temos que saber lutar de forma sapiente, estes sim são reles, nojentos e porcos, com todo o respeito que me merecem alguns rivais, os nossos, os Sócios, por mais líricos que sejam e por mais que se sirvam do Clube em vez de o servir, continuarão sempre a ser do Sporting. E este Sporting atual está cheio de lambuças. Cheio.

 

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publicado às 11:23

A AG do Bruno

por Trinco, em 23.06.17

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Fui alertado ontem para a realização hoje de uma AG para apreciar e votar o orçamento do Clube para o exercício do ano que vem.

 

Atento como costumo estar (confesso que, por várias condicionantes, por estes dias menos) duvidei por não ter sabido de nada. Consultei o site e confirmei que nenhuma convocatória tinha sido publicada. Quem me informou insistiu. E tinha razão.

 

Hoje, volto a consultar e verifico que inusitadamente a convocatória é publicada no site no próprio dia da sua realização. Contrariando despudoradamente o que mandam os estatutos.

 

Artigo 52° (Convocatória da Assembleia Geral comum)

1 –As Assembleias Gerais serão convocadas por meio de anúncios insertos em dois jornais diários, no jornal do Clube, no sítio oficial do Clube e publicado nos moldes previstos para os actos das sociedades comerciais, com a antecedência mínima de oito dias, se o prazo não dever ser superior por disposição dos presentes estatutos

 

Assim, perante poucos, será aprovado por unanimidade não só o orçamento como as contas consolidadas. Sem que a grande maioria dos sócios tenha acesso às mesmas. Sim, porque os documento da proposta de orçamento e das contas consolidadas, deixaram de ser antecipadamente publicados para avaliação prévia dos sócios (quem vai a uma AG sabe perfeitamente da dificuldade de analisar no momento tais documentos estabelecendo um juízo consciente).

 

Pior, mesmo depois de aprovados, cumprindo-se a recente prática de opacidade, não serão publicados no site.

 

Aparentemente o desrespeito para o órgão mais importante do Clube (a Assembleia Geral composta pelos sócios) não tem limites e os actuais corpos sociais acham-se inimputáveis, tratando o Clube como a sua coutada.

 

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publicado às 08:39

O Pavilhão do Bruno

por Lizardo, em 22.06.17

Ontem foi a primeira inauguração do Pavilhão, num conjunto de três cerimónias já agendadas. A felicidade de todos os Sócios e Adeptos com a construção de tão nobre e fundamental obra é evidente. O Sporting não podia continuar a viver sem a sua casa para as modalidades. Era totalmente contranatura continuar as romarias para Loures ou Odivelas, Casal Vistoso ou Rio Maior, entre outros Pavilhões espalhados pela região.



Ontem, como bem disse Margarida Rocha, fechou-se o ciclo das grandes obras de modernização do Sporting do século XXI. Um Estádio, uma Academia e agora a casa que imortaliza o já imortal Presidente João Rocha.



O dia de ontem tinha tudo para ser histórico. Um dia desejado por tantos, um dia que deveria ser aberto a todos os Sócios e Adeptos, com um programa pensado para os que há mais de 10 anos fazem quilómetros para ver as modalidades fora de Alvalade. Mas não, uma vez mais, o foco foi o Presidente Bruno de Carvalho.



Para lá do erro da data e da hora, uma quarta-feira, em simultâneo com o jogo da Seleção Nacional e a poucas horas de um importante jogo do Futsal, revela que estratégia e visão, são termos e processos que escasseiam.


Depois o palco e o tempo oferecido a Bruno. Bruno discursou na rua, Bruno leu e releu a sua frase na Estátua do Leão vezes sem conta, Bruno entrou no Pavilhão como uma estrela de rock, Bruno foi o Presidente, Bruno foi o Anfitrião, Bruno foi a imagem de todos os atletas do passado, do presente e do futuro. Bruno foi o foco, o tempo de antena, a voz, Bruno foi o rei das selfies e dos abraços. Sempre com os mesmos, com as mesmas caras, com os mesmos que até já têm palco em programas da Sporting Tv ou que têm um “emprego” no Sporting.

