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O "mini-estádio"

por Trinco, em 17.07.15

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A 17 de Setembro de 2013, em entrevista à SportTV, o presidente anunciava que, patrocinado pelo novo parceiro, Holdimo, se iria avançar para a remodelação do Estádio Aurélio Pereira, dotando-o das condições exigidas pela LPFP para a participação no campeonato da II Liga. Mais se dizia na altura, que as obras arrancariam em Outubro e estariam executadas em Dezembro do mesmo ano.

A 13 de Março de 2014, fica-se a saber através de comunicado da SAD que os trabalhos a realizar estariam atrasados em virtude do não cumprimento de prazos por parte de uma empresa fornecedora, entretanto afastada do processo, e da necessidade de estudos técnicos complementares, nomeadamente de geologia e topografia, que se encontrariam em curso.

A 6 de Junho de 2014, novo comunicado da SAD informa os novos prazos em que prevê o projecto de execução, até dia 3 de Agosto de 2014, o licenciamento pela CMA e outras entidades sem referir prazos e a construção até 180 dias após licenciamento.

A 11 de Setembro de 2014, mais um comunicado da SAD informa do empreiteiro seleccionado, João Jacinto Tomé, S.A., e dos melhoramentos a efectuar, nomeadamente: construção de nova bancada com capacidade para 1250 lugares; instalação de um novo sistema de iluminação; construção de um novo parque de estacionamento.

Refira-se que o licenciamento desportivo de Alcochete, tem acontecido ao abrigo de um regime de excepção (de leitura abrangente diga-se, no tipo de incumprimentos e no prazo para os resolver) em relação a equipas recentes na competição que não deverá ser aplicado ad aeternum.

Pessoalmente, sou apologista de um regime de excepção para alguns dos componentes estruturais exigidos nos estádios onde joguem em condição visitante as equipas B, por considerar a sua especificidade quer no contexto de cada um dos clubes, quer na própria competição. Há exigências que obrigam os clubes com equipas B a ter dois estádios de condições superiores, com os custos que isso acarreta, desconsiderando as vantagens que estas formações trouxeram aos campeonato da II Liga e até ao futebol nacional.

No entanto este é um processo anunciado faz quase dois anos, e arrastado sem que quaisquer avanços palpáveis sejam evidentes, nem tão pouco qualquer informação sobre processo tenha sido feita, não sendo crível que alguma entidade demore quase 12 meses para deferir ou indeferir um licenciamento. Isto quando existem outros clubes com equipas B que promoveram ou promovem obras de monta de maneira a compatibilizar as suas instalações com os regulamentos.

Até porque pode chegar o dia em que o licenciamento desportivo não aconteça ficando a pergunta: Onde vai jogar a equipa B?

 

 

 

 

 

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publicado às 15:39



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