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"Pobre" Augusto.

por O 6º Violino, em 15.03.16

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Ponto prévio: Augusto Inácio, enquanto comentador desportivo, não me representa enquanto associado do Sporting.

Esta é a temporada em que o profissional Augusto mais frustrado se deve sentir.

Encostado por Jorge Jesus ainda antes da temporada terminar, passou de Director Desportivo, especialista em negócios com o seu amigo Nelson Almeida, com o qual enfiou uma série de barretes ao Clube, vê ser-lhe criado um cargo que não exerce, nas relações internacionais. Augusto, coitado, viu-se encostado a uma figura que não existe. A Augusto nem sequer lhe é permitido ir a um sorteio de uma competição europeia, talvez por não saber falar inglês. Antes fosse por isso.

Mas não é só, Augusto nem sequer frequenta os lugares destinados a elementos dos órgãos sociais do Clube, no jogos fora de Alvalade. Augusto vive dias difíceis enquanto profissional. O seu trabalho não brilha porque não existe. A Augusto resta fazer a figura de papagaio num programa desportivo às segundas feiras.

A Augusto resta-lhe levantar a papelada fornecida pela agência de comunicação (uma das), para ler durante o programa. O conteúdo dessa propaganda que leva consigo pode ser visto dias ou horas antes do programa ir para o ar, numa rede social perto de qualquer um de nós.

Augusto presta-se a estes serviços de paquete apenas para manter o seu salário. A Autoridade Tributária agradece.

Augusto cada vez que fala, acaba gozado e ridicularizado, tal como os restantes comentadores que levam a cartilha, Zé Eduardo e o agora odiado Zé Pina, que tentou meter as unhas de fora e teve de sossegar o facho.

Em tempos, não muito longínquos estes cargos eram apelidados de "tacho". Contudo, desde a espécie de refundação que o Clube sofreu em 2013, já é um cargo importante, no qual se passa nos intervalos da chuva, seja ela molha tolos ou em forma de granizo.

Contudo, Augusto não se deve esquecer de algumas coisas, para além de nem todos os sócios fazerem parte da famigerada "carneirada", é funcionário do Clube e não deve deixar que o mesmo possa sair chamuscado e envergonhado pela verborreia que lhe metem à frente para ler. Que se faça um Homem, que já tem idade para isso.

Que não se arme em mais Sportinguista que os outros e diga, também, durante quantos anos esteve sem quotas em dia. Falar grosso não é falar bem.

SL

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publicado às 14:34


4 comentários

De Relações Internacionais a 15.03.2016 às 15:53

O Inácio, que leva mais de duas décadas a enterrar o Sporting nos media, lê o que lhe mandam ler. E parece que desta vez a choradeira é porque o Sporting tem menos cães de fila que o Benfica?! Se calhar porque também tem menos “relações internacionais”. Até o pai e esse sim um grande sportinguista, tinha vergonha dele… E que volta a entrar no Sporting porque o Manel disse que não ao Bruninho em 2011. O pior funcionário do Sporting… até Jesus. Que por coincidência também encostou o Augusto do Alto Pina. Um miserável que nem um presidente como Dias da Cunha e o que fez por ele, respeita.

Onde é que eu li: “Inácio não conta. Depende tanto do dinheiro do Sporting que se sujeita a tudo. Tudo!” Mas não interessa se é verdade ou mentira mas quem foi o autor!? Decerto para o Nobel. Mais ou menos como: “José Maria Ricciardi foi o "garganta funda" do BES e é o "bolso roto" de Bruno Carvalho.” O ex-coveiro do Sporting com duas consoantes e que entretanto já se deve escrever só com uma. Enfim, uns constroem outros alienam mas não se fala mais de auditorias… Nem da reestruturação financeira. Assim como assim, a maior parte nunca conheceu as obrigações a que o Sporting ficou sujeito. E nada que o Bruninho esperto como o alho não dê a volta. As surpresas são como as contas, chegam sempre no fim.

De Leão Zargo a 15.03.2016 às 19:19

Falar grosso não é falar bem. Tens razão, 6º Violino. O problema é que o Augusto Inácio não sabe falar bem e por isso alguém atribuiu-lhe a tarefa de falar grosso.
Esse alguém é Bruno de Carvalho e agiu dessa maneira por determinadas razões:
- O Sporting é que suporta a despesa e não a pessoa que decidiu a colocação do Augusto numa prateleira dourada;
- O BdC garante dessa maneira uma fidelidade canina (sem ofensa!);
- O BdC está convencido que os soldadinhos necessitam de quem fale grosso para eles se manterem coesos e não desatinarem.

A colocação do Augusto como director de Relações Internacionais é de bradar aos céus. Sendo assim, resta-nos procurar as razões. Palpita-me que andarão perto do que refiro. Mas haverá outras razões, lá isso haverá.

De Populistas há muitos seu palerma a 16.03.2016 às 13:03

A colocação do Augusto como director de Relações Internacionais num clube que é internacionalmente citado pela sua formação e cujo mais recente director geral para o futebol de formação é o Virgílio. Parecem muito bem ambas as escolhas. Como cereja em cima do bolo a grande apetência de Jesus para a formação. Chama-se a isto planeamento estratégico.

A forma como estes messias demagogos precisam sempre de se colar a algum "figurão" diz logo ao que vêm. E que figurinha neste caso. Valia a pena uma resenha das grandes odes do Inácio ao SCP desde sempre.

De Comentador desportivo a 16.03.2016 às 11:55

O post é assertivo, mas não posso acompanhar-vos, em determinado sentido.
Percebo as vossas ideias, mas não posso acompanhar.Preferia que ele tivesse outro papel no Sporting, ou como treinador, director desportivo, ou gestor da academia, qualquer coisa na qual os conhecimentos dele dêem frutos.
Para mim o Inácio, é alegria, felicidade, Sportinguismo.
Jamais ousarei críticá-lo, tenho um grande carinho e gratidão para com ele.
Eu se fosse director do Sporting não permitia, que ele saí-se da estrutura, se ele estivesse de acordo.
Aliás não percebo a não aposta nele como treinador, ele deveria ter sido contratado mais vezes para nosso treinador.

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