 

Não posso deixar de sublinhar a mentira de Bruno sobre o nome do Pavilhão. Não, não foi o Bruno que sugeriu o nome João Rocha. Não!!. Foi aprovado e deliberado a 30 de Setembro de 2012, numa Assembleia Geral no Multiusos de Alvalade, apresentado pela Direção em funções à data. Felizmente foi rapidamente desmentido pela filha de João Rocha.

 

Mas a mentira não acabou aqui. As palavras oferecidas ao falecido Sócio Vitor Araújo são de um aproveitamento sem sentido. “Amigo”, “Muitos jogos ao seu lado”, “com o meu pai e meus irmão, juntos, vimos muitos jogos”. Quem marcou e marca presença nos Pavilhões sabe que tudo isto é treta. Pura treta. Bruno há dez anos, nem as quotas tinha em dia, quanto mais dedicar-se a assistir a jogos das modalidades. Mas vale tudo!


Bruno tem um evidente complexo de inferioridade. Precisa de palco, precisa de espaço mediático, precisa ser notícia, pois só Ele sabe a dimensão da mentira que nos conta há muitos anos. Precisa de palco pois não temos títulos, não temos saúde financeira, somos cada vez mais irrelevantes no panorama desportivo.



Estes quatro anos têm sido uma mentira constante.



Ontem os Sócios ficaram de fora, os Adeptos não foram convocados, o Pavilhão não estava cheio, foi uma festa para amigos e alinhados, longe dos tempos onde o Sporting era para todos.



O que se assistiu ontem foi um deplorável espetáculo. Salva-se a obra, obrigado a todos os que desde os primeiros momentos lutaram e reuniram com a autarquia lisboeta, a todos os que criaram as fundações e as bases necessárias da obra. Bruno tem o mérito de ter continuado e ter dado vida ao Pavilhão. Sobre isso não há dúvida, mas ficaria muito bem não esquecer que há muitos anos, várias direções já trabalharam e muito para que este sonho fosse possível. A esses nem uma palavra.


Este Sporting que não reconhece o seu passado e que só se valoriza com o seu presente, mesmo sem nada ganhar, mesmo vendo abalar os seus principais ativos, sejam eles funcionários ou atletas, não pode ter grande futuro.

 


Salva-se quem entende e vive realmente os valores do Sporting

 

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publicado às 09:03

As alterações estatutárias

por Trinco, em 29.05.17

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Desde que tomou posse, o Conselho Directivo de Azevedo de Carvalho procedeu a nada menos que 5 alterações estatutárias.

 

Essencialmente alterou escalões de sócio, a definição das respectivas quotas e a possibilidade e condições de reaquisição de estatutos de Associado.

 

Pelo meio foi obrigada a revogar uma alteração anteriormente aprovada e procedeu a uma centralização e concentração de poderes na figura do presidente, entre outros acertos de pormenor na estrutura do documento.

 

Conseguiu fazer aprovar a 5 de Outubro de 2014 uma alteração estatutária fora da ordem do dia e sem dar conhecimento prévio da proposta aos associados, como se de uma "democracia sul americana" se tratasse, no que, se legalmente já suscita muitas duvidas pois segundo a lei geral, as alterações aos estatutos têm de constar expressamente da ordem do dia, sob pena de a sua aprovação ser passível de ser anulada, na transparência e respeito aos sócios, deixa muito a desejar e explica ainda mais o que quem comanda o Clube considera os sócios.

 

A 27 de Setembro de 2015 introduz nos Estatutos do Sporting Clube de Portugal um artigo 25ª que passa considerar a atribuição dos Prémios e Galardões Honoris Sporting, o modo de atribuição dos mesmos e a sua entrega "preferencialmente" no dia de aniversário do Clube, a 1 de Julho, de cada ano".

 

Acontece que, para serem válidas, as alterações estatutárias têm obrigatoriamente que constar de escritura notarial, não bastando a sua aprovação em Assembleia Geral.

 

Acontece também que a última alteração estatutária que foi objecto de escritura foi a aprovada em 30 de Junho de 2014 e escriturada a 13 de Agosto de 2014. Ou seja, todas as alterações produzidas dessa data para cá, são uma "inexistência legal".

