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Outro Quizz...

por Trinco, em 19.08.17

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A temperatura aquece e é tempo destes passatempos despreocupados: 

Andamos à procura de jogadores que combinem com o Bas Dost. Essa é a minha função.

 

e

 

Se me dissessem que não sai ninguém e se gostava de ter mais um jogador para um setor, gostava de ter um jogador com características ofensivas

 

Quem dizia a 13 de Março que tinha a melhor dupla de avançados da Liga? E substitutos para essa dupla, nomeadamente para o elemento considerado fulcral da mesma, há? E quantos jogadores já foram contratados para o plantel, para esta temporada? E quantos dos contratados nos últimas 2 épocas já foram dispensados?

 

Parece que já passou muito tempo mas não. Foram só oito semanas e se compararmos com os nossos rivais, há um que tem a equipa a jogar junta há oito anos.

 

Quantos dos actuais jogadores dos rivais (e nem me restrinjo a um rival) estavam no plantel na época de 09/10? E na de 10/11?

 

 Boa imprensa, imprensa bem controlada, é dizer estas coisas e não ser questionado...

 

P.S. 1 Não sei se repararam, mas, considerando a vital importância assumida do acesso à Champions (em termos financeiros, desportivos e de "estabilidade social" interna) podemos ter o mais precoce "do or die" numa época desportiva de que tenho memória a 23 de Agosto, Depois duma incomum sorte num sorteio e perante uma equipa bastante abaixo (por mais que haja quem a queira elevar) do nível que temos obrigação de demonstrar...

 

P.S. 2 A pergunta bónus: Quantas lesões de "mialgia de esforço" vão impossibilitar jogadores de dar o contributo à equipa durante a época, caso o 23 de agosto não nos sorria?

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publicado às 11:58

Quiz do Dia

por O 6º Violino, em 16.08.17

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Após umas curtas e merecidas férias, estamos de regresso ao trabalho e às vivências diárias do nosso Clube.

Como tal, e para começar uma temporada que se espera de sucesso, aqui ficam duas perguntas em jeito de adivinha:

 

1- Qual foi a funcionária que prestava assessoria, que recentemente foi despedida por s.m.s. e cujo cargo foi ocupado por outra funcionária, que por mero acaso é a nova esposa de Azevedo de Carvalho?

2- Qual o ex-jogador do Sporting que está a servir de intermediário, no negócio da venda de William Carvalho, por ter representado o West Ham? É verdade que tal ex-jogador ficou surpreendido com o aparecimento de uma recém criada empresa a exigir 2 milhões em comissões, e que já não está a achar graça nenhuma ao assunto?

 

Responda quem souber.

 

SL

 

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publicado às 15:01

A verdadeira inauguração

por Trinco, em 09.08.17

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49 dias após a pomposa "inauguração" do pavilhão, em que o mais relevante, além do incómodo discurso da Maggy Rocha, foi a pouca relevância dada aos atletas e adeptos, em contraponto ao "one-man-show", autentico buraco negro das atenções na sua tradicional maneira egoísta do "eu acima e antes do nós", está-se ainda por saber quando se dará a verdadeira inauguração do espaço.

 

Sim, porque a inauguração de um espaço desportivo não se faz com o corte de uma fita ou com uma festarola catita para entreter distraídos, adormecidos e hipnotizados, amplamente matraqueada e propagandeada pelos amigos da Comunicação Social. Mesmo aqueles que se quer fazer crer sejam uns malandros. A inauguração de um espaço desportivo faz-se com um evento desportivo. Ainda há poucos dias, fez 14 anos, foi assim com o Estádio José Alvalade.

 

Acontece que a menos de um mês das competições de seniores começarem ainda nem um treino foi feito no novo pavilhão. Muitas visitas, muitas festas, muita areia, mas desporto que é bom, nada!

 

O que nos poderá fazer questionar não só a extemporaneidade daquela inauguração (que mais não foi que um momento na agenda estratégica do interessado) mas o porquê de passado este tempo tudo permaneça na mesma.

 

Seguramente não será falta de dinheiro para pagar €700k ou €800k que faltem pagar ao empreiteiro e que estejam a protelar a entrega da obra por parte deste.

