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Movimento Perpétuo Associativo

por Trinco, em 22.10.15

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Agora sim, temos a força toda!
Agora sim, há fé neste querer!
Agora sim, só vejo gente boa!
Vamos em frente e havemos de vencer!

 

Tem sido recorrente o uso do estribilho que o Clube deixou de ser simpático. Que agora ruge a tudo e a todos. Que deixou de ser anjinho e que com isso as vitórias são em catadupa. Que estamos e somos imparáveis

 

Tem sido recorrente a afirmação da independência em relação aos adversários, mesmo que depois se verifique o contrário e o caminho solitário, mesmo que os alinhamentos estratégicos já tenham oscilado de um lado para outro.

 

Tem sido recorrente a reclamação de superioridade moral na busca pela verdade desportiva, mesmo que por vezes não façamos no campo o que nos compete, na convicção que isso e só isso bastará para que as competências (e carácter) dos agentes de arbitragem sejam mudadas.

 

Tem sido recorrente o falar à boca cheia da presença e poder adquirido junto das mais altas instancias sem que isso se verifique ou daí resulte uma alteração profunda do paradigma.

 

Tem sido recorrente a acusação e o apontar de dedo, em todos os lugares menos os correctos sem perceber a relação causa-efeito que isso tem no ambiente que se vive e, no caso do futebol, no negócio que é razão de existir da SAD.

 

E tem sido ainda mais aceso, contra um determinado alvo, chegando à soberba de fazer tristes figuras de estilo com o Voleibol e com o Carcavelinhos e a derrocada total e completa desse mesmo alvo.

 

Mas, quis a verdade que até ao momento já se tenham disputado 13 jogos oficiais contra esse alvo, nas principais modalidades, com o triste resultado de 8 derrotas (algumas bem pesadas), 1 empate e apenas 4 vitórias (2 bem saborosas).

 

E isto serve, não para atacar a gestão desportiva (pelo menos nesta pequena dissertação) mas para relembrar que em desporto, ganha-se e perde-se. E que a sobranceria e arrogância, na maior parte dos casos tem mau resultado (alguns chama-lhe de Karma). E isso acontece antes de 2013 como depois de 2013.

 

Que este fim de semana seja a prova disso mesmo, ganhando-se mais do que se perde, ao contrário do último...

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publicado às 11:19


6 comentários

De Rui Marques a 22.10.2015 às 12:34

No hoquei cometeram-se erros básicos. Andamos a pagar salários milionários ao Luis Viana, ao Tuco e ao Cacau... jogadores em final de carreira e sem grande ambição.
Não é assim que se constrói um projecto de futuro. Isto é gastar dinheiro sem grande retorno. Vencemos uma supertaça, mas sem eles já tínhamos vencido uma taça CERS.

De Trinco a 22.10.2015 às 14:57

Entendo e mesmo não especificando com nomes, já escrevi sobre a opção imediatista que reveste a maior parte das contratações das modalidades.
No caso, o escrito era mais para realçar que as vitórias e as derrotas fazem parte do desporto, que agora como antes ganhamos e perdemos, que antes como agora todos desejamos que aconteçam mais das primeiras que das segundas mas acima de tudo que não é por mais gritar ou espingardar para todo o lado que nos faz forçosamente ter o que queremos...

De comentador desportivo a 22.10.2015 às 21:35

Meu caro, nem mais.
Porém o líder da seita nunca demonstrou preocupação com o clube, o clube é um meio, para as alucinações desse contador de estorias

De Paulo a 22.10.2015 às 16:38

O Eng, Gilberto Borges já foi bem crítico do modelo actual do hóquei. Ganhar a qualquer preço, sem sustentabilidade financeira e que levou ao segundo encerramento da secção. Infelizmente. Tipo: “É importante os nossos adversários começarem a dar mais um bocado de luta.”

De Trinco a 23.10.2015 às 09:06

Não era o objectivo do post a centralização na discussão do hóquei, mas obviamente que tem razão!

De comentador desportivo a 22.10.2015 às 21:43

Em relação ao post, gostei.
Entre as imbecilidades que eles tentam vender, essa da pretensa superioridade moral é só possível em mentes doentias.
Moral, valores, ética, fair play, desportivismo, são práticas que essa seita raramente demonstrou, e se demonstrou alguma vez é com interesses escusos

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Sobre o Sporting, com verdade, exigência e espírito critico. Sem reverencias nem paciência para seitas!






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