 

E se isto pode assumir um novo argumento (idiota) da defesa da antecipação da Gala (sim que o que está escrito nos estatutos sobre a data não serve de argumento), a verdade é não só nenhum dos galardoados nas primeiras 3 galas realmente tem a distinção honorifica que julga ter, como demonstra a total desorganização e incompetência que faz ter normas aprovadas há mais de 2 anos e meio sem escritura.

 

Mas acontece mais. É que a norma aprovada a 5 de Outubro de 2014, sem validade por não estar escriturada (dando de barato a dúvida legal na sua aprovação), previa em traços largos a possibilidade de não haver perda do número de sócio por interrupção do pagamento das quotas podendo inclusive recuperar direitos contra o pagamento das quotas em atraso. O que lido em conjunto com nº 4 do artigo 22 em que se prevê a possibilidade do Conselho Directivo "...estabelecer períodos de isenção de jóia, proceder à redução ou isenção temporária dos montantes das quotas..." deixa demasiadas dúvidas no ar...

 

Omissão de cumprimento das suas obrigações de um Órgão Social do  Clube. Deve ser isto a exigência!

 

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publicado às 12:24

Distorções

por Trinco, em 23.02.17

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O omnipresente de há umas décadas a esta parte na gestão do Clube, José Maria Ricciardi, afirmou há dias em entrevista ao sempre muito simpático Record, que "O ambiente não era propício a qualquer espécie de reestruturação, que aliás não se fez.", referindo-se à reestruturação de Godinho Lopes.

 

Tal, será factualmente verdade. Como é verdade que a reestruturação de Julho de 2013, levada a cabo por Azevedo de Carvalho seria na sua essência plasmada do projecto apresentado e aprovado em Abril de 2012 (a mesma AG que viu Azevedo de Carvalho apresentar o fundo americano de Baptista da Silva e aprovar o regulamento das Assembleias Gerais com base também em propostas suas).

 

Em ambas, o plano assentava na fusão da SPM com a SAD, transportando activos como o direito de superfície do estádio para esta de maneira a promover as contas para limiares mais aceitáveis. Para tal, quer uma, que outra, prorrogavam os prazos do direito de superfície, promoviam o aumento de capital da SPM por via da valorização desta prorrogação, limpavam a divida do Clube à SAD e de Clube e SAD à banca através dum empréstimo suportado pelo Clube de €68M, estabeleciam novas hipotecas.

 

A de 2013 foi mais adiante (como a de 2012 seria obrigada a ir) transformando divida em capital, promovendo outro aumento de capital (o tal investidor de €18M que já terá entrado mas a ninguém se apresenta), bem como a emissão de dois novos lotes de VMOC's que absorvessem passivos uma vez que são contabilizadas como capital próprio.

 

Acontece que, como o tal omnipresente afirma, a gestão de Godinho Lopes nunca conseguiu cumprir os pressupostos e finalizar o restante das negociações que permitisse colocar em prática a dita reestruturação, pelo que é legitimo afirmar que não foi ele que a fez ao não conseguir colocá-la em prática. No entanto é indesmentível que a mesma foi na sua base e essência, a origem da posteriormente aprovada.

 

Aliás, o que impediu a sua colocação em prática, como reconhecido na citação, foi o ambiente menos propicio. Ambiente esse que tem evidente e maior responsabilidade do Conselho Directivo de Godinho Lopes, mas também do que foram dois anos de fogo cerrado num clima quase de guerra civil, do exercício de contra-poder e de uma cisma de alguns influentes, descontentes, além do desnorte que se verificava, com o alheamento que iam sentido dos responsáveis do Clube em relação ao que se achavam em condições de impor. Tanto que promoveram reuniões preparatórias ao estilo de concilio papal para decidir, sim, decidir quem deveria tomar a presidência do Clube. Vários dos promotores e presentes nessas reuniões, estão, seja na comissão pela honra de Azevedo de Carvalho, seja até nas listas aos órgãos sociais, com o actual presidente e candidato. Sintomático!