 

Num Clube que aumenta o seu orçamento para as modalidades 120% em dois anos, que contrata uma equipa nova de Voleibol contrariando aquilo que foi justificado para acabar com o Basquetebol, que contrata com salários "leoninos", ao que se sabe, futsalistas, andebolistas e mesa-tenistas e até paga clausulas de rescisão "à Neymar" (à escala, entenda-se) a hoquistas, seguramente esse não será o problema.

 

Ou será?

 

P.S. Ou será que se está a tentar carregar na boa vontade e tamanho do bolso dos Sportinguistas no calculo da tabela de preços das Gameboxes Modalidades, numa tentativa encapotada de "missão paga o que falta"?

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publicado às 18:44

Ano perdido

por O 6º Violino, em 10.07.17

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Provavelmente esta é a primeira vez que escrevo sem ser especificamente sobre o Sporting Clube de Portugal, se bem que o tema toca a todos os Clubes.

Há precisamente um ano Portugal sagrou-se Campeão Europeu, fazendo com que o nome da selecção e do país se difundisse por todo o mundo.

Uma oportunidade perdida para que a imagem do futebol português mudasse e fossemos vistos cá dentro e lá forma de outra maneira. Ter uma imagem positiva, em que jogadores e treinadores fossem os verdadeiros artistas, os verdadeiros protagonistas.

Pelo contrário, os agentes do futebol em Portugal continuam a dar sistemáticos tiros nos pés. Os agentes do futebol não estão preocupados com uma indústria que gere milhões. Estão a matar a "galinha dos ovos de ouro" que têm nas mãos.

Cada um apenas se preocupa com a sua "quinta". Entregam a sua comunicação a pessoas que raramente pertencem ao fenómeno futebolístico. As áreas comunicacionais dos chamados Clubes grandes, por exemplo, mais não fazem do que se atacarem entre si, chegando ao ponto de se esconderem sob o anonimato, criando diversas páginas de facebook e blogs.

De si apenas a bajulação dos presidentes e os resultados positivos.

Os Clubes grandes querem todos esconder as suas fragilidades, e nisso estão todos em pé de igualdade. O Benfica tenta escapar pelos pingos da chuva de um cenário de tráfico de influências que está a manchar a sua reputação. Sob este assunto são raros os dirigentes que ousam tocar no assunto. Utilizam os peões Pedro Guerra, Hugo Gil, José Marinho, Ventura, entre outros artistas.

O Porto está mergulhado na sua maior crise económica de sempre, sem resultados desportivos, os quais durante anos serviram para camuflar uma gestão irresponsável do Clube. Sobre corrupção e tráfego de influências devia abster-se de fazer qualquer tipo de comentários. Os inseparáveis programas do Porto Canal são o espelho de um Clube sem rumo. Francisco J. Marques, Bernardino Barros, Manuel Queirós, entre outros, não acrescentam nada e mostram-se esquecidos do que o seu Clube andou a fazer durante décadas.

O Sporting continua a apanhar boleia, desta vez do Porto. Sem títulos, gastando como nunca, vivendo de receitas extraordinárias e de antecipação de receitas, sabe que a temporada que agora se inicia pode ser decisiva para os seus órgãos sociais, varrendo para baixo do tapete as apostas do passado, como o equilíbrio entre despesas e receitas e a aposta na formação. As últimas aquisições são a confirmação do que acabo de dizer. Veremos quantos atletas da formação teremos inscritos a 31 de Agosto.

O Sporting, e é este o Clube que mais me interessa, continua a ser gerido sem rumo, sem projecto, com navegação à vista.

Mais tarde vamos colher frutos deste destempero. Nuno Saraiva (felizmente castigado), José Pina, Eduardo Barroso, Dias Ferreira, José Eduardo, Paulo de Andrade, Manuel Fernandes, Fernando Mendes, Pedro Batista, Carlos Dolbeth, entre outras personagens risíveis do universo leonino, são a prova da doença que enferma o Clube. Um Clube longe do seu ADN e do orgulho que os seus adeptos mais antigos na filiação e dedicação, podiam sustentar. Estamos na mesma linha dos demais adversários.

A solução para o futebol português pode estar nas mãos do Estado. O problema é que o Estado se demite de fazer frente aos poderes instalados, ora por receio, ora por compadrio.

Num Estado normal a próxima temporada não começava sem todos estes temas estarem resolvidos, doesse a quem doesse.

