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O Pavilhão...Carlos Lopes

por Trinco, em 18.02.17

img_770x433$2016_09_29_19_56_23_1163363.jpgFoto: João Miguel Rodrigues/Record

 

 

A 11 de Março de 2013, a menos de 15 dias da data das eleições, é anunciada que a A Fundação de Solidariedade Social Aragão Pinto, presidida por Azevedo de Carvalho, iria reabilitar e explorar o Pavilhão Carlos Lopes, em Lisboa, com resultado de um concurso público internacional de concessão. Nessa altura, essa vitória foi usada como, mais que promessa, trunfo eleitoral, sendo usada à náusea pela máquina de propaganda essa relação potencial com o Clube, por mais que os pressupostos do concurso fossem outros.

 

A 14 de Março de 2013, a autarquia decide adiar a decisão relativa à concessão da exploração por dúvidas levantadas por um conjunto de vereadores, relativamente à capacidade financeira da fundação atrás referida. Esta noticia foi desvalorizada como sendo a CML a evitar tomar partidos nas eleições de um Clube, continuando a máquina a cavalgar na ideia do Pavilhão ser utilizado pelo Clube.

 

A 10 de Julho de 2013, a CML votava a exclusão da proposta apresentada pela Fundação Aragão Pinto por esta ter falhado a justificação da sua capacidade financeira com a apresentação uma garantia idónea para a reabilitação do espaço, numa obra estimada em cerca de €7M.

 

A 24 de Junho de 2015, a CML constitui um direito de superfície a favor da Associação de Turismo de Lisboa por 50 anos que assim ficou encarregue de o reabilitar para eventos de cultura, artísticos e desportivos com obras de reabilitação, que custariam €8,5M, com prazo de 2 a 3 anos.

 

A 29 de Setembro de 2016 a Associação de Turismo de Lisboa prevê que as obras estejam concluídas na data de celebração dos 70 anos do atleta que dá nome ao equipamento

 

Carlos Lopes faz hoje 70 anos (muitos parabéns Campeão) e o Pavilhão Carlos Lopes é também hoje reaberto.

 

Apenas mais um exemplo do conceito peculiar de rigor e transparência! E já agora dos fins justificarem os meios. Ou até das diferenças entre o parecer e o fazer e até das pós-verdades que eram conceito não existente à época mas habilmente utilizado por Azevedo de Carvalho.

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publicado às 07:51


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