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publicado às 13:30

O regulamento eleitoral

por Trinco, em 20.02.17

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Em 27 de Maio de 2011, Bruno Miguel Azevedo Gaspar de Carvalho, Sócio nº 15.531, no seguimento dos acontecimentos de Março anterior que lhe levantaram dúvidas em relação ao resultado das eleições e lisura dos seus processos apresenta uma proposta de Regulamento Eleitoral onde, no nº2 do Artigo 8º, correspondente ao tema dos Cadernos Eleitorais previa:

 

Tais cadernos, de que constam todos os sócios com capacidade eleitoral activa, estarão concluídos e disponíveis até 96 (noventa e seis) horas antes do início do acto eleitoral, devendo ser imediatamente afixados na sede do Sporting Clube de Portugal e publicados no sítio oficial do Sporting Clube de Portugal na Internet.

 

Em 24 de Abril de 2012, é aprovado e entra em vigência o Regulamento das Assembleias Gerais do Sporting Clube de Portugal onde , no º2 do Artigo 30º , igualmente sobre o tema dos Cadernos Eleitorais está previsto:

 

Tais cadernos, de que constam todos os sócios com capacidade eleitoral activa, estarão concluídos e disponíveis até 15 (quinze) dias antes do início do acto eleitoral, devendo ser imediatamente afixados na sede do Sporting Clube de Portugal e publicados no sítio oficial do Sporting Clube de Portugal na Internet.

 

Mais uma vez a incoerência a demonstrar-se um valor forte nos actuais órgãos sociais.

 

E nem a alegação do "o inalienável direito dos sócios do Sporting Clube de Portugal à não divulgação pública dos seus dados pessoais" colhe, pois não só é permitido explicitamente na Lei de Protecção de Dados Pessoais, como existe o consentimento pelos sócios ao aprovarem o dito Regulamento em Assembleia Geral.

 

Mas se ainda assim, consideravam a norma abusiva, tiveram 4 anos de mandato para a alterar, não o tendo feito, assumindo-se assim a sua concordância.

 

Perante tudo isto, qualquer interpretação sobre as reais razões desta recusa, com desculpas cada uma menos sustentada que a outra, o incumprimento das suas obrigações e o incorrer na ilegalidade será válida.

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publicado às 14:33

O Comendador (ainda outra vez...)

por Trinco, em 18.02.17

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O Comendador não pára.

 

O Comendador trata as reuniões magnas do Clube como um congresso partidário afrontando os princípios associativos.

 

O Comendador admite e até colabora no desrespeito dos princípios de reserva das Assembleias Gerais.

 

O Comendador gosta de votações de braço no ar, propondo-as a todas as votações (ou quase) ignorando os princípios de secretismo do voto.

 

O Comendador conta mais de 300 braços no ar em menos de 2 segundos, resultando regra geral na declaração de unanimidade (mesmo que esta não aconteça) desprezando os princípios do rigor.

 

O Comendador é conivente com atropelos na lei e nos estatutos aceitando alterações estatutárias fora da ordem de trabalhos, desrespeitando os princípios da lei.

 

O Comendador aceita ser juiz e jogador do mesmo jogo desrespeitando os princípios da transparência e isenção.

 

O Comendador recusa responder aos pedidos formais desrespeitando os princípios do dever de esclarecimento.

 

O Comendador incumpre na publicação de acordo com os regulamentos aprovados das Assembleias Gerais que ele deveria ser o mais profundo defensor, desrespeitando os princípios legais.

 

O Comendador, não podendo nem devendo eu, colocar a sua honorabilidade e seriedade em causa, desrespeita os princípios de adequação à função e não pode continuar como figura institucional, representante dos sócios e presidente do acto principal do Clube.

 

Nota adicional: Para que conste e relativamente aos Cadernos Eleitorais, a redacção do regulamento estipula

Artigo 30º

Cadernos Eleitorais

2. Tais cadernos, de que constam todos os sócios com capacidade eleitoral activa, estarão concluídos e disponíveis até 15 (quinze) dias antes do início do acto eleitoral, devendo ser imediatamente afixados na sede do Sporting Clube de Portugal e publicados no sítio oficial do Sporting Clube de Portugal na Internet.

 

Sendo que sob absolutamente nenhuma interpretação, o que está disponibilizado no site pode ser considerado um Caderno Eleitoral (por caderno eleitoral, entende-se a relação dos sócios habilitados ao exercício de voto).