A outra solução, mas mais complicada, passaria por uma renovação de dirigentes de Clubes, Associações, Federação e demais organismos responsáveis.

No caso dos Clubes, ainda mais difícil. Luís Filipe Vieira é um ex-empresário dedicado ao Clube e cujo nome na praça pública está longe de ser convidativo a que possa voltar ao mundo dos negócios. Pinto da Costa, há mais de 30 anos que vive à custa do futebol, e não é com a idade que tem que iria recomeçar uma nova vida. Azevedo de Carvalho, passou de empresário falido a novo rico, vivendo e ostentando luxuria para si e sua família (neste caso várias famílias). Toda esta gente está dependente do futebol para sobreviver. Toda esta gente está a matar o futebol e a fazer do mesmo um espectáculo cada vez mais só para arruaceiros.

Até quando sobreviverão os Clubes com esta gente?

SL

 

 

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publicado às 16:12

André, André.....

por O 6º Violino, em 04.07.17

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Os mais atentos ao fenómeno do futebol questionam-se constantemente o que viu Azevedo de Carvalho em André Geraldes para que este tenha assumido o cargo de Team Manager, qualquer coisa como Director Desportivo.

Vejamos o curriculum do André até chegar ao Sporting pela mão de Azevedo de Carvalho.

Em termos académicos o André não fez mais do que o 12º ano de escolaridade.

Profissionalmente o André passou belo Barclays, sendo responsável de vendas. Quem nunca foi abordado telefonicamente ou em centros comerciais por rapazes e raparigas a tentar angariar clientes para os cartões de crédito desse banco?

Posteriormente, 2 anos depois, entra na empresa Decisões e Soluções, estando também ligado à área comercial. De Março de 2013 a Junho de 2014, acumula o cargo com o de OLA, oficial de ligação aos adeptos.

Desportivamente diz o André que esteve como treinador do CD Mafra e Sintrense. Obviamente só pode ter sido nas camadas jovens.

No Sporting, André entra para o mesmo gabinete de Pedro Baptista e Augusto Inácio. Pedro Baptista, que, para mal do Sporting assume um patético protagonismo na Sporting TV, actualmente, vindo da Fundação Aragão Pinto, que já não existe, e cujas instalações parecem seladas. Parecem.

Durante alguns meses o trabalho do André era vigiar as redes sociais, juntamente com Pedro Batista e mais uns quantos miúdos a mando da Young Network e ao serviço de Azevedo de Carvalho. André tinha acesso aos dados dos associados, moradas, telefones, filiações, e vários foram os sócios ameaçados por pessoas cujos dados pessoais eram facultados pelo André.

André e Baptista, a dupla de confiança de Azevedo, a que se junta a família Capitão. André foi ainda um dos responsáveis do patético "Movimento Basta" e da pífia ida à sede da F.P.F. com uns quantos rapazes especialistas em largar petardos, como forma de protesto.

André era então o responsável por manter as claques sem sobressaltos, negociando amiúde a cedência cada vez maior de bilhetes. Um bom samaritano.

Mais tarde, André passa a ser responsável por receber os atletas, e na ajuda logística dos mesmos. Motorista, mas não só. Responsável pelo gabinete de apoio ao atleta, ou coisa que o valha.

Aqui entra Octávio Machado, e aqui estou à vontade, porque nunca foi do meu agrado o seu regresso ao Clube.

Octávio entra a pedido de Jorge Jesus, por ser aquilo a que se chama de "velha raposa". Durante o primeiro ano de trabalho de Octávio, o Sporting consegue, pontualmente, os seus melhores resultados desportivos. Na última temporada a acção de Octávio foi-se esgotando, tendo o André ganho cada vez mais protagonismo. 

Não sei quem Octávio apelida de "nojento", agora que se despediu. Não sei quem Octávio chama de "chibo". Sei que ambos os adjectivos assentam que nem uma luva no André. Mas é só a minha opinião, não tenho como provar.

E é com esta personagem que o Sporting quer ir para a "guerra". Depois os Sportinguistas menos atentos perguntam o porquê de termos bons jogadores, bons treinadores e não ganharmos nada de relevante. A resposta está aqui. É uma estrutura fraquinha.

