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"O meu aplauso foi maior que o teu!"

por O 6º Violino, em 02.06.15

APLAUSO.jpg

Depois de dois dias em que todos festejámos uma conquista que nos fugia há sete largos anos, incontornavelmente, o tema "treinador" está, ou melhor, continua na ordem do dia, e alimentado pela personagem habitual.

Uma personagem que delira com o palco, os flashes, os micros, com as câmaras. Não me recordo, no Mundo Ocidental, de ver um Presidente de um Clube grande a puxar para si todos os bons resultados. Viajemos ao da final da Taça no Jamor, no qual tive a felicidade de me sentar na bancada central e com excelente campo de visão sobre o banco de suplentes.

Durante quase noventa minutos, sem se levantar do banco, nem sequer esboçando um protesto aquando de um eventual segundo amarelo a mostrar a um jogador do adversário. Essa tarefa ficou guardada para o tão criticado Marco Silva e médico Frederico Varandas. Tudo mudou a partir do ambicionado golo do empate. A partir daí, não mais se sentou. A cada lance, um olhar para a bancada, um gesto teatral. Afinal o Presidente estava lá. Ainda pouca gente o tinha visto. Durante a meia-hora do prolongamento uma actuação impar. Dos festejos, e da forma que cada um sente uma vitória, nem sequer vou perder tempo. É um estilo, que há quem goste, e quem não goste.

Curiosamente, um facto a que poucos naquela bancada passou despercebido. Quando a nossa equipa se preparava para receber medalhas e Taça, eis que os adeptos se lembram de gritar pelo nome de Marco Silva. Não se admite, é uma afronta ao Presidente.

Onde quero chegar com isto?

Para já, à festa que se seguiu, no nosso Estádio, onde a forma vergonhosa como foi o técnico chamado ao relvado, demonstra bem o carácter de quem organizou a festa, ou de quem recebeu ordens para tal. Tentar abafar o mérito do treinador nesta vitória, era o que nos faltava...

Já agora, parabéns ao nosso Rui Patrício por não ter cedido à pressão de tentar que o Presidente entrasse no relvado com a Taça, em vez do Capitão!

Seguiu-se a recepção na C.M.Lisboa, onde a figura do treinador, foi mais uma vez abafada. O próprio discurso no primeiro nome, clarifica-nos a todos como um individuo se confunde com uma Instituição secular. O Sporting é muito maior do que estes papelões.

 

Se alguém achava estranha a constituição deste Conselho Directivo, já descobriram o motivo. Um bando de carneirinhos que não decide nada, que não contam para o Totobola. Tirando o mérito de Carlos Vieira, alguém sabe o que fazem os outros?

Dou um exemplo: Vice para o património, Vítor Ferreira, nunca deve ter visto uma planta, e já bateu com a porta. Há substituto? Creio que sim. Alexandre Godinho, vogal, advogado do Presidente, que o acompanha desde o seu último emprego, na Fundação  Aragão Pinto, da qual também faz parte. Alguém apareceu a falar sobre o Pavilhão? Não seria normal um vice para o património esclarecer qualquer dúvida?

Nada, este Presidente é como um eucalipto. Seca tudo o que está à sua volta, tal a sede em ser o protagonista principal de uma história que terá um final pouco feliz para o Clube.

E os outros "vices"? Alguém os vê, para além das viagens que fazem alternadamente? Sabem o que fazem?

Fez uma excelente escolha de múmias, de facto.

Notas finais: Vai começar o assassinato de carácter de Marco Silva. (ainda mais e em doses diárias)

A renumeração hoje concluída é uma vergonha. Não sendo ilegal, por ser omisso nos estatutos, é premiar quem não paga quotas, mantendo o mesmo número, e prejudicar quem sonhava ter um número mais baixo, sendo sempre fiel aos pagamentos. Podem enganar muitos ao mesmo tempo, mas não enganam todos. Da minha parte continuarei sempre atento e alerta.

SL

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publicado às 22:40



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Sobre o Sporting, com verdade, exigência e espírito critico. Sem reverencias nem paciência para seitas!






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