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publicado às 15:22

A importância dos "Lesados do Carvalho"

por Lizardo, em 12.01.17

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Pedro Madeira Rodrigues está decididamente na corrida. Começam a surgir os primeiros ecos de apoio de uma grande falange de Associados descontentes com o rumo que o Sporting tem seguido nos últimos anos.

Pedro Madeira Rodrigues, alem de jovem e conhecedor da realidade do Clube, tem passado como atleta e mais que tudo isso, compreendendo o Sporting como Clube Empresa, tem a bagagem profissional que o coloca em primazia e sem muitas dúvidas das suas reais capacidades para desempenhar o cargo de Presidente de tão grande e centenária instituição como o Sporting Clube de Portugal.

 

A juntar a tudo isto Pedro Madeira Rodrigues pode e deve romper totalmente com o registo do passado, onde os nomes se repetem e se sucedem nos mais diversos cargos. O Sporting implora por sangue novo, gente com novas ideias e visões, e só com gente desta natureza o Sporting pode realmente avançar para a rutura tantas vezes prometida e sempre sonegada logo à partida, como é disso revelador estes quatro anos de Bruno de Carvalho e a continuidade e o repescar de alguns nomes muito ligados ao Roquettismo, como Ricciardi, nesta nova candidatura do atual Presidente.

 

Pedro Madeira Rodrigues deve também saber rodear-se dos “Lesados do Carvalho”, gente que esteve com Bruno desde 2011, que esteve na direção desde 2013 e que foram abandonado o barco à deriva, devido à incompatibilidade e à loucura instalada, ao despotismo e acima de tudo, ao total desvirtuar das promessas de rutura que ficaram na gaveta. O rumo seguido foi o inverso do prometido, o navegar à deriva, o ano zero de forma consecutiva, ano após ano.


A somar a tudo isto as centenas de Associados que desde sempre, e de forma publica e corajosa, mesmo sendo ameaçados e devassados, deram a cara contra o rumo presente, que não se identificam com o tom e a forma, que andam de rastos perante o cair do nosso ADN principal, a formação.

 

O Sporting tem a oportunidade de mudar rapidamente de rumo, e todos devemos ter consciência e perceber a oportunidade que José Maria Ricciardi identifica em Bruno de Carvalho. Um Presidente sem eira nem beira, um homem cada vez mais isolado, que está a hipotecar o futuro da SAD. Caminhamos a passos largos para perder o controlo do Sporting, e aí sim, e poderá ser verdade, ou o Ricciardi ou o caos, e essa opção será entregar o Sporting a um dono. Votar em Pedro Madeira Rodrigues é fundamentalmente impedir que esta estratégia de emissão de VMOC´S e o peso financeiro que a SAD tem para resolver num futuro próximo não resulte em tragédia. Votar Pedro Madeira Rodrigues é manter o Clube na mão dos Associados. E é importante que todos comecem a perceber porque José Maria Ricciardi, tão abominado pelos seguidores do Carvalhismo a certo ponto, é hoje um Anjo Gabriel defendido por todos e presente com toda a honra na Comissão que vai envergonhando os valores do Sporting.

O tempo urge, a Pedro Madeira pedimos gente capaz, ideias diferenciadoras e acima de tudo muita capacidade de transmissão da real mensagem. O Sporting não se governa com chavões, populismo ou no Facebook, precisa de gente capaz e conhecedora da realidade social e económica do país, bem como, de gente vanguardista que coloque o Sporting de novo na frente e no lugar que é seu por direito.

 

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publicado às 12:49

Sporting Clube de Bipolares

por Lizardo, em 28.12.16

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Ontem, como muito bem afirmou o nosso Presidente Bruno de Carvalho, começou a corrida eleitoral no Sporting.

Pedro Madeira Rodrigues foi o primeiro e até ao momento o único candidato a apresentar a sua disponibilidade para discutir o Clube, a SAD, o passado e o presente, e como é lógico, o futuro do nosso centenário Sporting.

Bruno de Carvalho, num estilo politicamente correto, e que muito prezo, disponibilizou-se a ceder tudo o que seja pedido para uma discussão correta, este é já um indicador sério que aceitará o pedido de auditoria de gestão pedida por Paiva dos Santos. Afinal a transparência que se apregoa revela-se neste tipo de atitudes, e se sobre a auditoria não temos para já novidades, não tenho dúvidas, depois do discurso de bom samaritano de ontem, que será com toda a certeza para avançar.