SL

 

 

 

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publicado às 16:58

O Discurso do Bruno

por Lizardo, em 26.06.17

 

 

O filme “Feios, Porcos e Maus” de Ettore Scola é uma obra prima. A vida em tempo real, um quadro pintado com sapiência que explica que tudo na vida tem uma relação de causa-efeito.



Os reles, porcos e nojentos, uma obra insonsa de Bruno de Carvalho é também um quadro da vida real do desporto nacional. E que nos explica que tudo tem também uma consequência, e que todos os atos resultam em factos que nos podem custar muito caro no futuro.



O discurso do Bruno foi mais um episódio deplorável. Não quero acreditar no que disse nem quero acreditar que exista quem tenha a baixeza de criar uma trama para tramar o Presidente envolvendo a sua família e amigos mais próximos. O conteúdo do “word” revelado é demasiado grave.



O Sporting não se pode nem se deve confundir com estes episódios. Se o Presidente se sente atacado deve ter a capacidade e o poder de se defender nos locais próprios, afastando este lixo do Clube, tentando ao máximo não envolver o nome Sporting em episódios deploráveis e discussões de sargeta.

 

Mas Bruno não consegue, Bruno é o ator principal de Feios, Porcos e Maus. Uma personagem que procura a vida fácil, que se entrega aos prazeres da vida, que despreza e não entende que tudo está ligado e que tudo pode trazer consequências para a sua vida, para a vida dos que o rodeiam e acima de tudo, para o Sporting.


Bruno continua a não entender que não pode ofender Sócios, mesmo que o mereçam. Não se trata somente de ter uma imprescindível posição institucional, mas também de compreender que a gestão de comunicação, atualmente, não se resume ao nosso Bairro, à nossa Cidade ou País, hoje, tudo ganha uma projeção mundial em segundos. E Bruno não compreende que utilizar termos como: “Nojentos”, “Reles” e “Porcos” rapidamente se transforma numa generalização a todos os Sportinguistas. É o lado perverso da rapidez da comunicação.


Por tudo isto, o que se passou na passada Assembleia Geral foi grave. Merece ser investigado e não pode passar impune. Não podemos aceitar que se ataque um Presidente desta maneira, mesmo que não concordemos com a sua gestão, nem podemos concordar com este teatro que envolve o nome do Sporting, levando o nosso bom nome para níveis que não se relacionam com a nossa história centenária.



É tempo de pensar muito bem se é isto que queremos para o Sporting. A próxima época começa hoje, as incógnitas são muitas, só peço que a espinha dorsal se mantenha, que continuemos a ser um Clube que valoriza os seus formandos e que aposta nos jogadores portugueses, os que foram campeões da europa e os que num futuro muito próximo muitas alegrias nos podem dar.

 

Peço também que o Sporting saiba gerir da melhor forma a mentira e a batota, por todos sabida e conhecida, que envolve o Benfica. Temos que saber lutar de forma sapiente, estes sim são reles, nojentos e porcos, com todo o respeito que me merecem alguns rivais, os nossos, os Sócios, por mais líricos que sejam e por mais que se sirvam do Clube em vez de o servir, continuarão sempre a ser do Sporting. E este Sporting atual está cheio de lambuças. Cheio.

 

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publicado às 11:23

O orçamento do Bruno

por Trinco, em 24.06.17

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Ontem, perante 120 sócios, um numero que não preencheria metade do auditório Artur Agostinho (algo que nunca vi em anos de AG's realizadas lá) e em que desses 120, mais de 15% seriam dos órgãos sociais (até 10 seriam do CD, 5 da MAG e 7 do CFeD), e isto sem contar os Conselheiros Leoninos, no meio de algum secretismo, opacidade e muita falta de informação foram apresentados as contas (consolidadas) e o orçamento para a época 2017/2018.

 

Falta de informação que se mantém hoje, sem que, quer o orçamento (que tradicionalmente era publicado como proposta do CD à AG, aliás, como ainda no ano passado aconteceu) ou as contas (consolidadas) estejam disponíveis para os sócios.

 

Depois da habitual homilia, a saraivar para todo o lado, dada em directo na TV da coutada ao estilo sul-americano da "Hora do Presidente", quer contas (consolidadas), quer orçamento foram aprovadas quase dogmaticamente em estilo norte-coreano com 99.1% dos votos e sem grande discussão.

 

No orçamento aprovado, alguns dados ressaltam.

