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O dr. Proença

por Trinco, em 29.07.15

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E o dr. Proença é o novo presidente da Liga. Foi de peito feito e quase sozinho (apenas apresentou lista ao conselho jurisdicional), com apoios inusitados no que ao alinhamento de interesses diz respeito e ganhou.

Mas antes de mais, o registo de satisfação por o Clube finalmente, e após 2 anos de birras e amuos, não se pôr de parte das decisões, apresentando e/ou apoiando alternativas que no seu entender melhor defendem os seus interesses e os interesses do futebol, esperando que a sua magistratura de influencia consiga colocar-nos nas orbitas das decisões, não para daí tirarmos dividendos eticamente reprováveis mas acima de tudo para que se garantam princípios de justiça e equidade.

Do novo presidente, o que espero é que seja um bom presidente para todos os clubes, que lute por um futebol limpo e transparente, que seja rigoroso e que consiga acrescentar valor ao negócio futebol.

Agora convém não esquecer que a atrás referida magistratura de influencia, não se faz apenas a este nível (provavelmente até se fará mais a outro) como ficou recentemente provado no chumbo, em AG da FPF, do sorteio de árbitros num processo que cada vez mais me parece ter sido um nado-morto, estratégico para alguns. Há muito trabalho a fazer e que não se julgue que o apoio declarado ao candidato vencedor das eleições à LPFP é suficiente para ganhar peso na hora de fazer valer as nossas convicções.

Por outro lado, também é bom não esquecer a quem nos juntámos, chame-se alinhamento estratégico, chame-se aliança, para conseguir esta eleição. Foi a alguém com quem temos relações institucionais cortadas unilateralmente, com quem até há pouco se atacava de forma pouco elevada pela sua influencia considerada nefasta no futebol português, com quem, reconhecidamente, tem utilizado a alternância nos alinhamentos para daí retirar sempre dividendos reais, com quem estrategiza em beneficio próprio como ninguém no futebol português no sentido de controlar sempre as posições decisórias.

Também convém não esquecer, que o agora presidente da Liga, tem um longo historial de aproximação simpática aos que com agora nos alinhamos (e disso fomos avisados), sendo que, salvo uns chavões para as eleições, pouco ou nada se sabe do que verdadeiramente pretende para o futebol profissional português, inclusive sobre algo que há pouco foi batalha (semi) vencida como seja o sorteio dos árbitros.

Espero que não seja apenas um nome, mais um, colocado em posição de poder para garantir o avanço de certas e determinadas vontades.

Mas ainda há outro factor interessante, que é o regresso de Joaquim Oliveira à esfera dos interesses mais próximos da Liga com o aproximar da renegociação dos direitos televisivos e o poder de influencia que isso acarreta transversalmente no edifício do Futebol Nacional

Não espero tempos tranquilos!

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publicado às 09:36



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