Nas redes sociais, os mais jovens sócios e adeptos, dividem-se. Uns aplaudem o pluralismo e o necessário debate, outros, não estão disponíveis para ouvir, estão cegamente com Bruno de Carvalho e ofendem, deturpam, difamam, sejam os candidatos, os seus apoiantes ou simples Sócios que de forma corajosa desde o primeiro dia se revelaram contra a gestão corrente e o comportamento do Presidente.


Estas eleições vão ser diferentes. Adivinha-se climas de baixo nível e de suspeições sem sentido, de avaliações de carácter e acima de tudo, de muito lavar de roupa suja entre antigos apoiantes de Bruno de Carvalho que agora apoiam outros candidatos.

Ontem no Radisson muitos foram os antigos membros da atual direção que marcaram presença no apoio a Pedro Madeira Rodrigues.

Ontem, que fique claro, foi somente uma “cerimónia” de apresentação de disponibilidade e apresentação de candidato. Não existia nem podia existir a obrigatoriedade de apresentar propostas, nomes, caminhos.


Pedro Madeira teve a coragem de sozinho avançar e dar o corpo às balas. Com tempo saberemos e iremos tomar conhecimento da sua equipa e das suas ideias para o Sporting. E é isso que mais ambicionamos agora, conhecer caminhos e propostas, ponderar e saber escolher o que poderá ser melhor para o nosso Sporting.

O que é triste e muito frustrante em tudo isto é a iliteracia dominante, a falta de respeito entre pares, o ataque vil e baixo entre adeptos e sócios. O Sporting foi sempre muito maior que tudo isto e merece outro tipo de comportamento da sua massa associativa.

As redes sociais estão minadas de páginas falsas e perfis ocultos que de forma lírica tentam ofender e difamar Sportinguistas. A Policia Judiciária e o Ministério Publico, segundo consta, estão já no terreno, e talvez muitas sejam as surpresas de alguns nomes que possam surgir sobre os “obreiros” deste tipo de páginas e blogs.

Sobre a hipotética não recandidatura de Bruno de Carvalho, não passa de um mau argumento de um mau filme com péssimos atores. Bruno será obviamente candidato, e está sim com dificuldades em garantir apoios. Se por um lado Carlos Vieira pode estar de saída, e tendo sido quase publico a nega de Paulo Andrade para esse cargo, parece certo que Dias Ferreira será o substituto Bacelar Gouveia.

O Conselho Leonino está em pé de guerra, como sempre. E na minha modesta opinião, o problema não é o Orgão em Si, mas sim as pessoas que se nomeiam para ganhar votos e não para intercederem de forma consultiva durante quatro anos de mandato. Com interesses instalados não há baile que dê boa dança!

Em suma, ainda estamos no prólogo, o mês de Janeiro será complicado em termos desportivos, mas juntos queremos continuar a acreditar que será possível vencer este campeonato. Queremos também acreditar que estas eleições não serão manchadas com ocorrências e casos de polícia, comissões de A ou B, desvios e abusos de confiança, bem como, com ataques pessoais e ameaças a quem tem opiniões diferentes. O Sporting é muito grande, desde 1906, e isso é um exercício temporal que muito jovem deve e tem a obrigatoriedade de fazer.

Venham de lá esses candidatos, queremos discutir Sporting, queremos todos o melhor para o Sporting, queremos o melhor Sporting.

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publicado às 10:08

Canibalismo Mediático

por Lizardo, em 12.10.16

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Muito se tem comentado a comunicação dos Clubes nestes últimos dias. E muito se tem comentado, como é hábito neste país, em repetição porque a repetição faz-se valer quando o conteúdo é pobre e polémico, sem substância e sem qualquer real interesse para o fenómeno desportivo ou para as querelas diárias e saudáveis entre adeptos.

 

Os últimos dias têm revelado o que vamos afirmando há muito. Com o aproximar de eleições instala-se a ideia que vale tudo, que tudo é permitido, desde a devassa de uns até aos impropérios a outros. Quem perde é o futebol, com a agravante, que este lixo é proferido por gente, na sua maioria, que nunca praticou desporto ou foi dirigente desportivo.