 

O aumento da quotização para €9M, assim mesmo, número certinho a passar a mensagem de número alvitrado sem grande trabalho de calculo. E nem coloco em causa a execução do mesmo. Felizmente neste âmbito, os orçamentos têm sido executados.

 

Uma estranha redução dos rendimentos com as inscrições nas modalidades (menos 7.4%), parcela sempre crescente e ancora dos orçamentos do Clube

 

Um assustador aumento de 401.3% nos ganhos com Bilheteira e bilhetes de época. E é assustador pois é um esforço que recairá totalmente nos sócios e adeptos. Assuma-se 4 modalidades seniores (aquelas onde se cobra bilhética), Andebol, Futsal, Hóquei e o reactivado Voleibol, Admitam-se que cada uma faça 24 jogos em casa, Cobrando um valor de 4€, em linha com o que é habitual aos sócios e valor que não vejo contexto para aumentar, teríamos que ter assistências consistentes de perto de 2.000 pessoas (2/3 do novo Pavilhão), algo que me parece difícil, mesmo nas novas circunstancias. Principalmente quando verificamos assistências regulares que não chegam aos 1.000 (e sim, estou a ser extremamente benévolo)

 

Mais um estrondoso aumento no valor de honorários (mais 29%) atingindo agora uns surpreendentes €8.389M que significa um aumento de 400% relativamente ao 1º proposto por este CD, aprovado no pressuposto do rigor e sustentabilidade financeira e na certeza que os rivais fariam o mesmo. Aliás. esta proposta é quase 300% acima do ultimo orçamento aprovado pelo anterior CD, que foi apontado como despesista e irrealista pelo então proto-candidato. Ainda assim, mesmo considerando exagerado, não consigo discordar em teoria deste tipo de aposta. Aplicar recursos na vertente desportiva coloca o Clube mais próximo da vitória e por consequência do crescimento. O problema é mesmo a aplicação do dinheiro, sem qualquer planeamento e política desportiva a prazo. O projecto passa apenas e só por ganhar já.

 

Para isto tudo, já foram preventivamente responsabilizados os sócios pela desgraça que recairá sobre o Clube caso os valores não se cumpram.

 

Mesmo que no meio, os gastos com pessoal (não, não é o que se paga a jogadores mas o que está essencialmente apontado às estruturas comuns) aumente 55.9% para uns €1.08M de antigamente e os gastos com rendas e alugueres, mesmo com o novo Pavilhão aumentam 146.1% para €541k.

 

Antes do fim da AG, o presidente do CD declara que "A família precisa de mim", levanta-se e sai.

 

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publicado às 09:18

A AG do Bruno

por Trinco, em 23.06.17

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Fui alertado ontem para a realização hoje de uma AG para apreciar e votar o orçamento do Clube para o exercício do ano que vem.

 

Atento como costumo estar (confesso que, por várias condicionantes, por estes dias menos) duvidei por não ter sabido de nada. Consultei o site e confirmei que nenhuma convocatória tinha sido publicada. Quem me informou insistiu. E tinha razão.

 

Hoje, volto a consultar e verifico que inusitadamente a convocatória é publicada no site no próprio dia da sua realização. Contrariando despudoradamente o que mandam os estatutos.

 

Artigo 52° (Convocatória da Assembleia Geral comum)

1 –As Assembleias Gerais serão convocadas por meio de anúncios insertos em dois jornais diários, no jornal do Clube, no sítio oficial do Clube e publicado nos moldes previstos para os actos das sociedades comerciais, com a antecedência mínima de oito dias, se o prazo não dever ser superior por disposição dos presentes estatutos

 

Assim, perante poucos, será aprovado por unanimidade não só o orçamento como as contas consolidadas. Sem que a grande maioria dos sócios tenha acesso às mesmas. Sim, porque os documento da proposta de orçamento e das contas consolidadas, deixaram de ser antecipadamente publicados para avaliação prévia dos sócios (quem vai a uma AG sabe perfeitamente da dificuldade de analisar no momento tais documentos estabelecendo um juízo consciente).

 

Pior, mesmo depois de aprovados, cumprindo-se a recente prática de opacidade, não serão publicados no site.

 

Aparentemente o desrespeito para o órgão mais importante do Clube (a Assembleia Geral composta pelos sócios) não tem limites e os actuais corpos sociais acham-se inimputáveis, tratando o Clube como a sua coutada.