A tudo isto temos que somar as pobres estratégias de comunicação. Há uma confusão evidente entre a imagem do Clube e a imagem do Presidente. Em especial, o Benfica e o Sporting estão a viver essa confusão, protegendo a figura do diretor esquecendo as modalidades e os artistas desportivos. Sobre esses, sobre os golos, sobre a magia, sobre a capacidade de virar resultados ou transportar uma equipa às costas, pouco ou nada se fala.

A criação das SAD´s abriu a porta a um conjunto de teóricos que de futebol ou outras modalidades percebem “bola”. Falam o que lhes é pedido, defendem com unhas e dentes o que não tem defesa, e os papalvos, os Sócios papam tudo com a vontade e o acreditar de uma homília papal em pleno Vaticano.

Os Clubes, focando nos três grandes, estão mais fracos, a sua formação mais fraca, a sua capacidade de jogar de igual para igual na europa mais reduzida. Meses depois de vencer um Campeonato Europeu, começamos a avaliar o futuro e a constatar que se perde demasiado tempo a defender a geração de dirigentes e a esquecer as novas gerações de jogadores. O Futuro do atleta português não está bem definido, e tivemos um grande soco no estômago já nos passados Jogos Olímpicos.

O Sporting está nitidamente a viver um processo de afirmação, fazendo lembrar aquele adolescente que até já tem uma penugem no buço mas que ainda precisa de ajuda para atar os sapatos. Quer-se afirmar, fazer-se ouvir, marcar uma posição. E faz muito bem pensar assim. Mas está a fazer tudo muito mal. Criar guerras saloias com saloios soldados só pode originar este clima. Do outro lado da barricada, a saloiice impera, e as respostas, por mais preparadas que possam aparentar, na sua substância estão também ao mesmo nível.

Quem perde com tudo isto são os adeptos, o jogo, o fenómeno desportivo, tudo isto afasta sponsors de grande dimensão, afasta gente com dois neurónios do espectro do futebol, tudo o que existe cheira a uma guerra financeira e não a uma competição desportiva.

E se nesta guerra financeira, com os três grandes falidos, com gente com pouca capacidade gestora, com mudanças sucessivas de estratégias, sem planos definidos, somente pensando no agora e na vitória do presente, o futuro do nosso futebol irá seguir o futuro deste formato de comunicação, vai ser descredibilizado, vai ser banalizado, vai ficar isolado.


Ainda é tempo de mudar, pena que para mudar é necessário humildade, capacidade intelectual e acima de tudo uma estratégia bem definida. Algo que nenhum dos três grandes aparenta ter, aprisionados a Bancos, Fundos e outros Investidores que injetam fortunas originárias de locais obscuros.

O Futebol está podre. Cheio de gente podre. Amanhã é outro dia, e se a bola não rolar, outra polémica se irá criar, sem fundamento, sem interesse, que passará em repetição em todos os canais de Tv, rádios e espaços online. O que interessa é ter tempo de antena, mesmo que do fenómeno pouco se entenda. O Futebol é hoje uma montra, não para os atletas, mas para um conjunto de parasitas que no mundo social nunca se conseguiram impor com sucesso, nem na vida pessoal nem na vida profissional. O Futebol, o desporto, pobre como nunca o vimos, hoje existe em Portugal. Com tanta gente a aplaudir e a oferecer tempo de antena a esta gente, não podemos ter muita esperança.

PS: Curioso a insistência em afirmar que este Blog tem o condão de estar ao serviço de uma oposição ou que tenha uma agenda própria. A bem da verdade, na sua grande maioria, grande parte dos “escribas” deste Blog nem se conhecem pessoalmente. Nasceu da troca de impressões em Fóruns e outros espaços online onde a temática é e era o Sporting. Continuar a insinuar o acima citado é revelador que estamos a chegar a cada vez a mais leitores. Para que conste, este blog teve nos últimos 12 meses uma média superior a 78.000 visualizações.

A todos os que continuam fieis e que com educação e elevação continuam a partilhar e a discutir connosco, que continuem, pois é a discutir que a obra nasce.

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publicado às 12:27


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Sobre o Sporting, com verdade, exigência e espírito critico. Sem reverencias nem paciência para seitas!






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