 

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publicado às 08:39

O Pavilhão do Bruno

por Lizardo, em 22.06.17

Ontem foi a primeira inauguração do Pavilhão, num conjunto de três cerimónias já agendadas. A felicidade de todos os Sócios e Adeptos com a construção de tão nobre e fundamental obra é evidente. O Sporting não podia continuar a viver sem a sua casa para as modalidades. Era totalmente contranatura continuar as romarias para Loures ou Odivelas, Casal Vistoso ou Rio Maior, entre outros Pavilhões espalhados pela região.



Ontem, como bem disse Margarida Rocha, fechou-se o ciclo das grandes obras de modernização do Sporting do século XXI. Um Estádio, uma Academia e agora a casa que imortaliza o já imortal Presidente João Rocha.



O dia de ontem tinha tudo para ser histórico. Um dia desejado por tantos, um dia que deveria ser aberto a todos os Sócios e Adeptos, com um programa pensado para os que há mais de 10 anos fazem quilómetros para ver as modalidades fora de Alvalade. Mas não, uma vez mais, o foco foi o Presidente Bruno de Carvalho.



Para lá do erro da data e da hora, uma quarta-feira, em simultâneo com o jogo da Seleção Nacional e a poucas horas de um importante jogo do Futsal, revela que estratégia e visão, são termos e processos que escasseiam.


Depois o palco e o tempo oferecido a Bruno. Bruno discursou na rua, Bruno leu e releu a sua frase na Estátua do Leão vezes sem conta, Bruno entrou no Pavilhão como uma estrela de rock, Bruno foi o Presidente, Bruno foi o Anfitrião, Bruno foi a imagem de todos os atletas do passado, do presente e do futuro. Bruno foi o foco, o tempo de antena, a voz, Bruno foi o rei das selfies e dos abraços. Sempre com os mesmos, com as mesmas caras, com os mesmos que até já têm palco em programas da Sporting Tv ou que têm um “emprego” no Sporting.

 

Não posso deixar de sublinhar a mentira de Bruno sobre o nome do Pavilhão. Não, não foi o Bruno que sugeriu o nome João Rocha. Não!!. Foi aprovado e deliberado a 30 de Setembro de 2012, numa Assembleia Geral no Multiusos de Alvalade, apresentado pela Direção em funções à data. Felizmente foi rapidamente desmentido pela filha de João Rocha.

 

Mas a mentira não acabou aqui. As palavras oferecidas ao falecido Sócio Vitor Araújo são de um aproveitamento sem sentido. “Amigo”, “Muitos jogos ao seu lado”, “com o meu pai e meus irmão, juntos, vimos muitos jogos”. Quem marcou e marca presença nos Pavilhões sabe que tudo isto é treta. Pura treta. Bruno há dez anos, nem as quotas tinha em dia, quanto mais dedicar-se a assistir a jogos das modalidades. Mas vale tudo!


Bruno tem um evidente complexo de inferioridade. Precisa de palco, precisa de espaço mediático, precisa ser notícia, pois só Ele sabe a dimensão da mentira que nos conta há muitos anos. Precisa de palco pois não temos títulos, não temos saúde financeira, somos cada vez mais irrelevantes no panorama desportivo.



Estes quatro anos têm sido uma mentira constante.



Ontem os Sócios ficaram de fora, os Adeptos não foram convocados, o Pavilhão não estava cheio, foi uma festa para amigos e alinhados, longe dos tempos onde o Sporting era para todos.



O que se assistiu ontem foi um deplorável espetáculo. Salva-se a obra, obrigado a todos os que desde os primeiros momentos lutaram e reuniram com a autarquia lisboeta, a todos os que criaram as fundações e as bases necessárias da obra. Bruno tem o mérito de ter continuado e ter dado vida ao Pavilhão. Sobre isso não há dúvida, mas ficaria muito bem não esquecer que há muitos anos, várias direções já trabalharam e muito para que este sonho fosse possível. A esses nem uma palavra.


Este Sporting que não reconhece o seu passado e que só se valoriza com o seu presente, mesmo sem nada ganhar, mesmo vendo abalar os seus principais ativos, sejam eles funcionários ou atletas, não pode ter grande futuro.

 


Salva-se quem entende e vive realmente os valores do Sporting

 

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publicado às 09:03

Piss off

por O 6º Violino, em 08.06.17

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Vivemos tempos estranhos e perigosos, em que a sede de informação e de partilha se sobrepõe ao bom senso e à educação.

Bons costumes que muitos dos nossos antepassados nos transmitiram, mas que a sede de informação e protagonismo a qualquer preço acabam com aquilo que nos foi dado. E foi-nos dado de borla.

É comum verificar a partilha de tudo o quanto é mais sórdido e que não devia passar do fôro de cada um. Tudo se partilha, um acidente, um atentado, uma morte, um beijo, uma violação, tudo serve para ter algum protagonismo.

O presidente do Sporting adora ser protagonista. Desde 2011 que faz das redes sociais um modo de vida. É vê-lo no banco de suplentes, num camarote qualquer, numa sala de espera de um aeroporto, no banco traseiro de um carro, antes de qualquer jogo, durante qualquer jogo, após qualquer jogo. Até nas férias, e mesmo com diferenças horárias grandes, em vez de descansar, o homem trocava mensagens com sócios que o afrontam. Com o final da temporada a exposição nas redes sociais de que tanto gosta, e das quais se serviu para se dar a conhecer, acabou. Ou melhor, os seus constantes auto-elogios passaram para o mainato Nuno Saraiva (de Carvalho). E Nuno aceita fazer esse papel de bom grado, que isto de arranjar um emprego a ganhar mais de 5.000/mês não está facil.

Naturalmente a ressacar da sua dependência "facebookiana", lembrou-se de convidar alguns jornalistas, primeiro por alturas do jogo com o Belenenses e mais recentemente há duas semanas. 

Do primeiro encontro em "off", que aconteceu após almoço bem regado na Casa XXI, restaurante explorado pelo seu amigo Zé Eduardo (já lhe renovaram o contrato?), não existem provas escritas ou audíveis, apelas relatos em surdina de quem esteve presente. Nessa reunião o tema foi Jorge Jesus. Azevedo de Carvalho, talvez impreparado para o consumo de substâncias com elevado teor alcoólico "rasgou" de alto abaixo o "seu" treinador, chegando ao cumulo de o imitar nas suas habituais calinadas e nos seus gestos peculiares. Diz quem viu que parecia que estavam numa qualquer sessão do Chapitô.

O parêntesis no "off" entronca no que se passou no último encontro com os jornalistas, com provas áudio do que por lá foi dito.

Nenhuma conversa "off the record" é partilhada com 15/16 jornalistas. Uma conversa desse tipo é exclusiva a 2/3 jornalistas, e que sejam de inteira confiança de quem quer passar a mensagem para o exterior. A "fonte".

Azevedo de Carvalho quis ser a "fonte" e servir-se dos jornalistas. Jornalistas esses que são o seu alvo diário e dos seus fiéis seguidores. Jornalistas esses, que se tivessem vergonha nunca aceitariam este tipo de "briefings".

Do outro lado 15/16 jornalistas, cada um com a sua personalidade, cada um com a sua "sede" de informar/expor. Uns e outros com interesse neste tipo de "missas". De um lado uma personagem sedenta de falar, do outro 15/16 com fome de ouvir.

No próprio dia da "missa", quase todos os órgãos de comunicação presentes meteram cá fora factos ocorridos, e todos com as mesmas versões, todos eles a citar a tal "fonte interna".

Há poucos dias foi posto a circular a gravação áudio da suposta reunião em off.

Não adianta acrescentar mais adjectivos ao que já foi dito e escrito.

Será sempre um documento histórico e comprovador (como se fosse preciso) do nível da pessoa que actualmente dirige os destinos do Clube.

Não respeita o Clube que lhe paga principescamente o ordenado, as operações, os motoristas para ele e seus familiares (às vezes com incidentes desagradáveis), para as viagens com a sua nova companheira/colega, para os fins-de-semana em hotéis de 5 estrelas.

Não respeita a História do Clube, não respeita os seus sócios, apelidando-os (mais uma vez) de estúpidos. 

O vernáculo que utiliza por sistema é-me indiferente. Só pode servir para fazer corar de vergonha os seus progenitores.

SL

 

 

 

 

 

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publicado às 14:09


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Sobre o Sporting, com verdade, exigência e espírito critico. Sem reverencias nem paciência para seitas!






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